O COTIDIANO DO ENSINO FUNDAMENTAL I A PARTIR DAS EXPERIÊNCIAS DOCENTES

Aline Buzaglo da Rocha¹

Ranielly da Costa Relvas²

Orientadora: Dra. Rozineide Pereira³

 [1] Discente Mestrado em Ciências da Educação – Christian Business School
 [2] Discente Mestrado em Ciências da Educação – Christian Business School
 [3] PhD, Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação, Especialista em Escrita Avançada, Psicopedagoga, Pedagoga, Professora e Orientadora da Christian Business School – CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com

RESUMO: Este artigo analisa o cotidiano do Ensino Fundamental I a partir das experiências docentes, articulando narrativas de professores e literatura educacional. Com base em uma abordagem bibliográfico-narrativa, o estudo compreende o cotidiano escolar como um espaço de produção de saberes, no qual se constroem práticas pedagógicas, relações professor–aluno e estratégias de mediação frente às demandas do ensino. A análise evidencia que a docência nos anos iniciais é marcada por decisões reflexivas, vínculos afetivos e desafios institucionais, reforçando a necessidade de valorizar o professor como sujeito ativo na construção do processo educativo.

Palavras-chave: Cotidiano escolar; Ensino Fundamental I; Experiências docentes; Prática pedagógica.

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ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NA PERSPECTIVA DE MAGDA SOARES: UMA ABORDAGEM INTEGRADA DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA LÍNGUA ESCRITA

José Venicio da Silva[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [2]


[1]Discente do curso Mestrado em Ciências da Educação na Universidade CHRISTIAN BUSINESS SCHOOL. E-mail: vs8167721@gmail.com
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: Esse artigo buscou analisar os processos de alfabetização e letramento a partir da perspectiva teórica de Magda Soares, destacando a proposta do “alfaletrar” como alternativa às práticas tradicionais de ensino da língua escrita. Fundamentado em pesquisa bibliográfica, o estudo discute a complexidade da aprendizagem da escrita, evidenciando que alfabetização e letramento são processos distintos, porém interdependentes e simultâneos. Aborda-se a importância de compreender como a criança aprende para orientar práticas pedagógicas mais eficazes, superando visões reducionistas centradas apenas no domínio do sistema alfabético. O trabalho também explora as três camadas da aprendizagem da língua escrita, os conceitos de alfabetização e letramento e o papel do texto como eixo central do ensino. Conclui-se que a integração entre alfabetizar e letrar é essencial para formar sujeitos capazes de utilizar a escrita de forma crítica e significativa em contextos sociais diversos, contribuindo para a melhoria da qualidade da educação.

Palavras-chave: Alfabetização. Letramento. Alfaletrar.

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A COMPLEXIDADE DO ENSINO: INTEGRAÇÃO DAS TEORIAS DA APRENDIZAGEM NA CONSTRUÇÃO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS SIGNIFICATIVAS

José Venicio da Silva[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [2]


[1]Discente do curso Mestrado em Ciências da Educação na Universidade CHRISTIAN BUSINESS SCHOOL. E-mail: vs8167721@gmail.com
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: Este artigo buscou analisar a prática pedagógica a partir da integração de diferentes teorias da aprendizagem, considerando a complexidade do processo de ensino. Fundamentado em pesquisa bibliográfica, o estudo dialoga com autores como Piaget, Vygotsky, Emília Ferreiro, Magda Soares, Paulo Freire, Gardner e Goleman, articulando contribuições do construtivismo, interacionismo, educação libertadora, inteligências múltiplas e inteligência emocional. Defende-se que o ensino não pode ser orientado por uma única abordagem teórica, mas deve resultar da integração de múltiplas perspectivas, capazes de contemplar as dimensões cognitivas, sociais, culturais e emocionais do estudante. Evidencia-se que a aprendizagem ocorre por meio da construção ativa do conhecimento, mediada pela interação social e pela linguagem, exigindo do professor planejamento intencional, diagnóstico contínuo e práticas diversificadas. Conclui-se que a articulação entre essas teorias amplia as possibilidades de uma aprendizagem significativa, contribuindo para a formação de sujeitos críticos, autônomos e capazes de intervir na realidade em que estão inseridos.

Palavras-chave: Aprendizagem. Prática pedagógica. Complexidade.

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PROJETOS INTERDISCIPLINARES NO NOVO ENSINO MÉDIO: UMA REVISÃO INTEGRATIVA SOBRE CONTRIBUIÇÕES PARA O PROTAGONISMO JUVENIL E A INTEGRAÇÃO CURRICULAR

Jorge Rodrigo Assis Moreira[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [2]


[1]Discente, Christian Business School-CBS,  prof_rodrigo_moreira@yahoo.com.br [1]
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: Este artigo apresenta uma revisão integrativa da literatura sobre as contribuições dos projetos interdisciplinares para o protagonismo juvenil e a integração curricular no contexto do Novo Ensino Médio brasileiro. A pesquisa foi conduzida em bases como SciELO, Google Scholar e ERIC, utilizando descritores relacionados a interdisciplinaridade, protagonismo juvenil, metodologias ativas e políticas curriculares. Foram incluídos estudos publicados entre 2010 e 2024. A análise de conteúdo permitiu organizar os achados em três eixos temáticos: (1) integração curricular e superação da fragmentação disciplinar; (2) desenvolvimento do protagonismo juvenil por meio de práticas investigativas; e (3) desafios estruturais e pedagógicos para implementação dos projetos. Os resultados indicam que os projetos interdisciplinares favorecem autonomia, engajamento, pensamento crítico e aprendizagem significativa (FAZENDA, 2011; HERNÁNDEZ, 1998; MORAN, 2015). A literatura também aponta limitações relacionadas à formação docente, planejamento coletivo e infraestrutura (LIBÂNEO, 2020; TARDIF, 2014). Conclui-se que os projetos interdisciplinares constituem uma estratégia promissora para consolidar o Novo Ensino Médio.

Palavras-chave: Interdisciplinaridade. Protagonismo juvenil. Novo Ensino Médio. Projetos investigativos. Integração curricular.

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LETRAMENTO CRÍTICO, DIGITAL E MIDIÁTICO NA ERA DA INFORMAÇÃO

Ruth Léia Ferreira[1]
Antônia Pereira Da Costa [2]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [3]


[1]Discente, Christian Business School
[2] Discente, Christian Business School
[3] Phd, Orientadora da Christian Business School


RESUMO: A sociedade contemporânea é marcada pela intensa circulação de informações, impulsionada pelo avanço das tecnologias digitais e pela presença constante dos meios de comunicação no cotidiano social. Nesse contexto, a educação enfrenta o desafio de formar sujeitos capazes de interpretar criticamente os discursos que circulam nos ambientes digitais e midiáticos, bem como participar de forma consciente das práticas comunicativas da sociedade da informação. Diante dessa realidade, este artigo tem como objetivo analisar as contribuições do letramento crítico, digital e midiático para a formação de cidadãos capazes de compreender e atuar criticamente na sociedade contemporânea. Para isso, adotou-se uma abordagem qualitativa de natureza bibliográfica, fundamentada na análise de produções teóricas que discutem as relações entre linguagem, educação, tecnologia e comunicação. O referencial teórico baseia-se nas contribuições de autores que investigam o letramento como prática social e suas relações com a cultura digital e midiática, destacando-se os estudos de Freire (1989), Soares (2004; 2010), Kleiman (1995; 2005), Rojo (2009; 2012), Britto (2012), Sodré (2002), Baccega (2003) e Machado (2007). A análise evidencia que o letramento crítico possibilita a interpretação reflexiva dos discursos sociais; o letramento digital envolve competências relacionadas ao acesso, avaliação e produção de informações em ambientes virtuais; e o letramento midiático contribui para a compreensão das estratégias discursivas presentes nos meios de comunicação. Conclui-se que essas dimensões do letramento são complementares e essenciais para a formação de sujeitos críticos, capazes de interpretar informações, avaliar discursos e participar de forma ativa e responsável na sociedade da informação

.Palavras-chave: Letramento Crítico. Letramento Digital. Letramento Midiático. Educação. Sociedade Da Informação.


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GAMIFICAÇÃO NA EDUCAÇÃO: ESTRATÉGIAS PARA ENGAJAMENTO E APRENDIZAGEM ATIVA

Maria Antônia Gonçalves de Freitas Miranda [1]

Odete Aparecida Sperandio [2]

Maria Lucia de Oliveira Perozzo [3]

Arlete Alves dos Santos [4]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[5]


[1] Licenciada em Ciências pela Faculdade de Filosofia Ciência e Letras de Umuarama – 1981. Pós-Graduada “Latu Sensu” em Especialização em Educação e Novas Tecnologias pela Universidade Estácio de Sá – 2023. E-mail: m.antoniagon@hotmail.com

[2] Licenciada em História pela Fundação Universidade Federal de Rondônia – UNIR – 2004. Pós-Graduada “Latu Sensu” em Especialização em História Contemporânea pelo Instituto de Ensino Superior do Acre – 2005. E-mail: odetesperandio@gmail.com

3 Licenciada em Pedagogia pela Fundação Universidade Federal de Rondônia – UNIR – 2004. Pós-Graduada “Latu Sensu” em Especialização em Educação Infantil e Alfabetização pelo Instituto Cuiabano de Educação – 2005. E-mail: mlpjpro@hotmail.com

Licenciada em Letras pela Fundação Universidade Federal de Rondônia – UNIR – 2004. Pós-Graduada “Latu Sensu” em Especialização em Gestão Escolar pela Fundação Universidade Federal de Rondônia – UNIR – 2009. E-mail: arletesantos@seduc.ro.gov.br

PhD, Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação, Especialista em Escrita Avançada, Psicopedagoga, Pedagoga, Professora e Orientadora da Christian Business School – CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com[1]
 

RESUMO: Este artigo mostra como a gamificação pode deixar o aprendizado mais interessante e motivador. Usando elementos dos jogos, como pontos, desafios, medalhas e rankings, dentro das aulas, sem substituir os métodos já existentes. Pelo contrário, ela funciona como complemento de práticas ativas, como projetos, sala de aula invertida e estudo híbrido. Os resultados apontam que, quando bem planejada, a gamificação aumenta o interesse dos alunos, ajuda diferentes maneiras de aprendizagem e favorece a inclusão digital. Além disso, cria um ambiente mais participativo, em que os estudantes se sentem parte de uma experiência coletiva. O estudo também alerta que recompensas e competições precisam ser usadas com equilíbrio, para que o foco continue sendo a aprendizagem significativa. Em resumo, a gamificação aparece como uma ferramenta pedagógica que amplia as possibilidades de ensino e torna a escola mais interessante e original. 

Palavras-chave: Gamificação, jogos, aprendizagem ativa, motivação, desafios, recompensas, plataformas digitais, retenção do conhecimento, ensino inovador.

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TECNOLOGIAS ASSISTIVAS E FORMAÇÃO DOCENTE: DESAFIOS E POSSIBILIDADES PARA A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Marina Flaminio Reche[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [2]


[1]Discente, Christian Business School
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School


RESUMO: Este artigo analisa o papel das tecnologias assistivas no contexto da educação inclusiva, enfatizando a formação docente como eixo estruturante para sua implementação efetiva. Trata-se de uma revisão teórica narrativa fundamentada na produção científica recente sobre inclusão escolar, tecnologia assistiva e desenvolvimento profissional docente. A literatura evidencia que recursos como softwares adaptados, leitores de tela, sistemas de comunicação alternativa e ferramentas digitais acessíveis ampliam significativamente as possibilidades de acesso ao currículo, participação e autonomia de estudantes com deficiência no ambiente escolar. Contudo, a simples disponibilização desses recursos não garante sua apropriação pedagógica, pois muitos professores ainda apresentam lacunas formativas quanto à seleção, adaptação e integração das tecnologias assistivas às práticas de ensino, revelando que os desafios envolvem aspectos formativos, institucionais e políticos. Nesse sentido, argumenta-se que a articulação entre formação inicial e continuada, desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas e fortalecimento de políticas públicas constitui condição indispensável para a consolidação da educação inclusiva. Experiências formativas demonstram potencial para qualificar a atuação docente quando estruturadas de modo crítico e contextualizado. Conclui-se que a efetividade das tecnologias assistivas depende de uma abordagem sistêmica que integre recursos tecnológicos, preparo profissional e reorganização pedagógica, assegurando a participação plena de todos os estudantes.
Palavras-chave: Tecnologia Assistiva. Formação de Professores. Práticas Pedagógicas

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METODOLOGIAS ATIVAS E AUTONOMIA DISCENTE NO ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Jorge Rodrigo Assis Moreira[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [2]


[1]Discente, Christian Business School-CBS,  prof_rodrigo_moreira@yahoo.com.br [1]
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School


RESUMO: Este artigo apresenta uma revisão de literatura sobre a relação entre metodologias ativas e o desenvolvimento da autonomia discente no ensino de Ciências da Natureza. Foram analisadas publicações nacionais e internacionais, incluindo artigos científicos, livros, documentos oficiais e revisões publicadas entre 1985 e 2024. A literatura indica que estratégias como Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL), Aprendizagem por Investigação, Sala de Aula Invertida, Peer Instruction, aprendizagem cooperativa e projetos interdisciplinares favorecem o protagonismo estudantil, a autorregulação, a motivação autônoma e o pensamento crítico. Os estudos convergem ao apontar que metodologias ativas promovem autonomia cognitiva, social e metacognitiva, embora desafios estruturais, culturais e formativos ainda dificultem sua implementação, sobretudo em redes públicas. Conclui-se que tais metodologias constituem ferramentas essenciais para fortalecer a autonomia discente e promover uma educação científica crítica, significativa e alinhada às competências contemporâneas.

Palavras-chave: Metodologias ativas; Autonomia discente; Ciências da Natureza.

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A INCLUSÃO NAS ESCOLAS PÚBLICAS BRASILEIRAS: AVANÇOS, LIMITES E DESAFIOS

Gilcejane da Silva Pinto[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [2]


[1] 1Licenciada em Normal Superior. Pós-graduação em Supervisão Escolar. Mestra em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University, Doutoranda em Ciências da Educação na Christian Business School – CBS. E-mail: gilcejanejf@gmail.com
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: Este artigo teve como objetivo analisar os avanços legais, as políticas públicas, bem como os limites e desafios da inclusão nas escolas brasileiras. Para isso, adotou-se uma abordagem qualitativa de caráter exploratório, utilizando a revisão bibliográfica como principal procedimento metodológico, por meio da análise de livros, artigos científicos e legislações, o que possibilitou uma compreensão mais aprofundada do tema. Os resultados evidenciam que a inclusão ainda enfrenta obstáculos significativos, não se restringindo ao acesso do aluno com deficiência à escola, mas exigindo condições efetivas de participação, aprendizagem e desenvolvimento. Entre os principais desafios, destacam-se a formação insuficiente dos professores, a precariedade da infraestrutura, a falta de recursos pedagógicos e tecnológicos, além de barreiras atitudinais. O estudo também aponta que, embora o professor desempenhe papel central, a inclusão requer uma atuação coletiva entre escola, família, poder público e sociedade. Nesse contexto, práticas pedagógicas inclusivas e a aprendizagem colaborativa mostram-se fundamentais. Conclui-se que a efetivação da educação inclusiva depende de mudanças estruturais, pedagógicas e culturais, com investimento em formação continuada, suporte institucional e participação ativa da família.

Palavras-chave: Inclusão. Políticas Púbicas. Educação.

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