Italo Gregório Carvalho Ferraz [1]
[1] Discente, CBS – Christian Business School.
RESUMO: Este artigo analisa as possibilidades, os riscos e os desafios relacionados à incorporação da inteligência artificial generativa na educação básica, com ênfase na formação e no trabalho docente. A pesquisa adota abordagem qualitativa, natureza exploratória e procedimento bibliográfico-documental, articulando legislação brasileira, orientações da UNESCO, documentos do Ministério da Educação e estudos acadêmicos publicados principalmente entre 2023 e 2026. Os resultados indicam que sistemas capazes de produzir textos, imagens, códigos e sínteses podem apoiar planejamento, acessibilidade, diferenciação pedagógica e avaliação formativa, desde que seus resultados sejam verificados e subordinados aos objetivos curriculares. A integração responsável requer governança institucional, proteção de crianças e adolescentes, critérios transparentes de avaliação, infraestrutura equitativa e formação continuada que combine fundamentos técnicos, ética, didática e investigação da prática. Conclui-se que a IA generativa não substitui a mediação humana, mas altera as condições em que ensinar, aprender e avaliar se realizam, tornando indispensável fortalecer a autonomia profissional do professor e a literacia crítica dos estudantes.
Palavras-chave: inteligência artificial generativa; educação básica; formação docente; avaliação; ética digital.
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