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JOGOS PEDAGÓGICOS FÔNICOS E ALFABETIZAÇÃO INCLUSIVA: CONTRIBUIÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DA CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Ezequias Pereira Pimenta  [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


[1] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação, Christian Business School (CBS).
E-mail: ezequiaspereirapimenta@gmail.com

[2]  Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Este artigo analisou as contribuições dos jogos pedagógicos fônicos para o desenvolvimento da consciência fonológica e para a alfabetização inclusiva nos anos iniciais do Ensino Fundamental. O estudo partiu da compreensão de que as crianças aprendem em ritmos e de maneiras diferentes, tornando necessário o uso de estratégias diversificadas, acessíveis e articuladas às práticas de leitura e escrita. Metodologicamente, foi realizada uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, desenvolvida por meio de levantamento bibliográfico e análise documental. O referencial teórico abordou a alfabetização inclusiva, a ludicidade, a consciência fonológica, a mediação docente e a adaptação dos recursos pedagógicos. Os resultados indicaram que jogos com rimas, sílabas, fonemas, imagens e letras móveis podem favorecer a percepção dos sons da fala, a compreensão do sistema alfabético e a participação dos estudantes. Também se verificou que esses recursos apresentam limitações quando utilizados sem planejamento, de forma repetitiva ou afastados de situações significativas de leitura e produção escrita. Concluiu-se que os jogos fônicos podem fortalecer a alfabetização inclusiva quando associados à intencionalidade pedagógica, à acessibilidade, ao acompanhamento contínuo e ao respeito às diferentes formas de aprender.

Palavras-chave: Jogos pedagógicos. Consciência fonológica. Alfabetização inclusiva. Método fônico. Anos iniciais.


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