PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE ACOLHIMENTO E PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL NA ESCOLA: ESCUTA, PERTENCIMENTO E ARTICULAÇÃO COM A REDE DE PROTEÇÃO

Belvania da Silva Bento [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Mestranda em Educação, CBS – Christian Business School. belvania.10@hotmail.com.

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: O artigo discute práticas pedagógicas de acolhimento que podem favorecer a saúde mental dos estudantes, considerando a escola como espaço de relações, aprendizagem e proteção social. O estudo foi desenvolvido por meio de revisão narrativa qualitativa, fundamentada em pesquisas publicadas entre 2021 e 2025, relatórios internacionais e legislação brasileira. A leitura comparativa das fontes orientou a organização de quatro dimensões: escuta e participação estudantil, convivência e prevenção da violência, propostas pedagógicas de promoção do bem-estar e articulação com serviços de saúde e assistência social. Os estudos consultados indicam que sentir-se respeitado, participar das decisões e estabelecer vínculos positivos são componentes relevantes do acolhimento. Revisões internacionais também apontam benefícios potenciais de intervenções escolares, embora ressaltem diferenças de contexto e qualidade de implementação. Verificou-se que atividades isoladas, sem continuidade e sem protocolos de proteção, não substituem políticas de cuidado. Conclui-se que o acolhimento deve atravessar o projeto pedagógico, as relações cotidianas e a rede territorial, preservando a voz dos estudantes e distinguindo ações educativas de atendimento clínico.

Palavras-chave: Acolhimento escolar. Saúde mental. Práticas pedagógicas.
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FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES PARA O ACOLHIMENTO EMOCIONAL DE ESTUDANTES: SABERES, DESAFIOS E POSSIBILIDADES

Belvania da Silva Bento [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Mestranda em Educação, CBS – Christian Business School. belvania.10@hotmail.com.

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: Este artigo analisa de que maneira a formação continuada de professores pode contribuir para o acolhimento emocional dos estudantes no cotidiano escolar, sem transferir aos docentes responsabilidades próprias dos serviços especializados de saúde. Desenvolveu-se uma revisão narrativa, de natureza qualitativa, apoiada em artigos científicos publicados entre 2023 e 2026, documentos institucionais de 2021 e legislação brasileira de 2019 e 2024. Os materiais foram examinados por aproximação temática, considerando conhecimentos sobre saúde mental, atitudes de escuta, condições de trabalho e articulação intersetorial. A literatura consultada indica que ações formativas contextualizadas podem ampliar a compreensão docente sobre sofrimento emocional, reduzir interpretações estigmatizantes e favorecer encaminhamentos responsáveis. Também revela que o acolhimento perde consistência quando é tratado como obrigação individual do professor, desvinculada de tempo institucional, trabalho coletivo e acesso à rede de proteção. Conclui-se que uma formação pertinente precisa integrar reflexão sobre a prática, cuidado com os profissionais, participação estudantil e pactuação de fluxos com saúde e assistência social, reconhecendo que acolher é uma responsabilidade compartilhada.

Palavras-chave: Formação continuada. Saúde mental escolar. Acolhimento emocional.
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O PROFESSOR FRENTE À INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: DESAFIOS DA FORMAÇÃO DOCENTE PARA A INCLUSÃO PRODUTIVA

Andream Luis Sampaio Bentes [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Mestrando em Educação pela Christian Business School. andreamluis@gmail.com.

[2] Doutora em Educação pela Christian Business School. rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Este artigo analisa os desafios da formação docente frente à inteligência artificial, com atenção à inclusão produtiva dos estudantes. O objetivo foi compreender quais saberes profissionais ajudam o professor a integrar sistemas generativos ao ensino sem ceder sua autonomia pedagógica, a autoria discente ou a proteção de dados. A pesquisa adotou revisão bibliográfica narrativa e análise documental de quinze fontes abertas, publicadas entre 2021 e 2026. O corpus reuniu artigos brasileiros, documentos do Ministério da Educação, legislação nacional e referenciais internacionais sobre competências em inteligência artificial e trabalho. A análise identificou quatro exigências formativas: letramento técnico, decisão pedagógica, responsabilidade ética e leitura das mudanças ocupacionais. Os resultados indicam que o domínio operacional de ferramentas não basta. O professor precisa verificar respostas, reconhecer vieses, redesenhar avaliações, proteger informações pessoais e relacionar conteúdos escolares às tarefas profissionais mediadas por sistemas inteligentes. A inclusão produtiva exige acesso equitativo, formação continuada vinculada à prática e participação docente nas regras institucionais. A inteligência artificial ganha valor educacional quando permanece subordinada aos objetivos de aprendizagem e ao julgamento humano.

Palavras-chave: Inteligência artificial. Formação docente. Inclusão produtiva.
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FAMÍLIA, SOCIEDADE E ESCOLA: DESAFIOS DA PARCERIA NO PROCESSO EDUCATIVO

Pamela Kawanaka dos Santos [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Discente, Christian Business School-CBS. E-mail: pamelakawanaka@gmail.com.

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: Esse artigo buscou abordar a relação entre família, escola e sociedade, que apesar de ocupar lugar importante no processo educativo, continua marcada por tensões, expectativas distintas e condições desiguais de participação. Este artigo discute esses desafios a partir de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter exploratório-descritivo, sustentada por estudos nacionais e internacionais sobre envolvimento familiar, desigualdades educacionais, diversidade das configurações familiares, comunicação e gestão democrática. A análise mostrou que a aproximação entre família e escola não pode ser medida apenas pela presença dos responsáveis em reuniões ou atividades institucionais, pois o acompanhamento também se manifesta em práticas cotidianas realizadas fora da escola. Os estudos examinados revelam ainda que diferenças sociais, culturais e institucionais interferem nas possibilidades de participação e na forma como esse envolvimento é reconhecido. Outro aspecto recorrente diz respeito à qualidade da comunicação e à abertura efetiva dos espaços de decisão. A parceria tende a se fortalecer quando há diálogo, reconhecimento da diversidade familiar, clareza de responsabilidades e condições mais acessíveis de participação. Desse modo, a relação entre família, sociedade e escola precisa ser compreendida como uma construção compartilhada, e não como responsabilidade isolada de uma das partes.

Palavras-chave: relação família-escola; envolvimento familiar; participação social; processo educativo; gestão democrática.
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AVALIAÇÃO FORMATIVA E AVALIAÇÃO SOMATIVA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: CONCEPÇÕES, PRÁTICAS, DESAFIOS E POTENCIALIDADES

Nanci dos Santos Amabili [1]

Ana Maria Soares Gonçalves [2]

Regina Paula de Souza Freitas Sanches [3]

Rosangela Zavan Firmiano [4]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [5]


[1] Discente, CBS – Christian Business School.

[2] Discente, CBS – Christian Business School.

[3] Discente, CBS – Christian Business School.

[4] Discente, CBS – Christian Business School.

[5] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: Este artigo tem por objetivo analisar, por meio de pesquisa bibliográfica, as concepções, as práticas, os desafios e as potencialidades da avaliação formativa e da avaliação somativa no contexto da educação básica brasileira. Parte-se do pressuposto de que avaliar é, antes de tudo, um ato de compreender para intervir, e não apenas de medir e classificar. Para tanto, foi construído um corpus de seis produções científicas nacionais e internacionais, publicadas entre 2008 e 2026, que discutem a avaliação da aprendizagem em diferentes etapas e componentes curriculares, do 1º ano do Ensino Fundamental ao ensino de Matemática. A pesquisa, de natureza qualitativa e caráter bibliográfico, foi orientada pelas contribuições teóricas de Luckesi, Hadji, Perrenoud, Hoffmann, Black e Wiliam, entre outros estudiosos da avaliação educacional. Os achados evidenciam que a avaliação somativa, quando utilizada de forma isolada e classificatória, tende a reforçar desigualdades e a reduzir o processo educativo a números; já a avaliação formativa, ao acompanhar continuamente o aluno, favorece a regulação do ensino e a aprendizagem significativa. Constata-se, contudo, que ambas as modalidades não são excludentes, mas complementares, e que sua articulação constitui um dos maiores desafios e também uma das maiores potencialidades da prática pedagógica contemporânea. Conclui-se que repensar a avaliação é, em última instância, repensar o próprio sentido de educar.

Palavras-chave: Avaliação formativa; Avaliação somativa; Aprendizagem; Prática pedagógica; Pesquisa bibliográfica.
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FORMAÇÃO NECESSÁRIA AO PROFESSOR PARA ATUAR COM ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS (NEE) NAS SALAS REGULARES DE ENSINO

Corina Delboni Lóss [1]

Célia Delboni [2]

Umberto Carlos Vicentino Junior [3]

Waldemar Vicentino Neto [4]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [5]


[1] Discente da Christian Business School. corinadeloss@hotmail.com. Pedagoga, Licenciatura em Pedagogia.

[2] Discente da Christian Business School. profaceliasardel@yahoo.com.br. Supervisora Escolar, Licenciatura em Pedagogia.

[3] Discente da Christian Business School. umbertocvicentino@gmail.com. Professor, Licenciatura em Letras, Português/Inglês.

[4] Discente da Christian Business School. waldemar.oficial27@gmail.com. Professor, Licenciatura em Letras, Português/Inglês.

[5] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: Esse artigo buscou analisar até que ponto a formação do professor das salas regulares de ensino possibilita o desenvolvimento integral do aluno com necessidades educativas especiais, respeitando suas especificidades, garantindo seu aprendizado de acordo com seu ritmo, assim como abordar sobre a preparação da escola, que, apesar das inserções nessa área, deverá passar por uma reconstrução no processo ensino-aprendizagem, efetivando-se como ambiente acolhedor no qual a diferença faça parte de um processo mais amplo: a inclusão. A discussão abordou a trajetória da educação especial inclusiva, seus marcos legais, a formação docente e a necessidade de práticas pedagógicas diferenciadas. Adotou-se pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa, fundamentada em Sacristán, Mantoan e Perrenoud, entre outros autores. Sacristán fundamenta a valorização da diversidade no contexto educativo; Mantoan destaca a transformação da escola como condição para a inclusão; e Perrenoud ressalta o desenvolvimento de competências docentes para atender às diferentes necessidades de aprendizagem. Conclui-se que a inclusão exige compromisso dos educadores e da escola com a aprendizagem, o respeito à diversidade e a garantia de participação, autonomia e igualdade de oportunidades.

Palavras-chave: Formação de professores. Inclusão. Necessidades Educativas Especiais.
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AS DIFICULDADES EXISTENTES PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIAS NAS ESCOLAS TÉCNICAS E ENSINO MÉDIO

Joélia Maria Silva [1]

Maria Sandra Eli da Silva [2]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [3]


[1] Licenciada em Pedagogia pela Universidade de Pernambuco (UPE), Polo Garanhuns. Pós-graduada em Psicopedagogia pela UPE, Polo Nazaré da Mata. Pós-graduada em Libras Inclusiva pela Faculdade Modelo. Pós-graduada em Orientação e Mobilidade pela Alpha Recife. Possui cursos técnicos em Libras e Braille e curso de extensão em Educação Especial. E-mail: joeliadelson@gmail.com.

[2] Licenciada em Química pelo Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), Campus Barreiros. Pós-graduada em Química Geral e Industrial pela Unyleya. Possui curso técnico em Libras pelo IFPE, Campus Barreiros. E-mail: msandra.esilva@gmail.com.

[3] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: Este artigo analisa as dificuldades de inclusão e as possibilidades pedagógicas vivenciadas por estudantes com deficiência e neuro divergências no Ensino Médio e em cursos técnicos de nível médio (Edificações, Guia de Turismo e Desenvolvimento de Sistemas) em Barreiros, Zona da Mata Sul de Pernambuco. A partir de uma abordagem qualitativa, articulada ao estudo de caso e à pesquisa-ação, o estudo acompanhou 15 estudantes atípicos e 8 professores em duas escolas da rede estadual de ensino. As ações envolveram conversas reflexivas com o corpo docente, acompanhamento de salas de aula e intervenções na Sala de Atendimento Educacional Especializado (AEE). Os resultados demonstraram que, embora persistam desafios logísticos de transporte público adaptado e de infraestrutura física, a desconstrução de barreiras atitudinais, a adaptação flexível de materiais e o uso de recursos de comunicação garantiram avanços expressivos na autonomia dos alunos, no protagonismo em projetos e na superação do descrédito inicial docente. Conclui-se que a inclusão na Educação Profissional vai além da garantia de matrícula, consolidando-se como preparação efetiva para a cidadania e a inserção no mundo do trabalho.

Palavras-chave: Educação Inclusiva; Ensino Técnico; Atendimento Educacional Especializado; Acessibilidade; Formação Docente.
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PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS: O PAPEL DA LUDICIDADE NA INTEGRAÇÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Raimundo dos Santos Sousa [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Christian Business School. sousanto49@gmail.com.

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: Este artigo buscou investigar o papel da ludicidade como estratégia pedagógica fundamental para a inclusão de crianças com deficiência na Educação Infantil. Através de revisão bibliográfica qualitativa, analisou-se como atividades lúdicas, jogos e brincadeiras podem promover o desenvolvimento integral, a socialização e a aprendizagem de crianças público-alvo da Educação Especial (PAEE). Os resultados indicam que o brincar, enquanto eixo curricular, facilita o acolhimento, fortalece vínculos afetivos e cria ambientes estimulantes para todas as crianças. Conclui-se que a ludicidade é indispensável para práticas pedagógicas inclusivas exitosas, embora desafios estruturais e de formação docente ainda persistam no cenário educacional brasileiro.

Palavras-chave: Educação Inclusiva; Ludicidade; Educação Infantil.
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A MEDIAÇÃO DOCENTE NO BRINCAR COMO ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA PARA O DESENVOLVIMENTO INTEGRAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Cristiane Xavier Leite Fontes [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Discente, Christian Business School. cristiane.fontes@yahoo.com.br.

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: A mediação docente no brincar constitui um dos principais elementos para a efetivação de práticas pedagógicas voltadas ao desenvolvimento integral das crianças na Educação Infantil. Este artigo teve como objetivo analisar, por meio da literatura científica, como a atuação do professor qualifica o brincar como estratégia pedagógica capaz de favorecer o desenvolvimento cognitivo, social, emocional, motor e linguístico das crianças. A pesquisa caracteriza-se como bibliográfica, de abordagem qualitativa, natureza exploratória e descritiva, desenvolvida mediante revisão narrativa da literatura. O referencial teórico fundamentou-se em autores clássicos da Psicologia e da Educação, em documentos normativos da educação brasileira e em estudos científicos contemporâneos sobre ludicidade e mediação pedagógica. A análise evidenciou que o brincar representa uma linguagem própria da infância e um direito fundamental, cujo potencial educativo depende da intencionalidade pedagógica, da organização dos ambientes e da qualidade das intervenções docentes. Os resultados indicam que a mediação do professor amplia as possibilidades de aprendizagem e fortalece o desenvolvimento integral, ao mesmo tempo em que preserva o protagonismo infantil e a natureza lúdica das experiências. Conclui-se que a consolidação do brincar como eixo estruturante da Educação Infantil requer formação docente, planejamento pedagógico e condições institucionais que favoreçam práticas educativas coerentes com as especificidades da infância.

Palavras-chave: Educação Infantil; brincar; mediação docente.
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A INFLUÊNCIA DAS METODOLOGIAS ATIVAS NO DESENVOLVIMENTO DAS COMPETÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E INTERPRETAÇÃO TEXTUAL: PERSPECTIVAS PARA UMA APRENDIZAGEM CRÍTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA

Sonia Fatima de Lima [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Mestranda em Ciências da Educação pela Christian Business School-CBS. Lattes: http://lattes.cnpq.br/1044244054739979.

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: As transformações sociais, tecnológicas e culturais ocorridas nas últimas décadas têm exigido práticas pedagógicas capazes de responder às demandas de uma educação voltada para o desenvolvimento de competências essenciais à formação integral dos estudantes. Nesse contexto, as metodologias ativas promovem o protagonismo discente, a aprendizagem colaborativa, a autonomia intelectual e o pensamento crítico. O presente estudo tem como objetivo analisar a influência das metodologias ativas no desenvolvimento das competências de leitura, escrita e interpretação textual, destacando suas contribuições para a formação de sujeitos críticos e participativos. A pesquisa caracteriza-se como revisão bibliográfica de abordagem qualitativa, natureza exploratória e descritiva, fundamentada em livros, artigos científicos, documentos oficiais e produções acadêmicas sobre metodologias ativas, letramentos, cultura digital e ensino de Língua Portuguesa. O referencial teórico apoia-se, principalmente, em Freire, Vygotsky, Bakhtin, Marcuschi, Koch e Elias, Kleiman, Rojo e Moura, Soares, Moran, Bacich e na Base Nacional Comum Curricular. A literatura analisada indica que estratégias como aprendizagem baseada em problemas, aprendizagem baseada em projetos, sala de aula invertida, gamificação e aprendizagem colaborativa podem favorecer a leitura crítica, a produção textual, a argumentação e a interpretação de diferentes gêneros discursivos. Conclui-se que, quando pedagogicamente planejadas, as metodologias ativas podem contribuir para o fortalecimento das competências linguísticas e para uma aprendizagem mais significativa e contextualizada na Educação Básica.

Palavras-chave: metodologias ativas; leitura crítica; produção textual; interpretação textual; competências linguísticas; letramento digital.
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