O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR: PERCEPÇÕES DA COMUNIDADE ESCOLAR SOBRE O BRINCAR COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DE RONDÔNIA

Marleidi Queiroz dos Santos[1]

Orientador: Diógenes José Gusmão Coutinho[2]


[1] Mestre em Ciências da Educação, Christian Business School (CBS), Paris, França. [e-mail].

[2] Doutor em Educação. Christian Business School (CBS), Paris, França.

RESUMO: Esse artigo buscou analisar a importância do lúdico no espaço escolar como prática pedagógica e investigar a percepção da comunidade escolar sobre o brincar como metodologia de ensino-aprendizagem. A metodologia empregada foi qualitativa, de natureza exploratório-descritiva, com pesquisa bibliográfica e pesquisa de campo realizada em uma escola municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental de Alvorada do Oeste – RO, por meio de questionário com dez perguntas enviado a quarenta famílias e funcionários da instituição, além de observação participante das práticas lúdicas desenvolvidas ao longo do ano letivo de 2024. Os principais resultados encontrados revelaram grande diversidade de brincadeiras tradicionais na memória afetiva das famílias, o desejo destas de que seus filhos vivenciem essas mesmas brincadeiras, e um posicionamento praticamente unânime favorável à inclusão do lúdico como metodologia de ensino-aprendizagem, corroborado pelos diversos projetos pedagógicos lúdicos observados na instituição. Conclui-se que o lúdico é reconhecido pela comunidade escolar como ferramenta essencial para o desenvolvimento cognitivo, motor e social da criança, sendo fundamental que a escola valorize e sistematize essa prática desde a Educação Infantil.

Palavras-chave: Lúdico. Educação Infantil. Prática Pedagógica.

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METODOLOGIAS ATIVAS E AVALIAÇÃO FORMATIVA NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NO ENSINO SUPERIOR

Andréa Patricia Nogueira Gomes Gamarra[1]
Pamela da Silva Roberto[2]
Jacimara Nascimento Von Dollmger[3]

Rozineide Iraci Pereira da Silva[4]

1 Andréa Patricia Nogueira Gomes Gamarra, Mestranda em ciências da Educação pela Christian Business School. andreiapatricia_05@hotmail.com. 2  Pamela      da  silva  Roberto,  Mestranda  em  ciências       da  Educação  pela      Christian  Business      School. pamelaroberto00@gmail.com. 3 Jacimara Nascimento Von Dollmger, Mestranda em ciências da Educação pela Christian Business School.dollmger@yahoo.com.br. 4 Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: O presente artigo analisa a integração entre metodologias ativas e avaliação formativa como instrumentos pedagógicos essenciais para a promoção da aprendizagem significativa no ensino superior. A pesquisa, de natureza qualitativa e caráter bibliográfico, buscou compreender como essas abordagens inovadoras contribuem para odesenvolvimento da autonomia, da reflexão crítica e da autorregulação da aprendizagem. As metodologias ativas, ao privilegiarem a participação, a experimentação e a resolução de problemas, deslocam o foco do ensino do professor para o estudante, tornando-o protagonista de seu processo formativo. A avaliação formativa, por sua vez, assume papel mediador e contínuo, promovendo feedbacks construtivos que orientam o aprimoramento constante das práticas de ensino e aprendizagem. A análise das produções recentes sobre o tema revelou que a articulação entre essas duas dimensões pedagógicas é fundamental para consolidar uma cultura de inovação e colaboração no ensino superior. Além disso, destaca-se a importância da formação docente e do uso crítico das tecnologias digitais como fatores determinantes para a efetividade dessas práticas. Conclui-se que metodologias ativas e avaliação formativa, quando implementadas de forma coerente e reflexiva,fortalecem o compromisso ético e democrático da educação superior, tornando-a mais inclusiva, dinâmica etransformadora, capaz de preparar sujeitos críticos e socialmente engajados diante dos desafios contemporâneos.

Palavras-chave: Metodologias ativas; Avaliação formativa; Ensino superior.

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PROGRAMA FORMATIVO PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONSTRUÇÃO, IMPLEMENTAÇÃO E CONTRIBUIÇÕES PARA A QUALIFICAÇÃO DO BRINCAR COMO PRÁTICA EDUCATIVA

Gisele Adriane Simão Calixto[1]
Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


 [1] Discente Mestrado em Ciências da Educação – Christian Business School
 [2] PhD, Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação, Especialista em Escrita Avançada, Psicopedagoga, Pedagoga, Professora e Orientadora da Christian Business School – CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com

RESUMO: Este artigo apresenta e discute um programa formativo direcionado a professores da Educação Infantil, com foco na qualificação do brincar como prática educativa. O objetivo foi descrever a construção e a implementação do programa e identificar, a partir dos registros produzidos no percurso, contribuições para o planejamento, a organização do ambiente e a mediação docente nas brincadeiras. O estudo foi desenvolvido por meio de abordagem qualitativa, articulando revisão bibliográfica narrativa e análise documental de materiais do processo formativo, como planejamentos, roteiros de encontros, sínteses coletivas e registros pedagógicos. Os resultados evidenciaram maior presença do brincar e das interações nos planejamentos, com linguagem mais alinhada aos direitos de aprendizagem e aos campos de experiência, além de registros de reorganização de espaços, detalhamento de materiais e ajustes no tempo destinado às brincadeiras. Observou-se também aumento de registros de observação e maior uso da documentação pedagógica como base para retomadas e replanejamento. Conclui-se que o programa formativo contribuiu para qualificar o brincar no cotidiano escolar, fortalecendo práticas menos escolarizantes e mais coerentes com a identidade da Educação Infantil.

Palavras-chave: Formação continuada. Educação Infantil. Brincar.DOWNLOAD EM PDF (AQUI)

FORMAÇÃO DOCENTE E O BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FUNDAMENTOS TEÓRICOS E IMPACTOS NAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

Gisele Adriane Simão Calixto[1]
Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


 [1] Discente Mestrado em Ciências da Educação – Christian Business School
 [2] PhD, Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação, Especialista em Escrita Avançada, Psicopedagoga, Pedagoga, Professora e Orientadora da Christian Business School – CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com

RESUMO: Este artigo analisa a relação entre formação docente e brincar na Educação Infantil, destacando fundamentos teóricos que sustentam o lúdico como eixo do desenvolvimento e da aprendizagem das crianças e discutindo impactos desse entendimento no cotidiano pedagógico. Trata-se de uma revisão bibliográfica narrativa, com leitura e interpretação de produções acadêmicas e documentos orientadores da área, buscando compreender como a mediação do professor, a organização dos tempos e espaços e a intencionalidade educativa influenciam a qualidade das experiências de brincadeira na escola. Os resultados indicam que o brincar ganha potência quando é planejado como direito e linguagem da infância, com ambientes ricos, materiais abertos, escuta das crianças e intervenções pontuais do professor, evitando práticas escolarizantes e dirigidas que esvaziam a autoria infantil. Evidencia-se, ainda, que processos formativos que valorizam observação, registro e reflexão coletiva contribuem para práticas mais coerentes com a identidade da Educação Infantil e com a construção de aprendizagens significativas. Conclui-se que investir na formação docente para o brincar fortalece um currículo mais humano, inclusivo e alinhado às necessidades reais das crianças.

Palavras-chave: Formação docente. Brincar. Educação Infantil.

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VÍNCULOS AFETIVOS E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONTRIBUIÇÕES DAS RELAÇÕES SOCIOEMOCIONAIS PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL

Carmem Maria de Souza Rodrigues[1]
Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


 [1] Discente Mestrado em Ciências da Educação – Christian Business School
 [2] PhD, Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação, Especialista em Escrita Avançada, Psicopedagoga, Pedagoga, Professora e Orientadora da Christian Business School – CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com

RESUMO: Esse artigo buscou analisar as contribuições dos vínculos afetivos e das relações socioemocionais para o desenvolvimento infantil e para a aprendizagem na Educação Infantil. O estudo foi desenvolvido por meio de pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa, com base na análise de livros, artigos científicos e documentos oficiais que discutem a afetividade, o desenvolvimento infantil, a relação professor-criança e as práticas pedagógicas na primeira infância. Os resultados encontrados indicaram que os vínculos afetivos estão presentes em diferentes momentos da rotina escolar, como acolhimento, brincadeiras, cuidado, escuta, mediação de conflitos e organização das experiências pedagógicas. Observou-se também que as relações socioemocionais favorecem a segurança emocional, a autonomia, a linguagem, a socialização e a participação da criança nas atividades educativas. Conclui-se que a afetividade não deve ser compreendida apenas como demonstração de carinho, mas como dimensão essencial da prática pedagógica, pois contribui para uma Educação Infantil mais acolhedora, humanizada e comprometida com o desenvolvimento integral da criança.

Palavras-chave: Afetividade. Educação Infantil. Desenvolvimento Infantil.

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O PAPEL DAS PRÁTICAS DE ENSINO BEM-SUCEDIDAS NA MOTIVAÇÃO DE ALUNOS DE INGLÊS COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA

Ana Carolina Serrão Gama [1]
Dra. Sandra Milena Camelo Pinilla


[1] Mestra em Linguística Aplicada ao Ensino da Língua Inglesa como Língua Estrangeira pela Universidad Europea del Atlántico. E-mail: carolinavedder@gmail.com.
[2] Phd, Orientadora

RESUMO: O ensino da Língua Inglesa possui significativa relevância no contexto educacional contemporâneo, especialmente diante das transformações sociais, tecnológicas e culturais que exigem maior interação com diferentes formas de comunicação global. Entretanto, muitos estudantes ainda demonstram desinteresse pelas aulas em razão da utilização de metodologias tradicionais e pouco contextualizadas. Nesse sentido, o presente estudo teve como objetivo analisar de que maneira práticas pedagógicas exitosas podem enriquecer as aulas de Língua Inglesa e despertar o interesse dos alunos pelo aprendizado do idioma. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, desenvolvida por meio de revisão bibliográfica, utilizando artigos científicos, trabalhos acadêmicos e sites especializados na área da educação e do ensino de línguas estrangeiras. Os resultados evidenciaram que metodologias participativas, associadas ao uso de recursos tecnológicos, músicas, jogos, filmes e práticas interativas, favorecem maior envolvimento discente, tornando o processo de aprendizagem mais significativo e dinâmico. Além disso, observou-se que práticas inovadoras contribuem para o fortalecimento da autonomia dos estudantes e para a construção de ambientes educacionais mais motivadores. Conclui-se que a adoção de estratégias pedagógicas diferenciadas representa importante alternativa para superar desafios presentes no ensino da Língua Inglesa e promover maior interesse e participação dos alunos no contexto escolar.

Palavras-chave: Ensino de Língua Inglesa. Práticas Pedagógicas. Aprendizagem Significativa.

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AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELAÇÕES EMOCIONAIS E DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM NA PRIMEIRA INFÂNCIA

Carmem Maria de Souza Rodrigues[1]
Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


 [1] Discente Mestrado em Ciências da Educação – Christian Business School
 [2] PhD, Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação, Especialista em Escrita Avançada, Psicopedagoga, Pedagoga, Professora e Orientadora da Christian Business School – CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com

RESUMO: Esse artigo buscou analisar a importância da afetividade na Educação Infantil, considerando suas relações com o desenvolvimento emocional e a aprendizagem na primeira infância. O estudo foi desenvolvido por meio de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa, com análise de livros, artigos científicos e documentos oficiais relacionados ao desenvolvimento infantil, às práticas pedagógicas, ao vínculo professor-criança e às experiências emocionais no contexto escolar. Os resultados encontrados indicaram que a afetividade está presente nas práticas de cuidado, nas brincadeiras, na escuta, no acolhimento e na mediação das relações, contribuindo para que a criança se sinta segura, participe com mais confiança e desenvolva autonomia no ambiente educativo. Também foi observado que as relações emocionais favorecem a socialização, a expressão dos sentimentos e o envolvimento da criança nas experiências de aprendizagem. Conclui-se que a afetividade não deve ser compreendida como algo separado da prática pedagógica, mas como uma dimensão essencial da Educação Infantil, pois fortalece vínculos, humaniza o processo educativo e contribui para o desenvolvimento integral da criança pequena.

Palavras-chave: Afetividade. Educação Infantil. Aprendizagem.

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O COTIDIANO DO ENSINO FUNDAMENTAL I A PARTIR DAS EXPERIÊNCIAS DOCENTES

Aline Buzaglo da Rocha¹

Ranielly da Costa Relvas²

Orientadora: Dra. Rozineide Pereira³

 [1] Discente Mestrado em Ciências da Educação – Christian Business School
 [2] Discente Mestrado em Ciências da Educação – Christian Business School
 [3] PhD, Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação, Especialista em Escrita Avançada, Psicopedagoga, Pedagoga, Professora e Orientadora da Christian Business School – CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com

RESUMO: Este artigo analisa o cotidiano do Ensino Fundamental I a partir das experiências docentes, articulando narrativas de professores e literatura educacional. Com base em uma abordagem bibliográfico-narrativa, o estudo compreende o cotidiano escolar como um espaço de produção de saberes, no qual se constroem práticas pedagógicas, relações professor–aluno e estratégias de mediação frente às demandas do ensino. A análise evidencia que a docência nos anos iniciais é marcada por decisões reflexivas, vínculos afetivos e desafios institucionais, reforçando a necessidade de valorizar o professor como sujeito ativo na construção do processo educativo.

Palavras-chave: Cotidiano escolar; Ensino Fundamental I; Experiências docentes; Prática pedagógica.

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ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NA PERSPECTIVA DE MAGDA SOARES: UMA ABORDAGEM INTEGRADA DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA LÍNGUA ESCRITA

José Venicio da Silva[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [2]


[1]Discente do curso Mestrado em Ciências da Educação na Universidade CHRISTIAN BUSINESS SCHOOL. E-mail: vs8167721@gmail.com
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: Esse artigo buscou analisar os processos de alfabetização e letramento a partir da perspectiva teórica de Magda Soares, destacando a proposta do “alfaletrar” como alternativa às práticas tradicionais de ensino da língua escrita. Fundamentado em pesquisa bibliográfica, o estudo discute a complexidade da aprendizagem da escrita, evidenciando que alfabetização e letramento são processos distintos, porém interdependentes e simultâneos. Aborda-se a importância de compreender como a criança aprende para orientar práticas pedagógicas mais eficazes, superando visões reducionistas centradas apenas no domínio do sistema alfabético. O trabalho também explora as três camadas da aprendizagem da língua escrita, os conceitos de alfabetização e letramento e o papel do texto como eixo central do ensino. Conclui-se que a integração entre alfabetizar e letrar é essencial para formar sujeitos capazes de utilizar a escrita de forma crítica e significativa em contextos sociais diversos, contribuindo para a melhoria da qualidade da educação.

Palavras-chave: Alfabetização. Letramento. Alfaletrar.

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A COMPLEXIDADE DO ENSINO: INTEGRAÇÃO DAS TEORIAS DA APRENDIZAGEM NA CONSTRUÇÃO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS SIGNIFICATIVAS

José Venicio da Silva[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [2]


[1]Discente do curso Mestrado em Ciências da Educação na Universidade CHRISTIAN BUSINESS SCHOOL. E-mail: vs8167721@gmail.com
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: Este artigo buscou analisar a prática pedagógica a partir da integração de diferentes teorias da aprendizagem, considerando a complexidade do processo de ensino. Fundamentado em pesquisa bibliográfica, o estudo dialoga com autores como Piaget, Vygotsky, Emília Ferreiro, Magda Soares, Paulo Freire, Gardner e Goleman, articulando contribuições do construtivismo, interacionismo, educação libertadora, inteligências múltiplas e inteligência emocional. Defende-se que o ensino não pode ser orientado por uma única abordagem teórica, mas deve resultar da integração de múltiplas perspectivas, capazes de contemplar as dimensões cognitivas, sociais, culturais e emocionais do estudante. Evidencia-se que a aprendizagem ocorre por meio da construção ativa do conhecimento, mediada pela interação social e pela linguagem, exigindo do professor planejamento intencional, diagnóstico contínuo e práticas diversificadas. Conclui-se que a articulação entre essas teorias amplia as possibilidades de uma aprendizagem significativa, contribuindo para a formação de sujeitos críticos, autônomos e capazes de intervir na realidade em que estão inseridos.

Palavras-chave: Aprendizagem. Prática pedagógica. Complexidade.

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