O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR

MARLEIDI QUEIROZ DOS SANTOS [1]

[1] Mestra em. Ciências da Educação, Christian Business School


RESUMO: A presente Dissertação tem como objetivo apresentar dados concretos e verdadeiros com relação ao lúdicoem espaço escolar e a sua importância para o desenvolvimento humano da criança desde o início da Educação Básica até a sua conclusão. Se pretende apresentar a importância do lúdico em espaço escolar como prática pedagógica. Ao se trabalhar em sala de aula o lúdico, se coloca em prática um prazer diferenciado para com os envolvidos e em especial ao aluno, e com a prática da proposta o aluo começa arespeitar regras sem ter a imposição de obrigação, através da convivência em grupo com essa práticaprepara-se o indivíduo para a convivência em sociedade. No espaço lúdico se proporciona o criar e recriar da criança. No momento em que se trabalha “o lúdico em espaço escolar” pode-se demonstrar que a prática pedagógica pode ficar mais prazerosa.

Palavras-chaves: Ensino-aprendizagem. Desenvolvimento. Lúdico. Prática pedagógica.


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EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E AS POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS

CÉLIA TOLEDO VIEIRA [1]

[1] Mestra em. Ciências da Educação, Christian Business School


RESUMO: Diante das mudanças ocorridas no mundo, até mesmo pelo seu caráter dinâmico, a tecnologia passou a ocupar um importante espaço dentro da sociedade. Tem um papel fundamental no desenvolvimento das relações sociais estando presente na maioria de nossas atividades do cotidiano. Percebe-se, que cada vez mais, crianças antes de serem alfabetizadas conseguem manusear os aparelhos eletrônicos, computadores, tablets, androides, atitudes que são vistas como positivas pelos pais, no entanto, pode se tornar uma ferramenta de aprendizagem duvidosa e perigosa para as crianças. As crianças passaram a ter preferências por brinquedos e jogos eletrônicos e frequentarem espaços destinados a proporcionar lazer com esses objetos específicos. Nessa perspectiva, esta pesquisa buscou entender em que medida a mídia influência nas escolhas de brinquedos das crianças? Quais efeitos os jogos e brinquedos eletrônicos proporcionam no brincar, considerando a saúde física dos menores e sua relação social com outras crianças? O tema em discussão permitiu analisar e refletir sobre as atitudes e decisões tomadas diante as escolhas e comportamento das crianças. O brincar, mais que um ato de lazer é direito assegurado às crianças e quando retirado esse momento do cotidiano pode ocasionar consequências quanto no seu desenvolvimento físico, quanto na questão do desenvolvimento da sociabilidade. Porém, o mundo digital tem levado crianças a perderem o contato com os grupos sociais e se afastarem cada vez mais da interação social, fator este de importância para viver bem em sociedade. Não há como negar que as crianças expostas ao uso das tecnologias, por vezes, tendem a ser mais desenvolvidas diante do acesso as diversas fontes nas redes sociais, sendo assim é preciso orientação quanto à sua utilização para que sirva como mecanismo no processo de desenvolvimento da aprendizagem. Entretanto, além dos impactos no seu desenvolvimento, notam-se influências negativas e tem causado impactos no processo da leitura e da escrita. Esta monografia utilizou-se da pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa, classificada como pesquisa exploratória. O resultado da pesquisa proporcionou compreender o quão pode ser importante a utilização da tecnologia na Educação Infantil desde que feito sob planejamento e supervisão de pais e professores e ainda deve-se dar o devido incentivo às práticas lúdicas na escola para que por meio da interação desenvolva-se o processo de aprendizagem.

Palavras-chave: Brincar. Educação. Jogos. Ludicidade. Tecnologia. 


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INCLUSÃO DE ALUNOS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAÇÃO E PRÁTICA PEDAGÓGICA DOS DOCENTES

FRANCISCA VANUZA CALIXTO DE OLIVEIRA [1]

[1] Mestra em. Ciências da Educação, Christian Business School


RESUMO: Esta dissertação investigou as práticas pedagógicas adotadas por docentes da Educação Infantil no processo de inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), com foco na formação docente, nas estratégias metodológicas e nos desafios enfrentados. A pesquisa foi desenvolvida em uma unidade escolar da rede pública municipal de Porto Velho – RO, com a participação de cinco professoras que atuam com alunos diagnosticados com TEA. A abordagem foi qualitativa, com delineamento exploratório-descritivo. Como instrumentos de coleta de dados, foram utilizados um questionário semiestruturado e entrevistas individuais. Os dados foram organizados e analisados por meio da técnica de análise de conteúdo, com base nos referenciais de Bardin. Os resultados revelaram fragilidades na formação inicial e continuada das participantes quanto à inclusão, bem como a ausência de suporte institucional, especialmente do Atendimento Educacional Especializado (AEE). Apesar das dificuldades, observou-se o uso de estratégias como rotinas visuais, materiais adaptados, atividades sensoriais e organização do espaço pedagógico, que demonstraram compromisso ético das docentes com a inclusão. Constatou-se, ainda, que as práticas pedagógicas inclusivas são marcadas pela criatividade e sensibilidade, embora careçam de planejamento sistemático e respaldo técnico. A pesquisa conclui que a efetivação da inclusão de crianças com TEA na Educação Infantil depende de formação docente consistente, apoio institucional e políticas públicas articuladas.

Palavras-chave: Educação Infantil. Transtorno do Espectro Autista. Educação Inclusiva. Formação Docente. Práticas Pedagógicas.


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PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS NA ALFABETIZAÇÃO: ESTRATÉGIAS FÔNICAS PARA ESTUDANTES COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

Tatiane Fernanda de Souza Gomes Pimenta[1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

[1] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação, Christian Business School (CBS).
E-mail: tatianefernanda94@hotmail.com

[2]  Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Este artigo analisou as contribuições das práticas pedagógicas inclusivas e das estratégias fônicas para a alfabetização de estudantes com dificuldades de aprendizagem no 1º ano do Ensino Fundamental. O estudo partiu da compreensão de que a aprendizagem da leitura e da escrita ocorre de maneiras e em ritmos diferentes, exigindo intervenções planejadas, flexíveis e sensíveis às necessidades de cada criança. Metodologicamente, foi realizada uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, desenvolvida por meio de levantamento bibliográfico e análise documental. O referencial teórico abordou a alfabetização inclusiva, a consciência fonológica, as relações entre fonemas e grafemas, a ludicidade, a diversificação dos recursos pedagógicos e o acompanhamento contínuo da aprendizagem. Os resultados indicaram que jogos sonoros, letras móveis, imagens, músicas, parlendas, materiais concretos e atividades contextualizadas podem favorecer a compreensão do sistema alfabético. Também se verificou que as estratégias fônicas apresentam limitações quando utilizadas de forma mecânica, repetitiva ou isolada. Concluiu-se que essas práticas devem estar articuladas à leitura, à escrita, à oralidade e ao letramento, garantindo experiências significativas e oportunidades reais de aprendizagem para todos os estudantes.

Palavras-chave: Alfabetização inclusiva. Estratégias fônicas. Consciência fonológica. Dificuldades de aprendizagem. Práticas pedagógicas.


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O MÉTODO FÔNICO NA ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES NEURODIVERGENTES: POSSIBILIDADES E LIMITES PARA O DESENVOLVIMENTO DA CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

Tatiane Fernanda de Souza Gomes Pimenta[1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

[1] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação, Christian Business School (CBS).
E-mail: tatianefernanda94@hotmail.com

[2]  Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Este artigo analisou as possibilidades e os limites do método fônico como estratégia de intervenção pedagógica inclusiva para estudantes neurodivergentes e crianças com dificuldades de aprendizagem no 1º ano do Ensino Fundamental. O estudo discutiu a relação entre alfabetização, consciência fonológica, princípio alfabético e diferentes formas de aprender, considerando que a neurodiversidade exige práticas flexíveis e sensíveis às particularidades dos estudantes. Metodologicamente, foi realizada uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, fundamentada em levantamento bibliográfico e análise documental de produções científicas e documentos educacionais relacionados à alfabetização. Os resultados indicaram que o ensino explícito das correspondências entre fonemas e grafemas pode favorecer a consciência fonológica, a leitura e a escrita, especialmente entre crianças que apresentam dificuldades para compreender o funcionamento do sistema alfabético. Entretanto, verificou-se que o método fônico apresenta limitações quando utilizado de maneira rígida, mecânica ou isolada. Concluiu-se que sua aplicação deve ser articulada a atividades lúdicas, contextualizadas e diversificadas, envolvendo leitura de textos, produção escrita, jogos sonoros, recursos visuais e acompanhamento contínuo das aprendizagens.

Palavras-chave: Alfabetização. Neurodiversidade. Método fônico. Consciência fonológica. Dificuldades de aprendizagem.


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LUDICIDADE E MÉTODO FÔNICO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: ESTRATÉGIAS PARA FAVORECER A LEITURA E A ESCRITA DE ESTUDANTES COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

Ezequias Pereira Pimenta  [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


[1] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação, Christian Business School (CBS).
E-mail: ezequiaspereirapimenta@gmail.com

[2]  Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Este artigo analisou as contribuições da ludicidade e do método fônico para favorecer a leitura e a escrita de estudantes com dificuldades de aprendizagem em contextos de educação inclusiva. O estudo partiu da compreensão de que a alfabetização precisa considerar diferentes ritmos, formas de participação e necessidades pedagógicas, articulando ensino sistemático e experiências significativas de aprendizagem. Metodologicamente, realizou-se uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, desenvolvida por meio de levantamento bibliográfico e análise documental. O referencial teórico discutiu alfabetização inclusiva, consciência fonológica, ensino das relações entre fonemas e grafemas, atividades lúdicas, mediação docente e acessibilidade pedagógica. Os resultados indicaram que jogos, cantigas, rimas, letras móveis, imagens e desafios sonoros podem ampliar o envolvimento dos estudantes e contribuir para a compreensão do sistema de escrita alfabética. Também se verificou que essas estratégias apresentam limitações quando utilizadas de forma mecânica, repetitiva ou isolada. Concluiu-se que a articulação entre ludicidade e método fônico pode fortalecer a alfabetização inclusiva quando integrada à leitura, à produção escrita, à oralidade e ao acompanhamento contínuo das aprendizagens.

Palavras-chave: Ludicidade. Método fônico. Alfabetização inclusiva. Dificuldades de aprendizagem. Leitura e escrita.


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JOGOS PEDAGÓGICOS FÔNICOS E ALFABETIZAÇÃO INCLUSIVA: CONTRIBUIÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DA CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Ezequias Pereira Pimenta  [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


[1] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação, Christian Business School (CBS).
E-mail: ezequiaspereirapimenta@gmail.com

[2]  Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Este artigo analisou as contribuições dos jogos pedagógicos fônicos para o desenvolvimento da consciência fonológica e para a alfabetização inclusiva nos anos iniciais do Ensino Fundamental. O estudo partiu da compreensão de que as crianças aprendem em ritmos e de maneiras diferentes, tornando necessário o uso de estratégias diversificadas, acessíveis e articuladas às práticas de leitura e escrita. Metodologicamente, foi realizada uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, desenvolvida por meio de levantamento bibliográfico e análise documental. O referencial teórico abordou a alfabetização inclusiva, a ludicidade, a consciência fonológica, a mediação docente e a adaptação dos recursos pedagógicos. Os resultados indicaram que jogos com rimas, sílabas, fonemas, imagens e letras móveis podem favorecer a percepção dos sons da fala, a compreensão do sistema alfabético e a participação dos estudantes. Também se verificou que esses recursos apresentam limitações quando utilizados sem planejamento, de forma repetitiva ou afastados de situações significativas de leitura e produção escrita. Concluiu-se que os jogos fônicos podem fortalecer a alfabetização inclusiva quando associados à intencionalidade pedagógica, à acessibilidade, ao acompanhamento contínuo e ao respeito às diferentes formas de aprender.

Palavras-chave: Jogos pedagógicos. Consciência fonológica. Alfabetização inclusiva. Método fônico. Anos iniciais.


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SENTIR PARA APRENDER, APRENDER PARA SENTIR: AS HABILIDADES SOCIOEMOCIONAIS COMO EIXO ESTRUTURANTE DA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA

Nanci dos Santos Amabili [1]

Ana Maria Soares Gonçalves[2]

Regina Paula de Souza Freitas Sanches[3]

Rosangela Zavan Firmiano[4]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[5]


[1] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação, Christian Business School (CBS). E-mail: nanciamabili@gmail.com.

[2] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação, Christian Business School (CBS). E-mail: amsgon@hotmail.com.

[3] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação, Christian Business School (CBS). E-mail: reginasouzafreitas@gmail.com.

[4] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação, Christian Business School (CBS). E-mail: rosangelafirmiano@hotmail.com.

[5]  Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Este artigo tem por objetivo analisar, por meio de revisão bibliográfica, a construção teórica das habilidades socioemocionais e sua relevância para os processos de ensino-aprendizagem, para a formação docente e para práticas profissionais relacionadas à mediação de conflitos e à inclusão de sujeitos surdos. A pesquisa fundamenta-se em produções científicas nacionais publicadas entre 2016 e 2024, selecionadas por meio de levantamento bibliográfico qualitativo e de natureza exploratória (GIL, 2017). Os resultados evidenciam que as habilidades socioemocionais constituem um construto multidimensional, associado à inteligência emocional e às habilidades sociais, cuja inserção nos currículos escolares, sobretudo por meio da Base Nacional Comum Curricular, demanda formação continuada de professores e demais profissionais, ainda carente de instrumentalização específica. Conclui-se que o desenvolvimento dessas competências, quando articulado à dimensão cognitiva, favorece a autocomposição de conflitos, a inclusão de alunos surdos e a formação de sujeitos mais autônomos, empáticos e responsáveis, reforçando a necessidade de investimentos formativos continuados voltados à dimensão socioemocional da educação.

Palavras-chave: Habilidades socioemocionais. Formação docente. Inteligência emocional. Educação inclusiva. Base Nacional Comum Curricular.
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CULTURA DIGITAL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO SÉCULO XXI

Ana Maria Dias dos Santos[1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


[1] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação na Christian Business School (CBS). E-mail: amds83@yahoo.com.br.

[2] Pedagoga pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), especialista em Educação Especial pela Faculdade de Venda Nova do Imigrante (FAVENI) e pós-graduanda em Educação Socioemocional no Contexto Escolar pela Instituição Evangélica de Novo Hamburgo (IENH). Professora da Educação Especial na Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (SEDUC/AL), com atuação na Sala de Recursos Multifuncionais (SRM) e no Atendimento Educacional Especializado (AEE). Ledora e transcritora do CEBRASPE. E-mail: kissila.melo0029015@souprof.al.gov.br.

[3]  Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Quando a cultura digital permeia o cotidiano escolar, já não se trata apenas de incorporar recursos às aulas, mas de rever escolhas, ritmos, responsabilidades e modos de ensinar. Este artigo teve como objetivo analisar a formação de professores no século XXI, considerando o desenvolvimento das competências digitais e os entraves que condicionam sua integração à prática pedagógica. A pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e orientação interpretativa, reuniu estudos sobre desenvolvimento profissional, intencionalidade pedagógica, infraestrutura, suporte institucional e desigualdades de acesso. O percurso analítico evidenciou que a competência digital docente se constitui por saberes técnicos, critérios pedagógicos, autonomia decisória e atenção às implicações éticas do uso das tecnologias. Formações rápidas e centradas em ferramentas mostraram alcance restrito. Em contextos marcados por conectividade precária, equipamentos insuficientes e ausência de acompanhamento, até propostas promissoras perdem continuidade. Por outro lado, apoio técnico-pedagógico, tempo para planejamento e percursos formativos vinculados à realidade escolar ampliam a consistência das práticas. Concluiu-se que a integração digital depende menos da presença de plataformas e mais da articulação entre formação, condições institucionais e clareza quanto às finalidades educativas.

Palavras-chave: Competências Digitais. Cultura Digital. Desenvolvimento Profissional. Formação de Professores. Prática Docente.

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PADRONIZAÇÃO DO RISCO CIRÚRGICO NA APS: PROTOCOLOS E FLUXOS ASSISTENCIAIS

Gustavo Almeida Jacinto do Nascimento[1]

Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

[1]Gustavo Almeida Jacinto do Nascimento, Cristian Business School
Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: A padronização do risco cirúrgico na Atenção Primária à Saúde ainda se apresenta como um campo pouco explorado e fragilmente incorporado aos fluxos assistenciais. Este estudo analisa criticamente como protocolos e diretrizes relacionados à avaliação do risco cirúrgico são abordados na produção científica, evidenciando a predominância de uma lógica hospitalocêntrica que desloca a identificação dos riscos para etapas tardias do cuidado. Os resultados apontam que a limitada inserção da APS nesse processo compromete a continuidade assistencial, favorece retrabalhos institucionais e amplia a exposição dos usuários a eventos adversos potencialmente evitáveis. A discussão então demonstra que há um determinado risco cirúrgico, quando integrada à rotina da Atenção Primária, fortalece a coordenação do cuidado, qualifica os encaminhamentos e amplia a leitura do risco para além de critérios estritamente clínicos. Conclui-se que a incorporação estruturada de protocolos e fluxos assistenciais na APS constitui estratégia fundamental para promover a segurança do paciente cirúrgico e para o fortalecimento do cuidado em rede no Sistema Único de Saúde.

Palavras-chave: Atenção Primária à Saúde. Segurança do paciente. Avaliação pré-operatória.

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