Marina Flaminio Reche[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]
[1]Discente, Christian Business School
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School
RESUMO: Este artigo analisa o papel das tecnologias assistivas no contexto da educação inclusiva, enfatizando a formação docente como eixo estruturante para sua implementação efetiva. Trata-se de uma revisão teórica narrativa fundamentada na produção científica recente sobre inclusão escolar, tecnologia assistiva e desenvolvimento profissional docente. A literatura evidencia que recursos como softwares adaptados, leitores de tela, sistemas de comunicação alternativa e ferramentas digitais acessíveis ampliam significativamente as possibilidades de acesso ao currículo, participação e autonomia de estudantes com deficiência no ambiente escolar. Contudo, a simples disponibilização desses recursos não garante sua apropriação pedagógica, pois muitos professores ainda apresentam lacunas formativas quanto à seleção, adaptação e integração das tecnologias assistivas às práticas de ensino, revelando que os desafios envolvem aspectos formativos, institucionais e políticos. Nesse sentido, argumenta-se que a articulação entre formação inicial e continuada, desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas e fortalecimento de políticas públicas constitui condição indispensável para a consolidação da educação inclusiva. Experiências formativas demonstram potencial para qualificar a atuação docente quando estruturadas de modo crítico e contextualizado. Conclui-se que a efetividade das tecnologias assistivas depende de uma abordagem sistêmica que integre recursos tecnológicos, preparo profissional e reorganização pedagógica, assegurando a participação plena de todos os estudantes.
Palavras-chave: Tecnologia Assistiva. Formação de Professores. Práticas Pedagógicas
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