PADRONIZAÇÃO DO RISCO CIRÚRGICO NA APS: PROTOCOLOS E FLUXOS ASSISTENCIAIS

Gustavo Almeida Jacinto do Nascimento[1]

Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

[1]Gustavo Almeida Jacinto do Nascimento, Cristian Business School
2 Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: A padronização do risco cirúrgico na Atenção Primária à Saúde ainda se apresenta como um campo pouco explorado e fragilmente incorporado aos fluxos assistenciais. Este estudo analisa criticamente como protocolos e diretrizes relacionados à avaliação do risco cirúrgico são abordados na produção científica, evidenciando a predominância de uma lógica hospitalocêntrica que desloca a identificação dos riscos para etapas tardias do cuidado. Os resultados apontam que a limitada inserção da APS nesse processo compromete a continuidade assistencial, favorece retrabalhos institucionais e amplia a exposição dos usuários a eventos adversos potencialmente evitáveis. A discussão então demonstra que há um determinado risco cirúrgico, quando integrada à rotina da Atenção Primária, fortalece a coordenação do cuidado, qualifica os encaminhamentos e amplia a leitura do risco para além de critérios estritamente clínicos. Conclui-se que a incorporação estruturada de protocolos e fluxos assistenciais na APS constitui estratégia fundamental para promover a segurança do paciente cirúrgico e para o fortalecimento do cuidado em rede no Sistema Único de Saúde.

Palavras-chave: Atenção Primária à Saúde. Segurança do paciente. Avaliação pré-operatória.

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FLUXO DE ATENDIMENTO E MANEJO CLÍNICO DA VIOLÊNCIA SEXUAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: DESAFIOS E PROPOSTAS PARA A QUALIFICAÇÃO DAS PRÁTICAS MÉDICAS

Gustavo Almeida Jacinto do Nascimento[1]

Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

[1]Gustavo Almeida Jacinto do Nascimento, Cristian Business School
2 Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO:Esse artigo buscou analisar o fluxo de atendimento e o manejo clínico da violência sexual na Atenção Primária à Saúde (APS), identificando os principais desafios que comprometem a integralidade do cuidado e discutindo estratégias para a qualificação das práticas médicas. Para isso, realizou-se uma revisão integrativa da literatura, construída a partir da seleção, leitura e análise de dezenove estudos científicos, além de documentos normativos e protocolos oficiais relacionados ao atendimento às vítimas de violência sexual. Os dados evidenciaram fragilidades no reconhecimento precoce dos casos, dificuldades no acolhimento, baixa adesão aos protocolos assistenciais, insegurança dos profissionais, subnotificação e limitações na articulação entre os diferentes níveis da rede de atenção. Em contrapartida, também foram identificadas experiências exitosas fundamentadas na atuação multiprofissional, na organização de fluxos assistenciais e na educação permanente das equipes. Conclui-se que a APS desempenha papel estratégico no cuidado às vítimas de violência sexual, porém ainda enfrenta barreiras estruturais, institucionais e organizacionais que limitam a efetividade das ações. Dessa forma, recomenda-se o fortalecimento da capacitação profissional, a revisão dos protocolos clínicos, o aprimoramento dos processos de vigilância e a ampliação da articulação intersetorial para assegurar uma assistência mais qualificada, humanizada e integral.

Palavras-chave: Atenção Primária à Saúde. Manejo clínico. Violência sexual.

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DETERMINANTES SOCIOAMBIENTAIS DA PERSISTÊNCIA DA MALÁRIA NA AMAZÔNIA BRASILEIRA: UMA REVISÃO NARRATIVA

Joslaine Barros Orlandini Lopes[1]

Mauro Lopes da Silveira Filho[2]

Maria Helena de Jesus Balbino[3]

Clediane Molina de Sales[4]

Diego Santos Fagundes[5]

Rozineide Iraci Pereira da Silva [6]


[1]Médica, Especialista em Atendimento de Emergência Hospitalar pela Faculdade dos Vales- FACUVALE. E-mail: josy_jaru@hotmail.com. https://orcid.org/0009-0002-1695-9913

[2] Médico, Especialista em Atenção Básica e Saúde da Família pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul-UFMS. E-mail: mauro.lopes.filho@hotmail.com. https://orcid.org/0009-0002-4385-9336

[3] Enfermeira, Especialista em Urgência e Emergência com ênfase em UTI. Ariquemes, Rondônia, Brasil. E-mail: helena.40balbino@gmail.com. https://orcid.org/0009-0007-1669-7411

[4] Fisioterapeuta, Mestre em Administração em Saúde pela Universidade da Amazônia-UNAMA. E-mail: clediane_molina88@hotmail.com. https://orcid.org/0000-0002-4609-8643

[5] Doutor em Farmacologia e Fisiologia pela Universidad de Zaragoza – Espanha. Centro Universitário-UNIFAEMA. E-mail: diegofagundes@hotmail.com. http://orcid.org/0000-0002-6447-2387

[6] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo buscou analisar os principais determinantes socioambientais associados à persistência da malária na Amazônia brasileira, enfatizando a influência das transformações ambientais, das vulnerabilidades socioeconômicas, da mobilidade populacional e das limitações dos serviços de saúde na manutenção da transmissão da doença. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, de abordagem qualitativa, realizada por meio de levantamento bibliográfico nas bases PubMed/MEDLINE, SciELO, LILACS, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Web of Science, complementado por documentos oficiais do Ministério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Os resultados evidenciaram que o desmatamento, a expansão das atividades minerárias e agropecuárias, a ocupação desordenada do território, as desigualdades sociais e as fragilidades da vigilância epidemiológica constituem fatores interdependentes que favorecem a persistência da malária na Amazônia. Conclui-se que o enfrentamento da doença requer estratégias intersetoriais que integrem vigilância epidemiológica, fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, conservação ambiental, ordenamento territorial e redução das desigualdades sociais, contribuindo para o avanço das políticas públicas de controle e eliminação da malária na região.

Palavras-chave: Malária. Amazônia brasileira. Determinantes socioambientais.

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SÍFILIS GESTACIONAL E CONGÊNITA: DESAFIOS CLÍNICOS E TERAPÊUTICOS PARA O MÉDICO

Gustavo Almeida Jacinto do Nascimento[1]

Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

[1]Gustavo Almeida Jacinto do Nascimento, Cristian Business School
2 Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Embora seja uma doença antiga, a sífilis, infecção causada pela bactéria Treponema pallidum, é transmitida principalmente por via sexual e continua sendo uma ferida aberta na nossa saúde pública. Silenciosa e agressiva, espalhando-se pelo corpo e deixando marcas na pele, nas mucosas e em múltiplos órgãos. Pensando nisso, este estudo tem como objetivo compreender a realidade dos consultórios brasileiros: afinal, como nossos médicos estão lidando com a sífilis em gestantes e bebês? Quais são as reais dificuldades que eles enfrentam na hora de cuidar desses pacientes? Para responder a isso, mergulhamos na literatura médica por meio de uma análise qualitativa e descritiva. O que os dados nos mostram é que o maior desafio não está na falta de cura, mas sim no tempo: a grande barreira é conseguir um diagnóstico rápido e certeiro para, então, apoiar o paciente a seguir o tratamento até o fim. É por isso que o VDRL, exame obrigatório no pré-natal, é tão precioso para descobrir a infecção logo no início. No fim das contas, tudo recai sobre a Atenção Primária à Saúde (APS), que é o verdadeiro coração do SUS e o primeiro lugar onde o paciente busca ajuda. É fundamental que os médicos que estão ali na linha de frente recebam o apoio e a capacitação de que precisam. Afinal, agir rápido e prescrever a penicilina o quanto antes é o que salva vidas, um gesto simples com um remédio seguro, que protege a saúde da mãe e garante o futuro do bebê.

Palavras-chave: Sífilis. Diagnóstico. Tratamento. Médico.

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SAÚDE MENTAL DE IDOSOS EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIOECONÔMICA: DESAFIOS PARA AS POLÍTICAS PÚBLICAS.

Thiago de Moura Barbosa[1]

Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

[1]Thiago de Moura Barboza, Cristian Business School, thiagodemourabarbosabarbosa@gmail.com. 
2 Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: O envelhecimento populacional representa um dos principais desafios para os sistemas de saúde contemporâneos, especialmente em países em desenvolvimento, onde as desigualdades sociais impactam significativamente as condições de vida da população idosa. Nesse contexto, a vulnerabilidade socioeconômica constitui um importante determinante da saúde mental, estando associada ao aumento da prevalência de transtornos como depressão, ansiedade, sofrimento psíquico e isolamento social. Este estudo tem como objetivo analisar a relação entre vulnerabilidade socioeconômica e saúde mental em pessoas idosas, identificando fatores de risco, mecanismos de proteção e os desafios enfrentados pelas políticas públicas para a promoção do bem-estar psicológico dessa população. Trata-se de uma reflexão teórica fundamentada em evidências científicas nacionais e internacionais, abordando aspectos relacionados à renda, escolaridade, acesso aos serviços de saúde, suporte social e condições de moradia. Os resultados da literatura apontam que a precariedade econômica, a exclusão social e as barreiras de acesso aos serviços especializados contribuem para o agravamento dos problemas de saúde mental entre idosos vulneráveis. Conclui-se que o fortalecimento das políticas públicas intersetoriais, aliado à ampliação das ações de promoção da saúde mental na Atenção Primária à Saúde, é essencial para reduzir desigualdades e garantir um envelhecimento mais saudável, ativo e digno.

Palavras-chave: Saúde Mental; Pessoa Idosa; Vulnerabilidade Social; Determinantes Sociais da Saúde; Políticas Públicas; Envelhecimento.

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ENVELHECIMENTO E SAÚDE MENTAL: FATORES ASSOCIADOS À DEPRESSÃO E AO ISOLAMENTO SOCIAL EM IDOSOS EM CONTEXTOS URBANOS E RURAIS NO BRASIL

Thiago de Moura Barbosa[1]

Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

[1]Thiago de Moura Barboza, Cristian Business School, thiagodemourabarbosabarbosa@gmail.com. 
2 Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: O envelhecimento populacional no Brasil tem ocorrido de forma acelerada, trazendo importantes desafios para a Saúde Pública, especialmente no campo da saúde mental. Entre os agravos mais prevalentes na população idosa, destacam-se a depressão e o isolamento social, condições que apresentam impactos significativos na qualidade de vida, na funcionalidade e na mortalidade. Este estudo tem como objetivo analisar os fatores associados à depressão e ao isolamento social em idosos residentes em contextos urbanos e rurais no Brasil, considerando determinantes individuais, sociais e ambientais. Trata-se de uma investigação de abordagem epidemiológica, com delineamento transversal analítico, baseada em dados primários ou secundários de inquéritos populacionais de saúde. Serão avaliadas variáveis sociodemográficas (idade, sexo, escolaridade, renda), condições de saúde (doenças crônicas, incapacidade funcional, autopercepção de saúde), rede de apoio social e acesso aos serviços de saúde. A depressão poderá ser identificada por instrumentos validados, como a Escala de Depressão Geriátrica (GDS), enquanto o isolamento social será mensurado por indicadores de participação social e frequência de interação social. Espera-se identificar diferenças significativas entre idosos de áreas urbanas e rurais, considerando desigualdades no acesso a serviços de saúde, infraestrutura social e suporte comunitário. A hipótese central é que idosos em áreas rurais apresentam maior vulnerabilidade ao isolamento social, enquanto fatores como baixa renda, comorbidades e ausência de suporte familiar estão associados tanto à depressão quanto ao isolamento em ambos os contextos. Os resultados poderão subsidiar políticas públicas voltadas à promoção da saúde mental na atenção primária, com ênfase em estratégias de fortalecimento da rede de apoio social, prevenção do isolamento e identificação precoce de sintomas depressivos na população idosa.

Palavras-chave: Envelhecimento; Depressão; Isolamento Social; Saúde Mental; Idoso; Saúde Pública; Desigualdades em Saúde; Atenção Primária à Saúde.

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DESIGUALDADES SOCIAIS NA INCIDÊNCIA E MORTALIDADE POR HIPERTENSÃO ARTERIAL

Thiago de Moura Barbosa[1]

Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

[1]Thiago de Moura Barboza, Cristian Business School, thiagodemourabarbosabarbosa@gmail.com. 
2 Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: A hipertensão arterial é uma das principais condições crônicas responsáveis por morbimortalidade no mundo, constituindo um importante problema de saúde pública, especialmente em países de baixa e média renda. Evidências mostram que sua incidência, prevalência e mortalidade não ocorrem de forma homogênea na população, sendo fortemente influenciadas por determinantes sociais da saúde, como renda, escolaridade, raça/cor, gênero, condições de moradia e acesso aos serviços de saúde. Este estudo tem como objetivo analisar as desigualdades sociais associadas à incidência e mortalidade por hipertensão arterial, considerando diferentes estratos socioeconômicos e demográficos. Serão utilizados dados secundários provenientes de sistemas de informação em saúde e inquéritos populacionais, com análise quantitativa das taxas de incidência, prevalência e mortalidade segundo variáveis sociais. Espera-se identificar padrões de desigualdade que evidenciem maior carga da doença em populações socialmente vulneráveis, bem como diferenças no acesso ao diagnóstico, tratamento e controle da hipertensão. Os resultados poderão contribuir para o aprimoramento de políticas públicas voltadas à equidade em saúde, reforçando a importância de intervenções intersetoriais e do fortalecimento da atenção primária no enfrentamento das doenças crônicas.

Palavras-chave: Hipertensão arterial; desigualdades sociais; determinantes sociais da saúde; doenças crônicas não transmissíveis.

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O PAPEL DA ATENÇÃO PRIMÁRIA NA PREVENÇÃO DAS DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS

Thiago de Moura Barbosa[1]

Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

[1]Thiago de Moura Barboza, Cristian Business School, thiagodemourabarbosabarbosa@gmail.com. 
2 Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: As Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), como hipertensão arterial, diabetes mellitus, doenças cardiovasculares e câncer, representam um dos principais desafios para a saúde pública mundial devido à elevada morbimortalidade e aos impactos sociais e econômicos associados. Nesse contexto, a Atenção Primária à Saúde (APS) desempenha papel fundamental na prevenção, promoção da saúde e controle dessas enfermidades, atuando como porta de entrada preferencial do sistema de saúde. O presente estudo tem como objetivo analisar a importância da Atenção Primária na prevenção das Doenças Crônicas Não Transmissíveis, destacando suas estratégias de promoção da saúde, identificação precoce de fatores de risco e acompanhamento contínuo dos usuários. Trata-se de uma pesquisa de revisão bibliográfica, desenvolvida por meio da análise de artigos científicos, documentos oficiais e publicações relacionadas ao tema. Os resultados evidenciam que a APS contribui significativamente para a redução dos fatores de risco associados às DCNT por meio de ações educativas, incentivo à adoção de hábitos saudáveis, monitoramento clínico e fortalecimento do vínculo entre profissionais e comunidade. Conclui-se que o fortalecimento da Atenção Primária é essencial para a prevenção das DCNT e para a promoção de uma assistência integral, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população e para a sustentabilidade dos sistemas de saúde.

Palavras-chave: Atenção Primária à Saúde; Doenças Crônicas Não Transmissíveis; Promoção da Saúde; Prevenção de Doenças; Saúde Pública.

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IMPACTOS DA COVID-19 NA CAPACIDADE ASSISTENCIAL DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE DA REGIÃO NORTE DO BRASIL 

Mauro Lopes da Silveira Filho[1]
Joslaine Barros Orlandini Lopes[2]
Maria Helena de Jesus Balbino[3]
Clediane Molina de Sales[4]

Diego Santos Fagundes[5]
Rozineide Iraci Pereira da Silva [6]




1 Médico, Especialista em Atenção Básica e Saúde da Familía pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul-UFMS. E-mail : mauro.lopes.filho@hotmail.com.  https://orcid.org/0009-0002-4385-9336

2Médica, Especialista em Atendimento de Emergência Hospitalar pela Faculdade dos Vales- FACUVALE. E-mail: josy_jaru@hotmail.com. https://orcid.org/0009-0002-1695-9913
3Enfermeira, Especialista em Urgência e Emergência com ênfase em UTI. Ariquemes, Rondônia, Brasil. E-mail: helena.40balbino@gmail.com. https://orcid.org/0009-0007-1669-7411
4Fisioterapeuta, Mestre em Administração em Saúde pela Universidade da Amazônia-UNAMA. E-mail: clediane_molina88@hotmail.com.  https://orcid.org/0000-0002-4609-8643
5Doutor em Farmacologia e Fisiologia pela Universidad de Zaragoza – Espanha. E-mail: diegofagundes@hotmail.com. Centro Universitário-UNIFAEMA. http://orcid.org/0000-0002-6447-2387 
 [6] Phd, Orientadora Christian Business School

RESUMO: A pandemia da COVID-19 evidenciou e intensificou desigualdades históricas em saúde na Região Norte do Brasil, ampliando vulnerabilidades sociais e desafios para o Sistema Único de Saúde (SUS). Este estudo teve como objetivo analisar as iniquidades em saúde evidenciadas durante a pandemia e suas repercussões sociais e assistenciais. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, conduzida conforme as recomendações do PRISMA 2020. As buscas foram realizadas nas bases Scientific Electronic Library Online (SciELO), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e PubMed/MEDLINE, incluindo publicações entre 2020 e 2025. Foram identificados 215 estudos, dos quais 15 atenderam aos critérios de elegibilidade e compuseram a amostra final. Os resultados demonstraram que pobreza, deficiência de saneamento básico, isolamento geográfico e dificuldades de acesso aos serviços de saúde agravaram os impactos da pandemia, especialmente entre povos indígenas, comunidades ribeirinhas e populações residentes em áreas remotas da Amazônia. Conclui-se que a COVID-19 reforçou desigualdades estruturais e evidenciou a necessidade de fortalecer políticas públicas voltadas à equidade em saúde e à capacidade de resposta do SUS frente a futuras emergências sanitárias.

Palavras-chave: COVID-19; Capacidade Assistencial; Região Norte.

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COVID-19 E INIQUIDADES EM SAÚDE NA REGIÃO NORTE DO BRASIL: REPERCUSSÕES SOCIAIS E DESAFIOS PARA O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 

Mauro Lopes da Silveira Filho[1]
Joslaine Barros Orlandini Lopes[2]
Maria Helena de Jesus Balbino[3]
Clediane Molina de Sales[4]

Diego Santos Fagundes[5]
Rozineide Iraci Pereira da Silva [6]




1 Médico, Especialista em Atenção Básica e Saúde da Familía pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul-UFMS. E-mail : mauro.lopes.filho@hotmail.com.  https://orcid.org/0009-0002-4385-9336

2Médica, Especialista em Atendimento de Emergência Hospitalar pela Faculdade dos Vales- FACUVALE. E-mail: josy_jaru@hotmail.com. https://orcid.org/0009-0002-1695-9913
3Enfermeira, Especialista em Urgência e Emergência com ênfase em UTI. Ariquemes, Rondônia, Brasil. E-mail: helena.40balbino@gmail.com. https://orcid.org/0009-0007-1669-7411
4Fisioterapeuta, Mestre em Administração em Saúde pela Universidade da Amazônia-UNAMA. E-mail: clediane_molina88@hotmail.com.  https://orcid.org/0000-0002-4609-8643
5Doutor em Farmacologia e Fisiologia pela Universidad de Zaragoza – Espanha. E-mail: diegofagundes@hotmail.com. Centro Universitário-UNIFAEMA. http://orcid.org/0000-0002-6447-2387 
 [6] Phd, Orientadora Christian Business School

RESUMO: A pandemia da COVID-19 evidenciou desigualdades históricas em saúde e agravou vulnerabilidades sociais existentes na Região Norte do Brasil. Este estudo teve como objetivo analisar as iniquidades em saúde evidenciadas durante a pandemia e suas repercussões sociais e assistenciais para o Sistema Único de Saúde (SUS). Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada nas bases Scientific Electronic Library Online (SciELO), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e PubMed/MEDLINE, incluindo publicações entre 2020 e 2025. Inicialmente, foram identificados 215 registros. Após a remoção de 35 duplicatas e a aplicação dos critérios de elegibilidade, 36 estudos compuseram a amostra final. Os resultados demonstraram que fatores como pobreza, deficiência de saneamento, barreiras geográficas e desigualdades no acesso aos serviços de saúde intensificaram os impactos da pandemia, especialmente entre povos indígenas, comunidades ribeirinhas e populações residentes em áreas remotas da Amazônia. Também foram identificadas repercussões para o SUS, incluindo sobrecarga assistencial, limitações estruturais e escassez de recursos humanos e materiais. Conclui-se que a pandemia ampliou desigualdades históricas na Região Norte, reforçando a necessidade de fortalecer políticas públicas voltadas à equidade em saúde e à capacidade de resposta do SUS diante de futuras emergências sanitárias.

Palavras-chave: COVID-19. Iniquidades em Saúde. Sistema Único de Saúde.

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