METODOLOGIAS ATIVAS E AVALIAÇÃO FORMATIVA NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NO ENSINO SUPERIOR

Andréa Patricia Nogueira Gomes Gamarra[1]
Pamela da Silva Roberto[2]
Jacimara Nascimento Von Dollmger[3]

Rozineide Iraci Pereira da Silva[4]

1 Andréa Patricia Nogueira Gomes Gamarra, Mestranda em ciências da Educação pela Christian Business School. andreiapatricia_05@hotmail.com. 2  Pamela      da  silva  Roberto,  Mestranda  em  ciências       da  Educação  pela      Christian  Business      School. pamelaroberto00@gmail.com. 3 Jacimara Nascimento Von Dollmger, Mestranda em ciências da Educação pela Christian Business School.dollmger@yahoo.com.br. 4 Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: O presente artigo analisa a integração entre metodologias ativas e avaliação formativa como instrumentos pedagógicos essenciais para a promoção da aprendizagem significativa no ensino superior. A pesquisa, de natureza qualitativa e caráter bibliográfico, buscou compreender como essas abordagens inovadoras contribuem para odesenvolvimento da autonomia, da reflexão crítica e da autorregulação da aprendizagem. As metodologias ativas, ao privilegiarem a participação, a experimentação e a resolução de problemas, deslocam o foco do ensino do professor para o estudante, tornando-o protagonista de seu processo formativo. A avaliação formativa, por sua vez, assume papel mediador e contínuo, promovendo feedbacks construtivos que orientam o aprimoramento constante das práticas de ensino e aprendizagem. A análise das produções recentes sobre o tema revelou que a articulação entre essas duas dimensões pedagógicas é fundamental para consolidar uma cultura de inovação e colaboração no ensino superior. Além disso, destaca-se a importância da formação docente e do uso crítico das tecnologias digitais como fatores determinantes para a efetividade dessas práticas. Conclui-se que metodologias ativas e avaliação formativa, quando implementadas de forma coerente e reflexiva,fortalecem o compromisso ético e democrático da educação superior, tornando-a mais inclusiva, dinâmica etransformadora, capaz de preparar sujeitos críticos e socialmente engajados diante dos desafios contemporâneos.

Palavras-chave: Metodologias ativas; Avaliação formativa; Ensino superior.

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PROGRAMA FORMATIVO PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONSTRUÇÃO, IMPLEMENTAÇÃO E CONTRIBUIÇÕES PARA A QUALIFICAÇÃO DO BRINCAR COMO PRÁTICA EDUCATIVA

Gisele Adriane Simão Calixto[1]
Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


 [1] Discente Mestrado em Ciências da Educação – Christian Business School
 [2] PhD, Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação, Especialista em Escrita Avançada, Psicopedagoga, Pedagoga, Professora e Orientadora da Christian Business School – CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com

RESUMO: Este artigo apresenta e discute um programa formativo direcionado a professores da Educação Infantil, com foco na qualificação do brincar como prática educativa. O objetivo foi descrever a construção e a implementação do programa e identificar, a partir dos registros produzidos no percurso, contribuições para o planejamento, a organização do ambiente e a mediação docente nas brincadeiras. O estudo foi desenvolvido por meio de abordagem qualitativa, articulando revisão bibliográfica narrativa e análise documental de materiais do processo formativo, como planejamentos, roteiros de encontros, sínteses coletivas e registros pedagógicos. Os resultados evidenciaram maior presença do brincar e das interações nos planejamentos, com linguagem mais alinhada aos direitos de aprendizagem e aos campos de experiência, além de registros de reorganização de espaços, detalhamento de materiais e ajustes no tempo destinado às brincadeiras. Observou-se também aumento de registros de observação e maior uso da documentação pedagógica como base para retomadas e replanejamento. Conclui-se que o programa formativo contribuiu para qualificar o brincar no cotidiano escolar, fortalecendo práticas menos escolarizantes e mais coerentes com a identidade da Educação Infantil.

Palavras-chave: Formação continuada. Educação Infantil. Brincar.DOWNLOAD EM PDF (AQUI)

FORMAÇÃO DOCENTE E O BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FUNDAMENTOS TEÓRICOS E IMPACTOS NAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

Gisele Adriane Simão Calixto[1]
Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


 [1] Discente Mestrado em Ciências da Educação – Christian Business School
 [2] PhD, Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação, Especialista em Escrita Avançada, Psicopedagoga, Pedagoga, Professora e Orientadora da Christian Business School – CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com

RESUMO: Este artigo analisa a relação entre formação docente e brincar na Educação Infantil, destacando fundamentos teóricos que sustentam o lúdico como eixo do desenvolvimento e da aprendizagem das crianças e discutindo impactos desse entendimento no cotidiano pedagógico. Trata-se de uma revisão bibliográfica narrativa, com leitura e interpretação de produções acadêmicas e documentos orientadores da área, buscando compreender como a mediação do professor, a organização dos tempos e espaços e a intencionalidade educativa influenciam a qualidade das experiências de brincadeira na escola. Os resultados indicam que o brincar ganha potência quando é planejado como direito e linguagem da infância, com ambientes ricos, materiais abertos, escuta das crianças e intervenções pontuais do professor, evitando práticas escolarizantes e dirigidas que esvaziam a autoria infantil. Evidencia-se, ainda, que processos formativos que valorizam observação, registro e reflexão coletiva contribuem para práticas mais coerentes com a identidade da Educação Infantil e com a construção de aprendizagens significativas. Conclui-se que investir na formação docente para o brincar fortalece um currículo mais humano, inclusivo e alinhado às necessidades reais das crianças.

Palavras-chave: Formação docente. Brincar. Educação Infantil.

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VÍNCULOS AFETIVOS E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONTRIBUIÇÕES DAS RELAÇÕES SOCIOEMOCIONAIS PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL

Carmem Maria de Souza Rodrigues[1]
Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


 [1] Discente Mestrado em Ciências da Educação – Christian Business School
 [2] PhD, Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação, Especialista em Escrita Avançada, Psicopedagoga, Pedagoga, Professora e Orientadora da Christian Business School – CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com

RESUMO: Esse artigo buscou analisar as contribuições dos vínculos afetivos e das relações socioemocionais para o desenvolvimento infantil e para a aprendizagem na Educação Infantil. O estudo foi desenvolvido por meio de pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa, com base na análise de livros, artigos científicos e documentos oficiais que discutem a afetividade, o desenvolvimento infantil, a relação professor-criança e as práticas pedagógicas na primeira infância. Os resultados encontrados indicaram que os vínculos afetivos estão presentes em diferentes momentos da rotina escolar, como acolhimento, brincadeiras, cuidado, escuta, mediação de conflitos e organização das experiências pedagógicas. Observou-se também que as relações socioemocionais favorecem a segurança emocional, a autonomia, a linguagem, a socialização e a participação da criança nas atividades educativas. Conclui-se que a afetividade não deve ser compreendida apenas como demonstração de carinho, mas como dimensão essencial da prática pedagógica, pois contribui para uma Educação Infantil mais acolhedora, humanizada e comprometida com o desenvolvimento integral da criança.

Palavras-chave: Afetividade. Educação Infantil. Desenvolvimento Infantil.

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O PAPEL DAS PRÁTICAS DE ENSINO BEM-SUCEDIDAS NA MOTIVAÇÃO DE ALUNOS DE INGLÊS COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA

Ana Carolina Serrão Gama [1]
Dra. Sandra Milena Camelo Pinilla


[1] Mestra em Linguística Aplicada ao Ensino da Língua Inglesa como Língua Estrangeira pela Universidad Europea del Atlántico. E-mail: carolinavedder@gmail.com.
[2] Phd, Orientadora

RESUMO: O ensino da Língua Inglesa possui significativa relevância no contexto educacional contemporâneo, especialmente diante das transformações sociais, tecnológicas e culturais que exigem maior interação com diferentes formas de comunicação global. Entretanto, muitos estudantes ainda demonstram desinteresse pelas aulas em razão da utilização de metodologias tradicionais e pouco contextualizadas. Nesse sentido, o presente estudo teve como objetivo analisar de que maneira práticas pedagógicas exitosas podem enriquecer as aulas de Língua Inglesa e despertar o interesse dos alunos pelo aprendizado do idioma. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, desenvolvida por meio de revisão bibliográfica, utilizando artigos científicos, trabalhos acadêmicos e sites especializados na área da educação e do ensino de línguas estrangeiras. Os resultados evidenciaram que metodologias participativas, associadas ao uso de recursos tecnológicos, músicas, jogos, filmes e práticas interativas, favorecem maior envolvimento discente, tornando o processo de aprendizagem mais significativo e dinâmico. Além disso, observou-se que práticas inovadoras contribuem para o fortalecimento da autonomia dos estudantes e para a construção de ambientes educacionais mais motivadores. Conclui-se que a adoção de estratégias pedagógicas diferenciadas representa importante alternativa para superar desafios presentes no ensino da Língua Inglesa e promover maior interesse e participação dos alunos no contexto escolar.

Palavras-chave: Ensino de Língua Inglesa. Práticas Pedagógicas. Aprendizagem Significativa.

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AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELAÇÕES EMOCIONAIS E DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM NA PRIMEIRA INFÂNCIA

Carmem Maria de Souza Rodrigues[1]
Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


 [1] Discente Mestrado em Ciências da Educação – Christian Business School
 [2] PhD, Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação, Especialista em Escrita Avançada, Psicopedagoga, Pedagoga, Professora e Orientadora da Christian Business School – CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com

RESUMO: Esse artigo buscou analisar a importância da afetividade na Educação Infantil, considerando suas relações com o desenvolvimento emocional e a aprendizagem na primeira infância. O estudo foi desenvolvido por meio de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa, com análise de livros, artigos científicos e documentos oficiais relacionados ao desenvolvimento infantil, às práticas pedagógicas, ao vínculo professor-criança e às experiências emocionais no contexto escolar. Os resultados encontrados indicaram que a afetividade está presente nas práticas de cuidado, nas brincadeiras, na escuta, no acolhimento e na mediação das relações, contribuindo para que a criança se sinta segura, participe com mais confiança e desenvolva autonomia no ambiente educativo. Também foi observado que as relações emocionais favorecem a socialização, a expressão dos sentimentos e o envolvimento da criança nas experiências de aprendizagem. Conclui-se que a afetividade não deve ser compreendida como algo separado da prática pedagógica, mas como uma dimensão essencial da Educação Infantil, pois fortalece vínculos, humaniza o processo educativo e contribui para o desenvolvimento integral da criança pequena.

Palavras-chave: Afetividade. Educação Infantil. Aprendizagem.

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O COTIDIANO DO ENSINO FUNDAMENTAL I A PARTIR DAS EXPERIÊNCIAS DOCENTES

Aline Buzaglo da Rocha¹

Ranielly da Costa Relvas²

Orientadora: Dra. Rozineide Pereira³

 [1] Discente Mestrado em Ciências da Educação – Christian Business School
 [2] Discente Mestrado em Ciências da Educação – Christian Business School
 [3] PhD, Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação, Especialista em Escrita Avançada, Psicopedagoga, Pedagoga, Professora e Orientadora da Christian Business School – CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com

RESUMO: Este artigo analisa o cotidiano do Ensino Fundamental I a partir das experiências docentes, articulando narrativas de professores e literatura educacional. Com base em uma abordagem bibliográfico-narrativa, o estudo compreende o cotidiano escolar como um espaço de produção de saberes, no qual se constroem práticas pedagógicas, relações professor–aluno e estratégias de mediação frente às demandas do ensino. A análise evidencia que a docência nos anos iniciais é marcada por decisões reflexivas, vínculos afetivos e desafios institucionais, reforçando a necessidade de valorizar o professor como sujeito ativo na construção do processo educativo.

Palavras-chave: Cotidiano escolar; Ensino Fundamental I; Experiências docentes; Prática pedagógica.

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ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NA PERSPECTIVA DE MAGDA SOARES: UMA ABORDAGEM INTEGRADA DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA LÍNGUA ESCRITA

José Venicio da Silva[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [2]


[1]Discente do curso Mestrado em Ciências da Educação na Universidade CHRISTIAN BUSINESS SCHOOL. E-mail: vs8167721@gmail.com
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: Esse artigo buscou analisar os processos de alfabetização e letramento a partir da perspectiva teórica de Magda Soares, destacando a proposta do “alfaletrar” como alternativa às práticas tradicionais de ensino da língua escrita. Fundamentado em pesquisa bibliográfica, o estudo discute a complexidade da aprendizagem da escrita, evidenciando que alfabetização e letramento são processos distintos, porém interdependentes e simultâneos. Aborda-se a importância de compreender como a criança aprende para orientar práticas pedagógicas mais eficazes, superando visões reducionistas centradas apenas no domínio do sistema alfabético. O trabalho também explora as três camadas da aprendizagem da língua escrita, os conceitos de alfabetização e letramento e o papel do texto como eixo central do ensino. Conclui-se que a integração entre alfabetizar e letrar é essencial para formar sujeitos capazes de utilizar a escrita de forma crítica e significativa em contextos sociais diversos, contribuindo para a melhoria da qualidade da educação.

Palavras-chave: Alfabetização. Letramento. Alfaletrar.

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A COMPLEXIDADE DO ENSINO: INTEGRAÇÃO DAS TEORIAS DA APRENDIZAGEM NA CONSTRUÇÃO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS SIGNIFICATIVAS

José Venicio da Silva[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [2]


[1]Discente do curso Mestrado em Ciências da Educação na Universidade CHRISTIAN BUSINESS SCHOOL. E-mail: vs8167721@gmail.com
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: Este artigo buscou analisar a prática pedagógica a partir da integração de diferentes teorias da aprendizagem, considerando a complexidade do processo de ensino. Fundamentado em pesquisa bibliográfica, o estudo dialoga com autores como Piaget, Vygotsky, Emília Ferreiro, Magda Soares, Paulo Freire, Gardner e Goleman, articulando contribuições do construtivismo, interacionismo, educação libertadora, inteligências múltiplas e inteligência emocional. Defende-se que o ensino não pode ser orientado por uma única abordagem teórica, mas deve resultar da integração de múltiplas perspectivas, capazes de contemplar as dimensões cognitivas, sociais, culturais e emocionais do estudante. Evidencia-se que a aprendizagem ocorre por meio da construção ativa do conhecimento, mediada pela interação social e pela linguagem, exigindo do professor planejamento intencional, diagnóstico contínuo e práticas diversificadas. Conclui-se que a articulação entre essas teorias amplia as possibilidades de uma aprendizagem significativa, contribuindo para a formação de sujeitos críticos, autônomos e capazes de intervir na realidade em que estão inseridos.

Palavras-chave: Aprendizagem. Prática pedagógica. Complexidade.

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PROJETOS INTERDISCIPLINARES NO NOVO ENSINO MÉDIO: UMA REVISÃO INTEGRATIVA SOBRE CONTRIBUIÇÕES PARA O PROTAGONISMO JUVENIL E A INTEGRAÇÃO CURRICULAR

Jorge Rodrigo Assis Moreira[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [2]


[1]Discente, Christian Business School-CBS,  prof_rodrigo_moreira@yahoo.com.br [1]
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: Este artigo apresenta uma revisão integrativa da literatura sobre as contribuições dos projetos interdisciplinares para o protagonismo juvenil e a integração curricular no contexto do Novo Ensino Médio brasileiro. A pesquisa foi conduzida em bases como SciELO, Google Scholar e ERIC, utilizando descritores relacionados a interdisciplinaridade, protagonismo juvenil, metodologias ativas e políticas curriculares. Foram incluídos estudos publicados entre 2010 e 2024. A análise de conteúdo permitiu organizar os achados em três eixos temáticos: (1) integração curricular e superação da fragmentação disciplinar; (2) desenvolvimento do protagonismo juvenil por meio de práticas investigativas; e (3) desafios estruturais e pedagógicos para implementação dos projetos. Os resultados indicam que os projetos interdisciplinares favorecem autonomia, engajamento, pensamento crítico e aprendizagem significativa (FAZENDA, 2011; HERNÁNDEZ, 1998; MORAN, 2015). A literatura também aponta limitações relacionadas à formação docente, planejamento coletivo e infraestrutura (LIBÂNEO, 2020; TARDIF, 2014). Conclui-se que os projetos interdisciplinares constituem uma estratégia promissora para consolidar o Novo Ensino Médio.

Palavras-chave: Interdisciplinaridade. Protagonismo juvenil. Novo Ensino Médio. Projetos investigativos. Integração curricular.

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