ENSINAR E APRENDER: A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

Maria Cícera da Silva Lima[1]

Ana Paula Gomes dos Santos[2]

Kíssila de Melo Santos[3]


[1] Doutoranda em Ciências da Educação pela Christian Business School-CBS, Mestra em Educação pela Universidade Aberta do Brasil (UAB), especialista em Processos de Ensino e Aprendizagem pelo CESMAC, pedagoga pela Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL) e licenciada em Letras pelo Instituto Federal de Alagoas (IFAL). E-mail: joseesil2018@gmail.com.

[2] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação pela Christian Business School-CBS, graduada em Letras Espanhol pela Faculdade Cesmac, pós-graduada em Ensino da Língua Portuguesa. E-mail: geosete.paula@gmail.com.

[3] Pedagoga pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), especialista em Educação Especial pela Faculdade de Venda Nova do Imigrante (FAVENI) e pós-graduanda em Educação Socioemocional no Contexto Escolar pela Instituição Evangélica de Novo Hamburgo (IENH). Professora da Educação Especial na Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (SEDUC/AL), com atuação na Sala de Recursos Multifuncionais (SRM) e no Atendimento Educacional Especializado (AEE). Ledora e transcritora do CEBRASPE. E-mail: kissila.melo0029015@souprof.al.gov.br.


RESUMO: Este artigo analisa a relação entre ensinar e aprender como eixo da construção do conhecimento na educação escolar. O objetivo foi discutir como a mediação docente, a organização didática e a participação discente articulam saberes historicamente produzidos e experiências vividas pelos estudantes. A metodologia adotada foi qualitativa, de natureza bibliográfica, com leitura analítica de obras clássicas e produções científicas recentes sobre didática, mediação, aprendizagem ativa e formação docente. Os resultados indicam que o ensino não se reduz à apresentação de informações, pois depende de intencionalidade pedagógica, vínculo com o conhecimento, escuta da turma e avaliação formativa. A aprendizagem consolida-se quando o aluno atribui sentido às informações, mobiliza operações de pensamento e participa da elaboração do próprio percurso. O estudo reconhece o professor como mediador ético, técnico e cultural, capaz de transformar conteúdos escolares em experiências formativas. Considera-se que ensinar e aprender constituem uma unidade dinâmica, indispensável à formação humana, à autonomia intelectual e à participação crítica na vida social.

Palavras-chave: Ensino. Aprendizagem. Conhecimento..DOWNLOAD EM PDF (AQUI)

EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Maria Cícera da Silva Lima [1] 
Kíssila de Melo Santos [2] 
Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva [3] 

[1] Doutoranda em Ciências da Educação pela Christian Business School-CBS, Mestra em Educação pela Universidade Aberta do Brasil (UAB), especialista em Processos de Ensino e Aprendizagem pelo CESMAC, pedagoga pela Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL) e licenciada em Letras pelo Instituto Federal de Alagoas (IFAL). E-mail: joseesil2018@gmail.com.[2] Pedagoga pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), especialista em Educação Especial pela Faculdade de Venda Nova do Imigrante (FAVENI) e pós-graduanda em Educação Socioemocional no Contexto Escolar pela Instituição Evangélica de Novo Hamburgo (IENH). Professora da Educação Especial na Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (SEDUC/AL), com atuação na Sala de Recursos Multifuncionais (SRM) e no Atendimento Educacional Especializado (AEE). Ledora e transcritora do CEBRASPE. E-mail: kissila.melo0029015@souprof.al.gov.br.[3] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.



RESUMO: Este artigo discute a educação inclusiva na Educação Infantil, com foco nas condições necessárias para que crianças com deficiência participem das experiências escolares desde os primeiros anos de vida. O objetivo foi analisar fundamentos legais, pedagógicos e institucionais que orientam a inclusão, considerando a articulação entre professor regente, Atendimento Educacional Especializado, família e gestão escolar. A metodologia foi qualitativa, bibliográfica e documental, apoiada em legislações brasileiras, documentos oficiais e artigos científicos de acesso aberto. Os resultados mostram que a matrícula representa apenas o primeiro passo da inclusão, pois a permanência com participação e aprendizagem exige planejamento acessível, recursos pedagógicos, registros qualificados, formação continuada e reorganização dos tempos, espaços e materiais da escola. A discussão evidencia que práticas centradas nas brincadeiras, nas interações, no desenho universal para a aprendizagem e na escuta das crianças ampliam as possibilidades de desenvolvimento. O estudo demonstra que a escola inclusiva se fortalece quando assume a diferença como princípio educativo e organiza respostas pedagógicas para cada criança sem separá-la do grupo.

Palavras-chave: Educação Inclusiva. Educação Infantil. Prática Pedagógica

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A CONSTRUÇÃO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA ESCOLAR E O PAPEL DO DIRETOR NA PROMOÇÃO DO APRENDIZADO COLETIVO

Josilma Braga de Almeida[1] 
Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]

[1]Doutoranda em Ciências da Educação, pela  Christian Business School, Mestra em Educação pela Universidade Metropolitana de Santos-UNIMES,Psicopedagoga, Pedagoga e Professora da rede Pública, email : professorajosilmab@gmail.com

[2] Rozineide Iraci Pereira da Silva, Doutora em Educação pela Cristian Business School.  rozineide.pereira1975@gmail.com


RESUMO: A gestão democrática constitui um dos principais fundamentos da organização escolar contemporânea, por favorecer a participação coletiva, a descentralização das decisões e o fortalecimento das relações entre os diferentes segmentos da comunidade escolar. Este artigo tem como objetivo analisar a construção da gestão democrática no ambiente escolar, destacando a contribuição do diretor como líder pedagógico no desenvolvimento do aprendizado coletivo. A pesquisa caracteriza-se como bibliográfica, de abordagem qualitativa e natureza descritiva, fundamentada em autores como Paro, Libâneo, Luck, Cury, Oliveira e na legislação educacional brasileira, especialmente a Constituição Federal de 1988 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996). O estudo apresenta os conceitos de gestão escolar, seus pilares e princípios, analisa o papel do diretor escolar e discute a gestão democrática como estratégia para fortalecer a participação da comunidade escolar na elaboração, execução e avaliação das ações pedagógicas. Também aborda o Projeto Político-Pedagógico como instrumento fundamental para a consolidação da gestão participativa. Os resultados demonstram que a liderança democrática do diretor favorece a construção de um ambiente colaborativo, fortalece os órgãos colegiados, amplia o compromisso coletivo e contribui significativamente para a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem.

Palavras-chave: Gestão Democrática. Gestão Escolar. Diretor Escolar. Liderança Educacional. Projeto Político-Pedagógico.

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ENTRE A NORMA E A PRÁTICA: DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

Andream Luis Sampaio Bentes[1]

Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Andream Luis Sampaio Bentes, Mestrando em Educação pela Cristian Business School.  andreamluis@gmail.com.

[2] Rozineide Iraci Pereira da Silva, Doutora em Educação pela Cristian Business School.  rozineide.pereira1975@gmail.com]


RESUMO: Este artigo analisa os desafios da gestão democrática em uma escola pública de educação básica, com atenção à distância entre a previsão legal e a vida cotidiana da instituição. O objetivo foi compreender como a participação, a atuação do conselho escolar, a escolha da direção, o planejamento pedagógico e a relação com a comunidade interferem na efetivação de práticas democráticas. A metodologia adotou abordagem qualitativa, com pesquisa bibliográfica e documental, apoiada em publicações acadêmicas brasileiras de acesso aberto e em documentos legais e institucionais produzidos entre 2021 e 2026. Os resultados indicam que a gestão democrática não se limita à existência de normas, eleições ou conselhos formalmente instituídos, pois depende de tempo coletivo, formação, transparência, mediação de conflitos e partilha real de responsabilidades. O estudo também mostra que a direção escolar permanece como peça decisiva para transformar mecanismos formais em processos participativos. A análise reforça que a democracia na escola exige organização, escuta e compromisso pedagógico contínuo.

Palavras-chave: Gestão democrática. Escola pública. Educação básica.

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A INCLUSÃO ESCOLAR PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA

Andreia Cristina Dalessi[1]

Ulisses Costa Simão[2]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[3]


[1] Possui graduação em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas pela Faculdade Integrada de Ariquemes (2011); graduação em Licenciatura Plena em Pedagogia pela Faculdade Internacional Lapa (2018); Pós – Graduada em Educação em Especial pela Faculdade Santo André (2012); Atualmente é servidora pública na Prefeitura Municipal de Ariquemes onde exerce a função de Professora (2020); Tem experiência na área de educação infantil, com ênfase em educação especial, atuando nos seguintes temas; Educação e Biologia. dallesy11@gmail.com

[2] É graduado em Psicologia pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e especialista em Neuroaprendizagem e Práticas Pedagógicas pela Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera. Atualmente é mestrando em Ciências da Educação e atua como Coordenador da Equipe Multiprofissional da SEMED, exercendo a função de psicólogo escolar desde 2012 na mesma instituição, como servidor estatutário. E-mail: psicologista@gmail.com

[3]Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.comhttps://orcid.org/0009-0000-6863-7874

RESUMO: Este artigo buscou analisar a trajetória histórica e educacional da pessoa com deficiência auditiva no Brasil, com foco na transição do Oralismo para o Bilinguismo. Por meio de uma metodologia qualitativa com técnica exploratória, o estudo discute como a repressão da língua de sinais por quase um século impactou o desenvolvimento intelectual e social dos surdos. Os resultados indicam que a adoção de Libras como língua natural é essencial para o desenvolvimento cognitivo e a efetiva inclusão escolar. Conclui-se que a escola deve atuar como um espaço de valorização da identidade surda, garantindo o acesso à comunicação visual-espacial e à interação cultural necessária para a cidadania. 

Palavras-chave: Deficiência auditiva. Oralismo. Bilinguismo. Inclusão escolar. 

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METODOLOGIAS ATIVAS E APRENDIZAGEM NO ENSINO MÉDIO: UM ESTUDO NA ESCOLA MARECHAL RONDON, EM BURITIS/RO

Andreia Cristina Dalessi[1]

Ulisses Costa Simão[2]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[3]


[1] Possui graduação em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas pela Faculdade Integrada de Ariquemes (2011); graduação em Licenciatura Plena em Pedagogia pela Faculdade Internacional Lapa (2018); Pós – Graduada em Educação em Especial pela Faculdade Santo André (2012); Atualmente é servidora pública na Prefeitura Municipal de Ariquemes onde exerce a função de Professora (2020); Tem experiência na área de educação infantil, com ênfase em educação especial, atuando nos seguintes temas; Educação e Biologia. dallesy11@gmail.com

[2] É graduado em Psicologia pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e especialista em Neuroaprendizagem e Práticas Pedagógicas pela Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera. Atualmente é mestrando em Ciências da Educação e atua como Coordenador da Equipe Multiprofissional da SEMED, exercendo a função de psicólogo escolar desde 2012 na mesma instituição, como servidor estatutário. E-mail: psicologista@gmail.com

[3]Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.comhttps://orcid.org/0009-0000-6863-7874

RESUMO: Esta pesquisa analisa os impactos das metodologias ativas no processo de ensino-aprendizagem no ensino médio, com foco na Escola Marechal Rondon, localizada no município de Buritis, Rondônia. Parte-se da problemática relacionada aos baixos índices de desempenho educacional, evidenciados por indicadores como o IDEB, e da necessidade de inovação nas práticas pedagógicas. Adota-se abordagem quali-quantitativa, por meio de estudo de caso, com aplicação de questionários, entrevistas, observação em sala de aula e análise documental. Os resultados indicam que a utilização de metodologias ativas contribui significativamente para o aumento do engajamento dos estudantes, melhoria da aprendizagem e desenvolvimento da autonomia discente. Conclui-se que tais metodologias representam uma alternativa viável para o enfrentamento dos desafios educacionais no ensino médio.

Palavras-chave: Metodologias ativas. Ensino médio. Aprendizagem. Rondônia. Educação pública.

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PROCESSOS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO EM TERRITÓRIOS SOCIALMENTE VULNERÁVEIS: DESAFIOS, ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS E POLÍTICAS EDUCACIONAIS PARA A PROMOÇÃO DA INCLUSÃO, DA CIDADANIA E DO DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DE CRIANÇAS EM CONTEXTOS DE DESIGUALDADE SOCIAL

Ana Cecília Melo de Miranda Losada[1]

Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva²


[1]Discente, Cristian Business School.  E-mail:anacecilia2001@gmail.com

²Orientadora:Pedagoga, Psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em escrita acadêmica avançada, Mestre em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL. e-mail:rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO

Esse artigo buscou analisar os desafios e as possibilidades da alfabetização e do letramento em contextos de vulnerabilidade social, considerando as condições socioeconômicas que impactam o processo de aprendizagem nos anos iniciais da educação básica. O estudo teve como objetivo compreender como práticas pedagógicas contextualizadas podem contribuir para o desenvolvimento das competências leitoras e escritoras de crianças inseridas em territórios marcados por desigualdades. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório, fundamentada em revisão bibliográfica e análise de experiências desenvolvidas em escolas públicas situadas em áreas periféricas urbanas. Foram mobilizadas contribuições teóricas de autores como Magda Soares, Paulo Freire e Emília Ferreiro, que discutem alfabetização, letramento e práticas sociais da linguagem. Os resultados evidenciam que estratégias pedagógicas integradas à realidade sociocultural dos estudantes favorecem maior engajamento, sentido e permanência escolar. Conclui-se que políticas públicas articuladas à formação docente continuada são fundamentais para assegurar o direito à alfabetização plena em contextos socialmente vulneráveis.

Palavras-chave : Alfabetização. Letramento. Vulnerabilidade social.

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