A MEDIAÇÃO DOCENTE NO BRINCAR COMO ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA PARA O DESENVOLVIMENTO INTEGRAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Cristiane Xavier Leite Fontes [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Discente, Christian Business School. cristiane.fontes@yahoo.com.br.

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: A mediação docente no brincar constitui um dos principais elementos para a efetivação de práticas pedagógicas voltadas ao desenvolvimento integral das crianças na Educação Infantil. Este artigo teve como objetivo analisar, por meio da literatura científica, como a atuação do professor qualifica o brincar como estratégia pedagógica capaz de favorecer o desenvolvimento cognitivo, social, emocional, motor e linguístico das crianças. A pesquisa caracteriza-se como bibliográfica, de abordagem qualitativa, natureza exploratória e descritiva, desenvolvida mediante revisão narrativa da literatura. O referencial teórico fundamentou-se em autores clássicos da Psicologia e da Educação, em documentos normativos da educação brasileira e em estudos científicos contemporâneos sobre ludicidade e mediação pedagógica. A análise evidenciou que o brincar representa uma linguagem própria da infância e um direito fundamental, cujo potencial educativo depende da intencionalidade pedagógica, da organização dos ambientes e da qualidade das intervenções docentes. Os resultados indicam que a mediação do professor amplia as possibilidades de aprendizagem e fortalece o desenvolvimento integral, ao mesmo tempo em que preserva o protagonismo infantil e a natureza lúdica das experiências. Conclui-se que a consolidação do brincar como eixo estruturante da Educação Infantil requer formação docente, planejamento pedagógico e condições institucionais que favoreçam práticas educativas coerentes com as especificidades da infância.

Palavras-chave: Educação Infantil; brincar; mediação docente.
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A INFLUÊNCIA DAS METODOLOGIAS ATIVAS NO DESENVOLVIMENTO DAS COMPETÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E INTERPRETAÇÃO TEXTUAL: PERSPECTIVAS PARA UMA APRENDIZAGEM CRÍTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA

Sonia Fatima de Lima [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Mestranda em Ciências da Educação pela Christian Business School-CBS. Lattes: http://lattes.cnpq.br/1044244054739979.

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: As transformações sociais, tecnológicas e culturais ocorridas nas últimas décadas têm exigido práticas pedagógicas capazes de responder às demandas de uma educação voltada para o desenvolvimento de competências essenciais à formação integral dos estudantes. Nesse contexto, as metodologias ativas promovem o protagonismo discente, a aprendizagem colaborativa, a autonomia intelectual e o pensamento crítico. O presente estudo tem como objetivo analisar a influência das metodologias ativas no desenvolvimento das competências de leitura, escrita e interpretação textual, destacando suas contribuições para a formação de sujeitos críticos e participativos. A pesquisa caracteriza-se como revisão bibliográfica de abordagem qualitativa, natureza exploratória e descritiva, fundamentada em livros, artigos científicos, documentos oficiais e produções acadêmicas sobre metodologias ativas, letramentos, cultura digital e ensino de Língua Portuguesa. O referencial teórico apoia-se, principalmente, em Freire, Vygotsky, Bakhtin, Marcuschi, Koch e Elias, Kleiman, Rojo e Moura, Soares, Moran, Bacich e na Base Nacional Comum Curricular. A literatura analisada indica que estratégias como aprendizagem baseada em problemas, aprendizagem baseada em projetos, sala de aula invertida, gamificação e aprendizagem colaborativa podem favorecer a leitura crítica, a produção textual, a argumentação e a interpretação de diferentes gêneros discursivos. Conclui-se que, quando pedagogicamente planejadas, as metodologias ativas podem contribuir para o fortalecimento das competências linguísticas e para uma aprendizagem mais significativa e contextualizada na Educação Básica.

Palavras-chave: metodologias ativas; leitura crítica; produção textual; interpretação textual; competências linguísticas; letramento digital.
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O PAPEL DO PROFESSOR NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DA LEITURA NO ENSINO FUNDAMENTAL II

Evandro Figueiredo Gonçalves [1]

Eliene Santos Silva Macedo Pires [2]

Corina Delboni Lóss [3]

Laiza Aldrigues Santiago [4]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [5]


[1] Christian Business School. era151305@gmail.com.

[2] Christian Business School. lialonso2023@gmail.com.

[3] Christian Business School. corinadloss@gmail.com.

[4] Christian Business School. laisa.aldrigues@gmail.com.

[5] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: Este estudo teve como objetivo compreender o papel do professor no processo de ensino-aprendizagem da leitura no Ensino Fundamental II, identificando os aspectos que constituem a prática leitora e os fatores que podem comprometer o desenvolvimento das habilidades e competências de leitura dos alunos. A metodologia empregada caracteriza-se como uma abordagem qualitativa, de natureza bibliográfica, fundamentada na análise de estudos e discussões acerca da formação de leitores e da atuação docente no contexto escolar. Os principais resultados evidenciaram que, embora os alunos tenham contato com o mundo letrado antes mesmo da escolarização, por meio de rótulos, aparelhos eletrônicos e internet, a leitura vem perdendo espaço no cotidiano escolar e social. Verificou-se, ainda, que a formação de leitores exige práticas pedagógicas diversificadas, condições favoráveis e a participação ativa do professor, evitando que a leitura seja reduzida a uma atividade mecânica e rotineira. Conclui-se que o professor exerce papel fundamental na formação de leitores autônomos, críticos e participativos, devendo promover a leitura como prática social, fonte de conhecimento, prazer e instrumento de exercício da cidadania.

Palavras-chave: Leitura; Ensino Aprendizagem; Professor.
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LIDERANÇA ESCOLAR E BEM-ESTAR PSICOSSOCIAL: PRÁTICAS E DESAFIOS NA GESTÃO DEMOCRÁTICA

Suely Soares da Silva de Mendonça [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Discente, Christian Business School. selyamaral@hotmail.com.

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: A gestão escolar contemporânea enfrenta desafios constantes para promover um ambiente saudável e acolhedor para todos os membros da comunidade escolar. Diante desse cenário, este artigo buscou investigar estratégias de liderança eficazes para enfrentar os problemas diários na gestão de equipes e na consolidação de um ambiente de bem-estar psicossocial. A metodologia aplicada baseou-se numa revisão bibliográfica que analisou as práticas gestoras e os seus impactos no cotidiano das instituições. Os principais resultados identificam como pilares determinantes para o sucesso da gestão: a cultura democrática; a aplicação da inteligência emocional; o apoio à formação continuada e a valorização da equipe pedagógica. Por outro lado, constatou-se que a resistência à mudança, a infraestrutura inadequada e a necessidade de qualificação profissional figuram como barreiras significativas para a implementação dessas diretrizes. Em conclusão, o estudo reafirma que não existe um modelo pronto a ser seguido, sendo indispensável a presença de gestores preparados para atuar de forma estratégica, participativa e alinhada ao bem estar e ao desenvolvimento integral de todos que fazem parte da instituição de ensino.

Palavras-chave: Liderança escolar; Gestão democrática; Bem-estar psicossocial; Inteligência emocional; Ambiente educacional.
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GESTÃO ESCOLAR E COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA DESAFIOS, MEDIAÇÕES E PRÁTICAS INCLUSIVAS NO CONTEXTO EDUCACIONAL CONTEMPORÂNEO

José Carlos Valério [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Discente, Christian Business School. valeriojosecarlos@yahoo.com.br.

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: O presente artigo discute as relações entre gestão escolar e coordenação pedagógica no contexto das práticas educacionais contemporâneas, enfatizando os desafios da gestão democrática, da inclusão escolar e da organização pedagógica nas instituições públicas de ensino. O estudo fundamenta-se em referenciais teóricos recentes que abordam a gestão educacional como instrumento de transformação social, considerando a coordenação pedagógica enquanto eixo articulador das práticas docentes e dos processos formativos. A pesquisa possui abordagem qualitativa, de natureza bibliográfica, construída a partir de estudos de Santos (2022), Libâneo (2018), Lück (2011), Paro (2015), Veiga (2013) e outros autores que discutem a organização escolar, a liderança pedagógica e a formação continuada dos professores. Argumenta-se que a efetivação de uma gestão participativa depende da construção de relações dialógicas entre gestores, coordenadores pedagógicos, docentes e comunidade escolar. Além disso, evidencia-se que a coordenação pedagógica assume papel estratégico na mediação dos conflitos institucionais, no acompanhamento do currículo e na consolidação de práticas inclusivas voltadas à aprendizagem significativa. Conclui-se que a integração entre gestão escolar e coordenação pedagógica fortalece a democratização da escola pública, amplia os processos de participação coletiva e contribui para a melhoria da qualidade educacional.

Palavras-chave: Gestão escolar; Coordenação pedagógica; Inclusão escolar; Gestão democrática; Práticas pedagógicas.
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INCLUSÃO ESCOLAR E SOBRECARGA DOCENTE: DESAFIOS E CONDIÇÕES PARA A ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES PÚBLICO-ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Mariana Campanholi [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Discente, Christian Business School. macampanholi@gmail.com.

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: A efetivação da educação inclusiva nos anos iniciais do Ensino Fundamental envolve desafios relacionados à formação docente, às práticas pedagógicas e às condições concretas de trabalho oferecidas aos professores. Nesse contexto, este estudo teve como objetivo analisar, a partir da literatura científica, os principais desafios relacionados à inclusão escolar e à sobrecarga docente no processo de alfabetização de estudantes público-alvo da Educação Especial. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter exploratório-descritivo. Após o levantamento bibliográfico e a leitura dos trabalhos inicialmente identificados, foram selecionados três estudos que apresentaram maior aproximação com o problema e os objetivos da pesquisa, constituindo o núcleo principal da análise. A análise foi organizada em três eixos: formação docente e preparo para a inclusão; desafios pedagógicos no processo de alfabetização; e apoio institucional, colaboração e complexificação do trabalho docente. Os resultados indicam que as dificuldades enfrentadas pelos professores não podem ser compreendidas exclusivamente como decorrentes das características dos estudantes, estando relacionadas também às condições de formação, aos recursos disponíveis, às demandas pedagógicas e ao suporte oferecido pela escola. Evidenciou-se, ainda, que a inclusão não constitui causa de sobrecarga docente, mas que a ampliação das demandas profissionais pode tornar-se mais difícil de sustentar quando não é acompanhada por condições adequadas de trabalho e por ações colaborativas. Conclui-se que a efetivação da inclusão e da alfabetização de estudantes público-alvo da Educação Especial requer responsabilidade institucional compartilhada e condições que possibilitem aos professores planejar, dialogar e construir coletivamente respostas pedagógicas às diferentes necessidades presentes na escola.

Palavras-chave: educação inclusiva; Educação Especial; Trabalho docente.
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ALFABETIZAÇÃO E INCLUSÃO ESCOLAR: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DA LEITURA E DA ESCRITA DE ESTUDANTES PÚBLICO-ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NOS ANOS INICIAIS

Mariana Campanholi [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Discente, Christian Business School. macampanholi@gmail.com.

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: A educação inclusiva pressupõe não apenas o acesso e a permanência dos estudantes público-alvo da Educação Especial na escola comum, mas também condições para sua participação e aprendizagem. No processo de alfabetização, essa discussão assume especial relevância, considerando a importância da leitura e da escrita para a trajetória escolar e a participação social. Este estudo teve como objetivo analisar, por meio de uma revisão integrativa da literatura, evidências sobre práticas pedagógicas, estratégias de mediação e recursos utilizados na alfabetização de estudantes público-alvo da Educação Especial nos anos iniciais do Ensino Fundamental, em contextos inclusivos. Foram analisados sete estudos empíricos, selecionados a partir de critérios previamente estabelecidos. Os resultados foram organizados em quatro eixos: possibilidades e condições de aprendizagem; práticas pedagógicas e mediação docente; acessibilidade e adaptação de recursos; e participação dos estudantes nas atividades de alfabetização. Os estudos indicam que estudantes com deficiência intelectual, transtorno do espectro autista e outras necessidades extensas de apoio podem avançar em leitura e escrita quando encontram propostas planejadas, mediação intencional, recursos acessíveis e oportunidades efetivas de participação. Conclui-se que a alfabetização inclusiva requer condições pedagógicas que favoreçam acesso, participação e aprendizagem.

Palavras-chave: Educação inclusiva; Alfabetização; Educação Especial.
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EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: DESAFIOS E POSSIBILIDADES DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

Cristiane Xavier Leite Fontes [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Discente, Christian Business School. E-mail: cristiane.fontes@yahoo.com.br.

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: Este artigo analisa os principais desafios e as possibilidades das práticas pedagógicas inclusivas na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. O estudo busca compreender como a organização do trabalho pedagógico pode favorecer a participação e a aprendizagem de crianças com diferentes necessidades no cotidiano escolar. A pesquisa adota abordagem qualitativa, de natureza bibliográfica e documental, com caráter descritivo-analítico, a partir de estudos brasileiros publicados principalmente entre 2021 e 2026 e de documentos educacionais relacionados à Educação Especial na perspectiva inclusiva. Os resultados indicam que a inclusão não se limita ao acesso à escola comum, envolvendo também participação, aprendizagem, organização dos espaços, flexibilização das atividades, formação docente e trabalho colaborativo. As pesquisas analisadas evidenciam dificuldades na formação inicial e continuada dos professores e na transformação das orientações normativas em práticas efetivas. Ao mesmo tempo, apontam possibilidades relacionadas ao planejamento flexível, à observação das respostas dos estudantes, à formação continuada em serviço, ao planejamento compartilhado e à articulação entre profissionais. Conclui-se que práticas inclusivas se fortalecem quando integram a organização pedagógica da escola e constituem responsabilidade coletiva.

Palavras-chave: Educação inclusiva; Educação Infantil; Práticas pedagógicas.
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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: POSSIBILIDADES, RISCOS E DESAFIOS PARA A FORMAÇÃO DOCENTE

Italo Gregório Carvalho Ferraz [1]


[1] Discente, CBS – Christian Business School.

RESUMO: Este artigo analisa as possibilidades, os riscos e os desafios relacionados à incorporação da inteligência artificial generativa na educação básica, com ênfase na formação e no trabalho docente. A pesquisa adota abordagem qualitativa, natureza exploratória e procedimento bibliográfico-documental, articulando legislação brasileira, orientações da UNESCO, documentos do Ministério da Educação e estudos acadêmicos publicados principalmente entre 2023 e 2026. Os resultados indicam que sistemas capazes de produzir textos, imagens, códigos e sínteses podem apoiar planejamento, acessibilidade, diferenciação pedagógica e avaliação formativa, desde que seus resultados sejam verificados e subordinados aos objetivos curriculares. A integração responsável requer governança institucional, proteção de crianças e adolescentes, critérios transparentes de avaliação, infraestrutura equitativa e formação continuada que combine fundamentos técnicos, ética, didática e investigação da prática. Conclui-se que a IA generativa não substitui a mediação humana, mas altera as condições em que ensinar, aprender e avaliar se realizam, tornando indispensável fortalecer a autonomia profissional do professor e a literacia crítica dos estudantes.

Palavras-chave: inteligência artificial generativa; educação básica; formação docente; avaliação; ética digital.
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GESTÃO INSTITUCIONAL E SAÚDE MENTAL NA REDE FEDERAL: O CUIDADO DE ADOLESCENTES EM INSTITUIÇÕES DESENHADAS PARA ADULTOS

Wanessa Campos Mascarenhas [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Mestranda em Ciências da Educação, Christian Business School (CBS). nessa.campos@ifpi.edu.br.

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: Este artigo analisa a gestão do cuidado em saúde mental na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cujos campi matriculam adolescentes em uma estrutura administrativa concebida segundo o modelo da educação superior. Realizou-se revisão bibliográfica narrativa, de abordagem qualitativa, apoiada em análise documental da legislação federal, com levantamento na SciELO, no Portal de Periódicos da CAPES, no Google Acadêmico e na Biblioteca Virtual em Saúde. O corpus reuniu vinte e uma fontes, organizadas em três categorias analíticas. Os resultados indicam que o aparato de cuidado dos Institutos Federais reproduz o modelo universitário, que pressupõe um estudante adulto capaz de procurar ajuda por iniciativa própria. A Lei nº 13.935/2019 e a Lei nº 14.819/2024 têm a execução ancorada em estruturas estaduais e municipais, sem previsão expressa sobre os campi federais. O estudante do ensino médio integrado tampouco figura nos principais levantamentos nacionais sobre saúde mental estudantil ou nos indicadores da Rede. Conclui-se que esse segmento ocupa uma zona de indefinição de governança, e propõem-se quatro eixos de gestão do cuidado derivados dessas condições.

Palavras-chave: Gestão institucional; Saúde mental estudantil; Educação profissional e tecnológica.
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