EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA CONTEMPORANEIDADE: DESAFIOS, PRÁTICAS E CAMINHOS PARA UMA ESCOLA SEM BARREIRAS

Angélica Aparecida Bertelli de Moraes[1]
Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


[1] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação pela Cristian Business School. 

[2] Pedagoga, Psicopedagoga, Analista do comportamento Aplicado, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestre em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas – UFAL. rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: A educação inclusiva na contemporaneidade tem se consolidado como um tema central nas discussões educacionais, dada sua relevância para a promoção da equidade, do respeito à diversidade e da garantia do direito à educação para todos. Nesse contexto, esta pesquisa teve como objetivo analisar os principais desafios, práticas pedagógicas e caminhos para a construção de uma escola sem barreiras, partindo da hipótese de que, apesar dos avanços nas políticas públicas, ainda existem limitações estruturais e pedagógicas que dificultam sua efetivação. Trata-se de um estudo de abordagem qualitativa, de caráter descritivo e exploratório, desenvolvido por meio de uma revisão da literatura, com levantamento de dados em bases acadêmicas e análise de produções científicas recentes sobre o tema. Os resultados evidenciaram que a inclusão tem avançado no acesso escolar, porém ainda enfrenta obstáculos relacionados à formação docente, às práticas pedagógicas, à infraestrutura e às barreiras atitudinais, destacando-se também o papel das tecnologias e da gestão escolar como elementos facilitadores do processo inclusivo. Conclui-se que a educação inclusiva é um processo contínuo que exige compromisso institucional, investimento em formação e inovação pedagógica, sendo fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e democrática.

Palavras-chave: Palavras-chave: Educação inclusiva. Inclusão escolar. Práticas pedagógicas.

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GÊNEROS TEXTUAIS AO CAMINHO DA PRÁTICA DE LEITURA E ESCRITA: RELATO DE EXPERIÊNCIA PEDAGÓGICA

Andrea M. Carneiro da Silva [1]

Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação pela Cristian Business School. Formada no curso de Pedagogia e especialista em Metodologia do Ensino Superior pela Universidade Federal de Rondônia – UNIR. profdrea@yahoo.com.br.

[2] Pedagoga, Psicopedagoga, Analista do comportamento Aplicado, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestre em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas – UFAL. rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo tem a finalidade de demonstrar a importância do gênero textual como um recurso promovedor ao desenvolvimento da formação de leitores e da produção da escrita no processo de ensino aprendizagem. Evidencia-se o papel relevante do professor ao ensino dessa ferramenta, apresentando a sua formação como um aspecto fundamental para adquirir práticas pedagógicas eficazes na mediação da promoção das habilidades do ato de ler, interpretar e escrever. Verifica-se também o procedimento das sequências didáticas propostas por alguns autores, metodologia na qual contribui para a organização das atividades escolares de forma sistemática. Destaca-se um relato de experiência de um projeto desenvolvido em uma escola pública que tem o propósito ao desenvolvimento das habilidades de leitura e a produção textual. Será constatada ainda a análise dessa proposta pedagógica, observando os aspectos positivos e negativos no decorrer do seu processo, analisando as metodologias adotadas e outras possíveis circunstâncias que se estabeleceram durante o processo de ensino aprendizagem. 

Palavras-chave: Palavras-chave: Gênero textual. Leitura e escrita. Relato de experiência.

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TRABALHO DOCENTE E DOCÊNCIA DE PROFESSORES BACHARÉIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA: FUNDAMENTOS TEÓRICOS DO DEBATE E NOVAS PERSPECTIVAS

Romário Silva Ribeiro[1]

Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


[1]Discente, Christian Business School.  Romariosr3@gmail.com.

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. https://orcid.org/0009-0000-6863-7874


RESUMO: O presente artigo analisa os fundamentos teóricos do trabalho docente de professores bacharéis na Educação Profissional e Tecnológica (EPT), articulando contribuições da literatura educacional com evidências empíricas oriundas de estudo anterior. Parte-se do entendimento de que o trabalho docente constitui uma prática social complexa, que envolve a mobilização de saberes pedagógicos, disciplinares e experienciais, sendo influenciado pelas condições institucionais e pelas políticas educacionais. No contexto da EPT, essa complexidade é ampliada pela exigência de integração entre formação técnica e formação humana, o que demanda do professor competências que extrapolam o domínio do conteúdo específico. Entretanto, a presença significativa de professores bacharéis, cuja formação inicial não contempla a dimensão pedagógica, evidencia uma contradição estrutural no campo educacional. Evidências indicam que esses docentes enfrentam dificuldades no planejamento didático, na condução das aulas e na avaliação da aprendizagem, desenvolvendo sua prática a partir da experiência. A análise teórica, fundamentada em autores como Saviani, Ciavatta, Tardif, Pimenta e Gatti, permite compreender que tais dificuldades não são individuais, mas resultam de lacunas na formação docente e nas políticas educacionais. Conclui-se que a superação dessas limitações exige a revisão das diretrizes de formação e o fortalecimento de políticas institucionais voltadas ao desenvolvimento pedagógico dos docentes na EPT.
Palavras-chave: Palavras-chave: Trabalho docente. Professores bacharéis. Educação Profissional e Tecnológica. Formação docente. Saberes docentes.

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AÇÃO PSICOSSOCIAL E ORIENTAÇÃO INTERATIVA ESCOLAR – APOIE E COMO ESTRATÉGIA DE PERMANÊNCIA E MEDIAÇÃO NA ESCOLA PÚBLICA

Roselene De Souza[1]

Rozineide Pereira Da Silva[2]


[1]Discente do Curso de Doutorado pela Cristian Business School. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-6422-3030. Mestra em Ciências das Religiões pela Faculdade Unida de Vitória (FUV/ES). E-mail: roselene.souza@educador.edu.es.gov.br

Orcid:https://orcid.org/0009-0000-6863-7874; Titulação:Ph.D.Doutora em Ciências da Educação, professora orientadora da Christian Business School-CBS, E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este estudo investiga a Ação Psicossocial e Orientação Interativa Escolar (APOIE) como uma abordagem para apoiar a permanência dos alunos e mediar conflitos nas escolas públicas, ressaltando sua importância no âmbito da rede estadual de ensino do Espírito Santo. Criado pela Portaria SEDU nº 108-R/2019 e, em seguida, reorganizado pelo Decreto nº 5.971-R/2023, além das Portarias nº 111-R/2023 e nº 234-R/2024, o programa tem o objetivo de diminuir a evasão escolar, fortalecer as relações entre escola, família e comunidade, e ainda promover ambientes educacionais que sejam mais acolhedores e inclusivos. A pesquisa utiliza uma abordagem qualitativa, com caráter bibliográfico e documental, baseada em referenciais teóricos relacionados à educação, à gestão escolar e às políticas públicas. Os resultados demonstram que o APOIE desempenha um papel importante no combate à infrequência escolar, na mediação de conflitos e no apoio a alunos que se encontram em situações de vulnerabilidade social e emocional. Foi constatado também que alterações nas formas de contratação dos profissionais e a falta de continuidade das equipes podem impactar a dinâmica do programa, enfraquecendo vínculos institucionais e dificultando a consolidação das ações realizadas. Conclui-se que o APOIE é uma relevante política pública direcionada à assegurar o acesso, a permanência e o êxito escolar, podendo servir como modelo para outras redes de ensino que estão engajadas na promoção de uma educação pública democrática e humanizada.

Palavras-chave: Palavras-chave: APOIE. Permanência estudantil. Mediação escolar. Política educacional. Escola pública..

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A LITERATURA INFANTOJUVENIL E AS SUAS INTERFACES NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM

Andrea M. Carneiro da Silva [1]

Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação pela Cristian Business School. Formada no curso de Pedagogia e especialista em Metodologia do Ensino Superior pela Universidade Federal de Rondônia – UNIR. profdrea@yahoo.com.br.

[2] Pedagoga, Psicopedagoga, Analista do comportamento Aplicado, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestre em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas – UFAL. rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: A finalidade deste artigo é de analisar a importância da literatura infantojuvenil no processo de ensino aprendizagem como promovedora ao desenvolvimento da formação de leitores e da produção textual na Educação Básica. Também são abordados os aspectos que marcaram a renovação da literatura infantojuvenil no Brasil, destacando alguns teóricos e obras que contribuíram com esse processo. Apresenta-se ainda neste estudo a relevância do papel do professor referente às aprendizagens das habilidades de ler e escrever, mas para alcançar tais resultados, é imprescindível a sua participação ativa e dinâmica, que busque constantemente estar atualizado e entenda que é essencial ter uma formação continuada. Dessa forma, estará apto a adotar metodologias inovadoras para promover nos alunos as capacidades de leitura, oralidade, interpretação e escrita, contribuindo para o aprimoramento do ensino e, consequentemente, o ingresso dos estudantes ao ensino superior com as competências adequadas conforme a série e o ano escolar.

Palavras-chave: Palavras-chave: Literatura infantojuvenil. Leitura e escrita. Formação do professor.

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OS CONTOS DE FADAS COMO UM MEIO MOTIVADOR NA PRÁTICA EDUCATIVA

Andrea M. Carneiro da Silva [1]

Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação pela Cristian Business School. Formada no curso de Pedagogia e especialista em Metodologia do Ensino Superior pela Universidade Federal de Rondônia – UNIR. profdrea@yahoo.com.br.

[2] Pedagoga, Psicopedagoga, Analista do comportamento Aplicado, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestre em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas – UFAL. rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo propõe apresentar a relevância dos contos de fadas como um meio promovedor ao desenvolvimento da formação de leitores e da produção textual no processo de ensino aprendizagem. Verificou-se que esses contos são um recurso lúdico que contribuem para as defasagens no que cerne a leitura e a escrita na Educação Básica e consequentemente comprometendo as próximas etapas de ensino. Entretanto, cabe a escola buscar soluções que possam resolver essa problemática, e o professor tem um papel essencial nesse processo. Porém, comprovou-se a necessidade que esse profissional esteja preparado e compreenda a importância de estar sempre atualizado em metodologias que levem o aluno ao desenvolvimento das habilidades da leitura e escrita, logo a escola estará contribuindo para sanar as dificuldades apresentadas nesse estudo.

Palavras-chave: Palavras-chave: Contos de fadas. Leitura e escrita. Papel do professor.

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A CRÔNICA COMO GÊNERO LITERÁRIO RELEVANTE NO PROCESSO EDUCATIVO

Andrea M. Carneiro da Silva [1]

Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação pela Cristian Business School. Formada no curso de Pedagogia e especialista em Metodologia do Ensino Superior pela Universidade Federal de Rondônia – UNIR. profdrea@yahoo.com.br.

[2] Pedagoga, Psicopedagoga, Analista do comportamento Aplicado, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestre em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas – UFAL. rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo tem como objetivo demonstrar a importância do gênero textual crônica como um recurso promovedor ao desenvolvimento da formação de leitores e da produção da escrita no processo de ensino aprendizagem. Comprovou-se que as crônicas com suas características que envolvem o leitor numa aproximação com o cotidiano da realidade social, contribuem de forma significativa para sanar as defasagens relacionadas a problemática da incapacidade de ler, interpretar e escrever por parte dos alunos. Contudo, cabe ao professor proporcionar o acesso do gênero textual da crônica em sua prática pedagógica, utilizando-se de metodologias inovadoras que priorizem no cotidiano da escola o hábito de ler e escrever.  

Palavras-chave: Palavras-chave: Gênero textual da crônica. Leitura e escrita. Papel do professor.

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INTEGRAÇÃO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS NO ENSINO: ESTUDO SOBRE COMO INSERIR TECNOLOGIAS DIGITAIS DE FORMA EFICAZ NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

Auricélio das Neves Matos [1]

Jorge Luiz Pereira Correia [2]


[1] Orcid: https://orcid.org/0009-0005-7907-3388; Mestre em Ciências da Educação pela Word University Ecumenical ;E-mail :auriceliomatos@gmail.com

[2] Orcid: https://orcid.org/0009-0007-6977-2497; Titulação:Dr.Doutor em Ciências da Educação, professor orientador da Word University Ecumenical,E-mail: correia.jorge57@gmail.com.

RESUMO: Este estudo examina a integração das tecnologias digitais nos processos de ensino-aprendizagem, com o propósito de investigar como o uso desses recursos pode efetivamente qualificar a práxis pedagógica e elevar os resultados educacionais. Parte-se da premissa fundamental de que a mera inserção de aparatos tecnológicos no ambiente escolar é insuficiente para promover inovação; a eficácia da integração depende, inalienavelmente, de uma abordagem dotada de intencionalidade, criticidade e alinhamento estratégico aos objetivos educacionais preconizados. A investigação, conduzida sob uma perspectiva qualitativa, fundamenta-se na análise crítica de práticas pedagógicas, referencial teórico atualizado e experiências educacionais que demonstram a potencialidade significativa do uso dessas tecnologias. Os achados indicam que o sucesso da integração tecnológica está condicionado a fatores determinantes, tais como a oferta de formação continuada aos docentes, o planejamento pedagógico criterioso e a seleção de ferramentas que promovam, de maneira efetiva, a participação ativa dos discentes. Ademais, ressalta-se o papel preponderante das metodologias ativas, a exemplo da aprendizagem baseada em projetos e do ensino híbrido na potencialização da tecnologia como mediadora qualificada do conhecimento. Observou-se, ainda, que o uso crítico e reflexivo das interfaces digitais concorre para o desenvolvimento de competências essenciais, tais como a autonomia, a capacidade de colaboração e o pensamento crítico. Em última análise, conclui-se que a integração das tecnologias digitais exige um esforço que transcende a dimensão infraestrutural; demanda uma reconfiguração profunda das práticas pedagógicas, investimentos perenes em capacitação docente e a adoção de uma visão educacional que privilegie, o protagonismo e a agência do estudante.

Palavras-chave: Palavras-chave: Tecnologias digitais.Ensino-aprendizagem. Inovação pedagógica.

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OS DESAFIOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

Ana Carolina Serrão Gama [1]
Dra. Sandra Milena Camelo Pinilla


[1] Mestranda em Ciências da Educação
[2] Phd, Orientadora

RESUMO: O processo de alfabetização e letramento é essencial para o desenvolvimento educacional, social e cidadão dos indivíduos, pois possibilita não apenas a aquisição   das habilidades básicas de leitura e escrita, mas também a formação de sujeitos críticos e participativos na sociedade. No entanto, no contexto brasileiro, ainda existem inúmeros desafios que comprometem a eficácia desse processo, especialmente nas séries iniciais do Ensino Fundamental, fase decisiva para a consolidação da aprendizagem. Entre esses desafios, destacam-se fatores históricos, econômicos e pedagógicos que influenciam diretamente o desempenho dos alunos. Este artigo tem como objetivo analisar os principais obstáculos enfrentados na alfabetização e no letramento, considerando aspectos como a desigualdade social, a formação docente, as condições estruturais das escolas e as práticas pedagógicas adotadas em sala de aula. A pesquisa foi realizada por meio de revisão bibliográfica, com base em livros, artigos científicos e publicações de instituições especializadas na área da educação, garantindo fundamentação teórica consistente. A escolha do tema justifica-se pelo seu impacto direto na aprendizagem e no pleno exercício da cidadania, uma vez que dificuldades nesse processo podem gerar prejuízos ao longo da vida escolar. A análise evidenciou que enfrentar os entraves na alfabetização requer ações articuladas entre políticas públicas, formação continuada de professores e práticas pedagógicas mais inclusivas, inovadoras e contextualizadas à realidade dos estudantes.

Palavras-chave: Alfabetização. Letramento. Educação Básica.

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INCLUSÃO ESCOLAR E DIVERSIDADE NO ENSINO FUNDAMENTAL I

Juliana Lubiano Nunes[1]

Janice Leite Silva Santos[2]
Jailson Gilson Nunes Soares[3]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [4]


Autores: Mestrandos do Curso de Mestrado em Ciências da Educação pela Cristian Business School
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: Este artigo discute a inclusão escolar e a diversidade no Ensino Fundamental I, articulando o direito à educação com as exigências de acessibilidade, participação e aprendizagem, bem como com a abordagem curricular das relações étnico-raciais e das diferenças culturais e de gênero. A partir de análise documental e bibliográfica, o texto sistematiza marcos legais e políticas educacionais brasileiras, em diálogo com referenciais internacionais e com propostas de gestão escolar orientadas para a remoção de barreiras. Os resultados apontam que a efetivação da inclusão depende de uma governança pedagógica capaz de alinhar currículo, avaliação e planejamento à heterogeneidade da turma, transformando a cultura escolar e qualificando as práticas de sala de aula. Indica-se, ainda, que a diversidade não deve ser tratada como tópico periférico, mas como eixo estruturante do projeto político-pedagógico, especialmente quando se considera a formação das crianças para a convivência democrática e o reconhecimento de identidades historicamente subalternizadas.

Palavras-chave: Inclusão Escolar. Diversidade. Ensino Fundamental I. 

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