Gustavo Almeida Jacinto do Nascimento[1]
Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]
[1]Gustavo Almeida Jacinto do Nascimento, Cristian Business School
2 Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.
RESUMO: Embora seja uma doença antiga, a sífilis, infecção causada pela bactéria Treponema pallidum, é transmitida principalmente por via sexual e continua sendo uma ferida aberta na nossa saúde pública. Silenciosa e agressiva, espalhando-se pelo corpo e deixando marcas na pele, nas mucosas e em múltiplos órgãos. Pensando nisso, este estudo tem como objetivo compreender a realidade dos consultórios brasileiros: afinal, como nossos médicos estão lidando com a sífilis em gestantes e bebês? Quais são as reais dificuldades que eles enfrentam na hora de cuidar desses pacientes? Para responder a isso, mergulhamos na literatura médica por meio de uma análise qualitativa e descritiva. O que os dados nos mostram é que o maior desafio não está na falta de cura, mas sim no tempo: a grande barreira é conseguir um diagnóstico rápido e certeiro para, então, apoiar o paciente a seguir o tratamento até o fim. É por isso que o VDRL, exame obrigatório no pré-natal, é tão precioso para descobrir a infecção logo no início. No fim das contas, tudo recai sobre a Atenção Primária à Saúde (APS), que é o verdadeiro coração do SUS e o primeiro lugar onde o paciente busca ajuda. É fundamental que os médicos que estão ali na linha de frente recebam o apoio e a capacitação de que precisam. Afinal, agir rápido e prescrever a penicilina o quanto antes é o que salva vidas, um gesto simples com um remédio seguro, que protege a saúde da mãe e garante o futuro do bebê.
Palavras-chave: Sífilis. Diagnóstico. Tratamento. Médico.
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