AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM COMO ELEMENTO CONSTITUTIVO DA PRÁXIS PEDAGÓGICA


Andréa Queila de Barros e Silva  [1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


[1] Discente, Mestrado em Ciências da Educação Christian Business School
[2]  Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: O presente artigo busca averiguar a avaliação da aprendizagem como componente da práxis pedagógica, percebendo-a não como um método isolado, mas como eixo integrador e intrínseco ao ato de ensinar. A investigação parte da estimativa de que a avaliação, quando amparada por um propósito pedagógico evidente e por um compromisso ético e político com a formação humana integral, aponta-se como um suporte estrutural de um ensino comprometido com a autonomia dos indivíduos e com a mudança social. À luz metodológica, trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa, elaborada por meio de revisão bibliográfica narrativa. A literatura é norteada a partir dos estudos de referenciais teóricos da pedagogia crítica brasileira e da teoria da avaliação educacional, de autores como Luckesi, Freire, Franco, Hoffmann, Vasconcellos, Pimenta, Alarcão e Imbernón, selecionadas devido a pertinência teórica e de sua articulação com os eixos temáticos investigados. O procedimento de análise compôs-se na leitura analítica e interpretativa das obras que integram o corpus, com enfoque na identificação e no aprofundamento das seguintes categorias conceituais: práxis pedagógica, avaliação formativa, mediação pedagógica, reflexividade docente e intencionalidade ético-política. Os resultados da análise bibliográfica revelam que a avaliação da aprendizagem somente exerce sua função pedagógica plena quando agregada ao planejamento, à execução e à reflexão sobre o ensino, configurando-se como diagnóstico, possibilitando uma intervenção pedagógica a serviço da aprendizagem de todos os discentes. Logo, a ressignificação da avaliação — do parecer classificatório à mediação pedagógica — exige uma mudança profunda na perspectiva de educação, reposicionando o professor como ser reflexivo, ético e político engajado com uma educação de qualidade.

Palavras-chave: Avaliação da aprendizagem. Práxis pedagógica. Avaliação formativa.


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O INSÓLITO PRESENTE NAS PERSONAGENS DINAURA E FARIDA


Jacimara Nasimento Von Dollmger [1]
Cleacir Longhi [2]
Laís Pereira Viana Lopes [3]
Sóstenes do Nascimento Silva[4]
Orientadora: Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[5]


[1] Discente, Mestrado em Ciências da Educação Christian Business School

[2] Discente, Mestrado em Ciências da Educação Christian Business School

[3] Discente, Mestrado em Ciências da Educação Christian Business School

[4] Discente, Mestrado em Ciências da Educação Christian Business School
[5]  Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: O presente artigo propõe uma análise comparativa das personagens Dinaura, da obra Órfãos do Eldorado, de Milton Hatoum, e Farida, do romance Terra Sonâmbula, de Mia Couto. Embora pertençam a contextos culturais distintos — a Amazônia brasileira e o cenário moçambicano marcado pela memória da guerra e pelas tradições ancestrais —, ambas apresentam características semelhantes em suas construções literárias. As personagens destacam-se pelo caráter enigmático e pela forte ligação com elementos culturais, espirituais e míticos presentes em suas respectivas narrativas. Nesse sentido, o insólito manifesta-se de maneira significativa nas duas obras, sobretudo por meio da relação entre realidade e imaginário, aspecto que contribui para a construção simbólica das personagens e para a atmosfera de mistério que as envolve. Dinaura e Farida transitam entre o real e o fantástico, rompendo os limites da racionalidade e aproximando-se de dimensões ligadas ao mito, à memória e à ancestralidade. Além disso, ambas exercem papel fundamental no desenvolvimento narrativo, uma vez que despertam nos protagonistas sentimentos de fascínio, busca e inquietação. A partir dessa perspectiva, o estudo busca compreender de que forma os elementos do insólito e da tradição cultural influenciam a construção dessas personagens femininas, evidenciando aproximações entre as obras de Milton Hatoum e Mia Couto. Desse modo, a análise pretende demonstrar como a literatura contemporânea de língua portuguesa utiliza o imaginário e os aspectos simbólicos para representar identidades culturais e experiências humanas marcadas pelo mistério e pela subjetividade.

Palavras-chave: Insólito. Realidade. Imaginário.

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ENTRE A NORMA E A PRÁTICA: DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA


Andream Luis Sampaio Bentes[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

[1]Discente,  Mestrado em Ciências da Educação Cristian Business School, andreamluis@gmail.com.
[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874, e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com


RESUMO: Este artigo analisa os desafios da gestão democrática em uma escola pública de educação básica, com atenção à distância entre a previsão legal e a vida cotidiana da instituição. O objetivo foi compreender como a participação, a atuação do conselho escolar, a escolha da direção, o planejamento pedagógico e a relação com a comunidade interferem na efetivação de práticas democráticas. A metodologia adotou abordagem qualitativa, com pesquisa bibliográfica e documental, apoiada em publicações acadêmicas brasileiras de acesso aberto e em documentos legais e institucionais produzidos entre 2021 e 2026. Os resultados indicam que a gestão democrática não se limita à existência de normas, eleições ou conselhos formalmente instituídos, pois depende de tempo coletivo, formação, transparência, mediação de conflitos e partilha real de responsabilidades. O estudo também mostra que a direção escolar permanece como peça decisiva para transformar mecanismos formais em processos participativos. A análise reforça que a democracia na escola exige organização, escuta e compromisso pedagógico contínuo.

Palavras-chave: Gestão democrática. Escola pública. Educação básica.

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SÍFILIS GESTACIONAL E CONGÊNITA: DESAFIOS CLÍNICOS E TERAPÊUTICOS PARA O MÉDICO

Gustavo Almeida Jacinto do Nascimento[1]

Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

[1]Gustavo Almeida Jacinto do Nascimento, Cristian Business School
Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Embora seja uma doença antiga, a sífilis, infecção causada pela bactéria Treponema pallidum, é transmitida principalmente por via sexual e continua sendo uma ferida aberta na nossa saúde pública. Silenciosa e agressiva, espalhando-se pelo corpo e deixando marcas na pele, nas mucosas e em múltiplos órgãos. Pensando nisso, este estudo tem como objetivo compreender a realidade dos consultórios brasileiros: afinal, como nossos médicos estão lidando com a sífilis em gestantes e bebês? Quais são as reais dificuldades que eles enfrentam na hora de cuidar desses pacientes? Para responder a isso, mergulhamos na literatura médica por meio de uma análise qualitativa e descritiva. O que os dados nos mostram é que o maior desafio não está na falta de cura, mas sim no tempo: a grande barreira é conseguir um diagnóstico rápido e certeiro para, então, apoiar o paciente a seguir o tratamento até o fim. É por isso que o VDRL, exame obrigatório no pré-natal, é tão precioso para descobrir a infecção logo no início. No fim das contas, tudo recai sobre a Atenção Primária à Saúde (APS), que é o verdadeiro coração do SUS e o primeiro lugar onde o paciente busca ajuda. É fundamental que os médicos que estão ali na linha de frente recebam o apoio e a capacitação de que precisam. Afinal, agir rápido e prescrever a penicilina o quanto antes é o que salva vidas, um gesto simples com um remédio seguro, que protege a saúde da mãe e garante o futuro do bebê.

Palavras-chave: Sífilis. Diagnóstico. Tratamento. Médico.

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METODOLOGIAS ATIVAS E O PAPEL DOCENTE: A SALA DE AULA INVERTIDA E SEUS DESAFIOS COMO ESTRATÉGIA DE APRENDIZAGEM ATIVA


Luciana Ferreira Marques[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


[1]Discente,  Doutorado em Ciências da Educação Cristian Business School. 
[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874, e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com


RESUMO: Este trabalho tem como objetivo analisar a Metodologia Ativa de Aprendizagem denominada Sala de Aula Invertida, por meio de revisão bibliográfica, com vistas a conceituá-la, descrever suas características centrais e refletir sobre os desafios que envolvem sua aplicação prática. Além disso, discute o papel do docente nesse contexto, destacando sua atuação como profissional pesquisador, capaz de aprender com a própria prática e transformar desafios em oportunidades de ensino e aprendizagem. A metodologia em questão se estrutura na inversão da dinâmica tradicional: primeiramente, o estudante é orientado a estudar conceitos, temas ou problemas fora do ambiente escolar; posteriormente, em sala de aula, esses conteúdos são aprofundados por meio de discussões, atividades práticas, simulações e resolução de problemas, tornando a aprendizagem mais significativa e centrada no aluno. Para seu desenvolvimento, é fundamental o uso de recursos tecnológicos como equipamentos digitais e acesso à internet e a atuação de professores proativos, criativos, comunicativos e capazes de estimular a autonomia dos estudantes na busca pelo conhecimento.

Palavras-chave: Metodologias Ativas de Aprendizagem. Sala de Aula Invertida. Papel Docente. Tecnologias Educacionais. Construção do Conhecimento.

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O PAPEL DOS PROFESSORES LEITORES NA FORMAÇÃO DE LEITORES NOS ANOS INICIAIS: UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA E SEUS IMPACTOS


Marcos Ferreira Bezerra[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


[1]Marcos Ferreira Bezerra
Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual Vale do Acaraú (2003), graduação em Letras – Espanhol pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (2019), graduação em Letras – Inglês pela Universidade Estácio de Sá (2020), graduação em Letras Libras pelo Centro Universitário ETEP (2022), MASTER IN EDUCATION SCIENCE (2021) e discente no programa de Doutorado em Ciências da Educação, Christian Business School

em Ciências da Educação Cristian Business School. 
[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874, e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com


RESUMO:A formação de leitores competentes e críticos nos anos iniciais do Ensino Fundamental é um desafio educacional crucial, impactando o desenvolvimento integral dos estudantes e sua plena inserção social. Este artigo investiga o papel do professor leitor como agente pedagógico fundamental nesse processo. O objetivo principal foi analisar as abordagens pedagógicas empregadas por professores leitores e seus potenciais impactos na formação de leitores proficientes nessas faixas etárias, por meio de uma revisão bibliográfica qualitativa. A metodologia adotada buscou sistematizar contribuições teóricas e empíricas sobre o tema, com foco na identificação de estratégias didáticas eficazes e na conceituação do professor como modelo leitor. Os resultados evidenciam que a atuação docente, pautada em práticas de leitura dialógica, mediação de textos diversos e promoção do prazer pela leitura, se mostra intrinsecamente ligada ao desenvolvimento de habilidades leitoras, à ampliação do repertório cultural e ao fomento da autonomia discente. Conclui-se que o professor leitor, ao incorporar a leitura como prática viva e significativa em sala de aula, transcende o papel instrucional e se configura como um influenciador essencial na construção de uma identidade leitora sólida e duradoura nos alunos dos anos iniciais.

Palavras-chave: Professor Leitor. Formação de Leitores. Anos Iniciais. Abordagem Pedagógica. Alfabetização e Letramento.

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DISGRAFIA: REVISÃO LITERÁRIA SOBRE SUAS CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS NO PROCESSO DE ENSINO: APRENDIZAGEM DO ENSINO FUNDAMENTAL


Edson da Silva Santos[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


[1]Discente,  Mestrado em Ciências da Educação Cristian Business School. 
[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874, e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com


RESUMO: A presente pesquisa aborda a disgrafia no contexto escolar, com ênfase em suas causas e consequências no processo de ensino-aprendizagem no ensino fundamental. O objetivo geral consiste em analisar as principais características desse transtorno específico de aprendizagem e compreender seus impactos no desenvolvimento da escrita dos estudantes. A metodologia adotada foi de natureza qualitativa, exploratória e descritiva, fundamentada em pesquisa bibliográfica e documental, com base na análise de livros, artigos científicos e manuais diagnósticos relacionados à temática. Os resultados indicam que a disgrafia está associada a fatores neurológicos, motores, cognitivos e pedagógicos, afetando a coordenação motora fina, a organização espacial e a fluidez da escrita. Observou-se ainda que muitos estudantes não são diagnosticados precocemente, o que contribui para dificuldades de aprendizagem, baixa autoestima e prejuízos no desempenho escolar. Conclui-se que a compreensão adequada da disgrafia é essencial para a construção de práticas pedagógicas inclusivas e estratégias de intervenção mais eficazes no ambiente escolar.

Palavras-chave: disgrafia; dificuldades de aprendizagem; ensino fundamental; escrita; inclusão escolar.

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TECNOLOGIAS ASSISTIVAS NO ENSINO SUPERIOR: UM ESTADO DO CONHECIMENTO SOBRE A ACESSIBILIDADE PEDAGÓGICA


Ulisses Costa Simão[1]
Andréia Cristina Dalesso[2]
Orientadora: Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[3]


[1]Graduado em Psicologia pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e especialista em Neuroaprendizagem e Práticas Pedagógicas pela Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera. Atualmente é mestrando em Ciências da Educação e atua como Coordenador da Equipe Multiprofissional da SEMED, exercendo a função de psicólogo escolar desde 2012 na mesma instituição, como servidor estatutário. E-mail: psicologista@gmail.com ID Lattes: 2573994943145599.
[2] Graduada em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas pela Faculdade Integrada de Ariquemes (2011); graduação em Licenciatura Plena em Pedagogia pela Faculdade Internacional Lapa (2018); Pós – Graduada em Educação em Especial pela Faculdade Santo André (2012); Atualmente é servidora pública na Prefeitura Municipal de Ariquemes onde exerce a função de Professora (2020); Tem experiência na área de educação infantil, com ênfase em educação especial, atuando nos seguintes temas; Educação e Biologia. E-mail: dallesy11@gamil.com
[3] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.comhttps://orcid.org/0009-0000-6863-7874

RESUMO: O presente artigo teve como objetivo analisar a produção acadêmica nacional acerca do uso de Tecnologias Assistivas (TA) no Ensino Superior, com foco na acessibilidade pedagógica. Para tanto, adotou-se uma metodologia do tipo Estado do Conhecimento, com abordagem qualitativa e caráter descritivo, a partir de levantamento bibliográfico realizado nas bases de dados SciELO e Google Acadêmico, considerando o recorte temporal de 2020 a 2025. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, obteve-se uma amostra final de 10 artigos para análise. Os resultados evidenciam que recursos como softwares leitores de tela, teclados adaptados e aplicativos móveis desempenham papel fundamental na promoção da autonomia discente. Entretanto, sua efetividade encontra limitações relacionadas à insuficiência de formação docente e às fragilidades na infraestrutura digital das instituições de ensino. Conclui-se que a promoção da inclusão no Ensino Superior exige a superação de uma perspectiva restrita à acessibilidade arquitetônica, avançando para dimensões pedagógicas e atitudinais. Nesse sentido, destaca-se a necessidade de políticas institucionais que incorporem o Desenho Universal para a Aprendizagem, garantindo não apenas o acesso, mas a permanência e o sucesso acadêmico de estudantes com deficiência.

Palavras-chave: Tecnologia Assistiva; Ensino Superior; Acessibilidade; Inclusão.

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A ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO EDUCACIONAL NO ENFRENTAMENTO DO BULLYING E DA VIOLÊNCIA ESCOLAR 


Ulisses Costa Simão[1]
Andréia Cristina Dalesso[2]
Orientadora: Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[3]


[1]Graduado em Psicologia pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e especialista em Neuroaprendizagem e Práticas Pedagógicas pela Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera. Atualmente é mestrando em Ciências da Educação e atua como Coordenador da Equipe Multiprofissional da SEMED, exercendo a função de psicólogo escolar desde 2012 na mesma instituição, como servidor estatutário. E-mail: psicologista@gmail.com ID Lattes: 2573994943145599.
[2] Graduada em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas pela Faculdade Integrada de Ariquemes (2011); graduação em Licenciatura Plena em Pedagogia pela Faculdade Internacional Lapa (2018); Pós – Graduada em Educação em Especial pela Faculdade Santo André (2012); Atualmente é servidora pública na Prefeitura Municipal de Ariquemes onde exerce a função de Professora (2020); Tem experiência na área de educação infantil, com ênfase em educação especial, atuando nos seguintes temas; Educação e Biologia. E-mail: dallesy11@gamil.com
[3] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.comhttps://orcid.org/0009-0000-6863-7874

RESUMO: Este artigo buscou analisar a atuação do psicólogo educacional no enfrentamento do bullying e da violência escolar no contexto brasileiro. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, de natureza básica, caracterizada como estudo bibliográfico, com levantamento realizado nas bases de dados Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), considerando o recorte temporal de 2022 a 2025. Inicialmente, foram identificados 28 artigos, dos quais 8 foram excluídos e 10 descartados após leitura dos títulos e resumos, resultando em 10 estudos selecionados para análise final. Os resultados evidenciam que a atuação do psicólogo educacional se configura como elemento essencial na mediação de conflitos, promoção da saúde mental e desenvolvimento de estratégias preventivas no ambiente escolar. Destaca-se, ainda, a importância de ações voltadas à cultura de paz e ao fortalecimento das habilidades socioemocionais. Conclui-se que, embora haja avanços nas práticas interventivas, ainda existem desafios relacionados à inserção efetiva desse profissional nas instituições de ensino, sendo necessária a ampliação de políticas públicas e de pesquisas na área.

Palavras-chave: Psicologia educacional. Bullying. Violência escolar.

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NEURODIVERSIDADE E TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: CONTRIBUIÇÕES DO DESENHO UNIVERSAL PARA APRENDIZAGEM E DAS ADAPTAÇÕES CURRICULARES PARA A INCLUSÃO ESCOLAR


Shirleidy de Sousa Freire1

Orientadora: Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

[1] Discente do curso Doutorado em Educação na Universidade CHRISTIAN BUSINESS SCHOOL. E-mail do autor: shirleidyd@hotmail.com

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.comhttps://orcid.org/0009-0000-6863-7874

RESUMO: A crescente presença de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas escolas regulares tem impulsionado debates sobre a necessidade de práticas pedagógicas mais inclusivas e responsivas à diversidadehumana. Nesse contexto, o paradigma da neurodiversidade emerge como uma perspectiva que reconhece as diferenças neurológicas como manifestações legítimas da diversidade humana, superando abordagens centradas exclusivamente em déficits e limitações. O presente artigo tem como objetivo analisar as contribuições do Desenho Universal para Aprendizagem (DUA) e das adaptações curriculares para a inclusão escolar de estudantes com TEA.Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter exploratório, fundamentada em literatura científica, legislações e documentos oficiais publicados entre 2020 e 2026. Os resultados evidenciam que a articulação entre neurodiversidade, DUA e adaptação curricular favorece a participação, a aprendizagem e o desenvolvimento socioemocional dos estudantes autistas. Conclui-se que a efetivação da inclusão escolar requer currículos flexíveis, formação docente continuada, gestão escolar comprometida e eliminação de barreiras quelimitam o acesso ao conhecimento.

Palavras-chave: Neurodiversidade. Transtorno do Espectro Autista. Inclusão Escolar.

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