FLUXO DE ATENDIMENTO E MANEJO CLÍNICO DA VIOLÊNCIA SEXUAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: DESAFIOS E PROPOSTAS PARA A QUALIFICAÇÃO DAS PRÁTICAS MÉDICAS

Gustavo Almeida Jacinto do Nascimento[1]

Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

[1]Gustavo Almeida Jacinto do Nascimento, Cristian Business School
Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO:Esse artigo buscou analisar o fluxo de atendimento e o manejo clínico da violência sexual na Atenção Primária à Saúde (APS), identificando os principais desafios que comprometem a integralidade do cuidado e discutindo estratégias para a qualificação das práticas médicas. Para isso, realizou-se uma revisão integrativa da literatura, construída a partir da seleção, leitura e análise de dezenove estudos científicos, além de documentos normativos e protocolos oficiais relacionados ao atendimento às vítimas de violência sexual. Os dados evidenciaram fragilidades no reconhecimento precoce dos casos, dificuldades no acolhimento, baixa adesão aos protocolos assistenciais, insegurança dos profissionais, subnotificação e limitações na articulação entre os diferentes níveis da rede de atenção. Em contrapartida, também foram identificadas experiências exitosas fundamentadas na atuação multiprofissional, na organização de fluxos assistenciais e na educação permanente das equipes. Conclui-se que a APS desempenha papel estratégico no cuidado às vítimas de violência sexual, porém ainda enfrenta barreiras estruturais, institucionais e organizacionais que limitam a efetividade das ações. Dessa forma, recomenda-se o fortalecimento da capacitação profissional, a revisão dos protocolos clínicos, o aprimoramento dos processos de vigilância e a ampliação da articulação intersetorial para assegurar uma assistência mais qualificada, humanizada e integral.

Palavras-chave: Atenção Primária à Saúde. Manejo clínico. Violência sexual.

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EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Maria Cícera da Silva Lima[1]

Kíssila de Melo Santos[2]

Everton Vinícius Araujo Silva3

Sonia Fatima de Lima4

Orientadora: Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva5


[1] Doutoranda em Ciências da Educação pela Christian Business School-CBS, Mestra em Educação pela Universidade Aberta do Brasil (UAB), especialista em Processos de Ensino e Aprendizagem pelo CESMAC, pedagoga pela Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL) e licenciada em Letras pelo Instituto Federal de Alagoas (IFAL). E-mail: joseesil2018@gmail.com.

[2] Pedagoga pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), especialista em Educação Especial pela Faculdade de Venda Nova do Imigrante (FAVENI) e pós-graduanda em Educação Socioemocional no Contexto Escolar pela Instituição Evangélica de Novo Hamburgo (IENH). Professora da Educação Especial na Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (SEDUC/AL), com atuação na Sala de Recursos Multifuncionais (SRM) e no Atendimento Educacional Especializado (AEE). Ledora e transcritora do CEBRASPE. E-mail: kissila.melo0029015@souprof.al.gov.br.

3Doutorando em Estudos Literários pela Universidade Federal de Pernambuco. Mestre em Estudos Literários pela Universidade Federal de Pernambuco. E-mail: ev.araujo1994@hotmail.com Lattes: http://lattes.cnpq.br/5867556491007520

4 Mestranda em Ciências da Educação pela Christian Business School – CBS, Especialista em Pós,- Graduação em Língua Portuguesa pela Universidade Salgado de Oliveira, Brasil (2005), Licenciada em Filosofia -FACER, Brasil,(2002), Professora – IV da Secretaria da Educação de Goiás, BrasilEmail: sonialimafat02@gmail.com.

RESUMO: Este artigo discute a educação inclusiva na Educação Infantil, com foco nas condições necessárias para que crianças com deficiência participem das experiências escolares desde os primeiros anos de vida. O objetivo foi analisar fundamentos legais, pedagógicos e institucionais que orientam a inclusão, considerando a articulação entre professor regente, Atendimento Educacional Especializado, família e gestão escolar. A metodologia foi qualitativa, bibliográfica e documental, apoiada em legislações brasileiras, documentos oficiais e artigos científicos de acesso aberto. Os resultados mostram que a matrícula representa apenas o primeiro passo da inclusão, pois a permanência com participação e aprendizagem exige planejamento acessível, recursos pedagógicos, registros qualificados, formação continuada e reorganização dos tempos, espaços e materiais da escola. A discussão evidencia que práticas centradas nas brincadeiras, nas interações, no desenho universal para a aprendizagem e na escuta das crianças ampliam as possibilidades de desenvolvimento. O estudo demonstra que a escola inclusiva se fortalece quando assume a diferença como princípio educativo e organiza respostas pedagógicas para cada criança sem separá-la do grupo.

Palavras-chave: Educação Inclusiva. Educação Infantil. Prática Pedagógica.

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A CONTRIBUIÇÃO DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE) NO DESENVOLVIMENTO DA AUTONOMIA DE ESTUDANTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA)

Fábio Junio Olímpio Cezário[1]

Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

1 Discente do curso Mestrado – Ciências da Educação na/ EUA/ FRANÇA na Universidade Christian Business School-CBS, graduada [2]  Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO:O Atendimento Educacional Especializado (AEE) desempenha papel fundamental na promoção da inclusão escolar e no desenvolvimento das potencialidades de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), contribuindo para a construção de práticas pedagógicas que favoreçam a participação e a aprendizagem. Nesse contexto, a autonomia constitui um dos principais objetivos educacionais, pois possibilita maior independência nas atividades escolares e sociais. Este estudo teve como objetivo analisar a contribuição do Atendimento Educacional Especializado para o desenvolvimento da autonomia de estudantes com TEA por meio de uma revisão bibliográfica qualitativa. A pesquisa foi realizada com base em publicações científicas indexadas nas bases de dados SciELO, Google Scholar, ERIC e Portal de Periódicos CAPES, abrangendo estudos publicados entre 2015 e 2025. Foram utilizados os descritores “Atendimento Educacional Especializado”, “Transtorno do Espectro Autista”, “autonomia”, “educação inclusiva” e “desenvolvimento escolar”. Os estudos selecionados foram analisados de forma descritiva e interpretativa, buscando identificar as principais contribuições do AEE para o processo de inclusão e desenvolvimento dos estudantes autistas. Os resultados evidenciaram que o AEE favorece a aquisição de habilidades funcionais, comunicativas, sociais e acadêmicas, promovendo maior independência e participação dos estudantes nas atividades escolares. Além disso, a literatura destaca a importância do planejamento individualizado, do uso de recursos pedagógicos adaptados e da atuação colaborativa entre professores, família e equipe multiprofissional. Conclui-se que o AEE constitui uma estratégia essencial para o fortalecimento da autonomia e para a efetivação da inclusão educacional de estudantes com TEA, contribuindo significativamente para seu desenvolvimento integral.

Palavras-chave: Atendimento Educacional Especializado. Transtorno do Espectro Autista. Autonomia. Educação inclusiva.

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O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO COMO INSTRUMENTO DE EMPODERAMENTO DO COLETIVO ESCOLAR

 
Vera Helena Nogueira Carvalhedo[1]
Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

[1]           Discente do curso Mestrado em Educação na Universidade CHRISTIAN BUSINESS SCHOOL. E-mail do autor: verarrmestrado@gmail.com 

[2]  Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Este artigo tem por finalidade discutir o Projeto Político-Pedagógico (PPP) como um documento norteador e legal, construído coletivamente pela comunidade escolar para refletir sua identidade, considerando sua realidade objetiva. Nessa perspectiva, a proposta de PPP deve ter como paradigma a emancipação da comunidade escolar através de um processo contínuo, articulando as dimensões administrativa e pedagógica para transformar a escola em um espaço democrático, emancipador e cidadão. Para tanto, usamos como referência teórica para uma pesquisa de natureza bibliográfica os aportes da professora Ilma Passos Alencastro Veiga, Vitor Paro, José Carlos Libâneo, Paulo Freire e a alguns tópicos da legislação brasileira. O texto propõe a superação da gestão escolar burocrática e tradicional por um modelo democrático e participativo, fundamentado na Pedagogia Libertadora. Nesse sentido, o gestor é concebido como um mediador que une competência técnica, formação pedagógica e empatia para orquestrar um ambiente educativo rigoroso e cooperativo. Por fim, o texto revela que o Projeto Político-Pedagógico (PPP) emancipador posiciona o aluno como sujeito ativo e coprodutor do saber, transformando-o no principal beneficiário da educação democrática e não apenas um consumidor de conteúdo, defendendo que o trabalho pedagógico deve valorizar a historicidade e a energia criativa do estudante para fomentar seu empoderamento social e político. 

Palavras-chave: Projeto Político-Pedagógico. Escola. Gestão Escolar.


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A INCLUSÃO ESCOLAR E O TRABALHO PEDAGÓGICO: CAMINHOS PARA A APRENDIZAGEM DE ESTUDANTES DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

Ana Paula Gomes dos Santos [1]

Pedro Márcio da Silva [2]

Maria Cícera da Silva Lima [3]

Rozineide Iraci Pereira da Silva [4]

1 Discente do curso Mestrado – Ciências da Educação na/ EUA/ FRANÇA na Universidade Christian Business School-CBS, graduada em letras espanhol Faculdade Cesmac, pós-graduada em ensino da língua portuguesa. E-mail geosete.paula@gmail.com .  https://lattes.cnpq.br/6252165651602027

[1] Discente, Christian Business School- Doutorando em Ciências da Educação pela Universidade Christian Business School, Mestre em ciências da educação pela Universidade Christian Business School. Graduado em filosofia pela universidade Federal de Alagoas . Graduado em Pedagogia pela Faculdade Campos Elisios -FCE. Especialista em neupsicopedagogia pela Faculdade Venda Nova do Imigrante-FAVENI E-mail :  marcio.1filol@gmail.com

3Discente do curso de Doutorado em Ciências da Educação pela Christian Business School-CBS, Mestra em Educação pela Universidade Aberta do Brasil, Especialista em Processos de Ensino e Aprendizagem, Pedagoga e Licenciada em Letras. E- mail:joseesil2018@gmail.com.

[4]  Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: O acesso às salas de aula regulares para os alunos que são o público-alvo da Educação Especial é mais do que apenas uma questão de matrícula. O verdadeiro problema no debate educacional atual é como garantir que as pessoas no mundo real possam estar envolvidas, participar, aprender e sentir que pertencem. O presente artigo, portanto, examina de que modo a produção acadêmica tem concebido as práticas pedagógicas no processo de inclusão de alunos que possuem deficiência, transtorno do espectro autista (TEA), ou altas habilidades e superdotação. O texto aborda as barreiras práticas da rotina escolar, passando pela acessibilidade do currículo, metodologias docentes, formas de avaliação e a integração de todos os envolvidos no processo. A pesquisa, de caráter qualitativo, foi construída a partir de um levantamento bibliográfico e documental em bases de dados e portais institucionais. O que a análise evidencia é que a mera inserção física do estudante na turma não é suficiente para incluir de verdade. Esse processo demanda intencionalidade pedagógica, professores com formação sólida, flexibilidade no planejamento, trabalho em equipe e, principalmente, uma avaliação que respeite as diferentes formas de aprender. Os estudos revisados também reforçam que o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e a sala regular devem funcionar em plena sintonia, e não como responsabilidades isoladas. Concluí- se, portanto, que a Pedagogia é o alicerce para que a educação inclusiva aconteça na prática. É por meio das escolhas didáticas e da mediação docente que o direito à educação deixa de ser apenas uma teoria no papel e se transforma em vivências reais de desenvolvimento para esses alunos.

Palavras-chave: Educação Especial. Educação Inclusiva. Atuação pedagógica. Acessibilidade curricular.

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ARTICULAÇÕES ENTRE NEURODIVERSIDADE, DESENHO UNIVERSAL PARA A APRENDIZAGEM E ADAPTAÇÕES CURRICULARES: IMPLICAÇÕES PARA A EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE ESTUDANTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

Shirleidy de Sousa Freire[1]

Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1]Discente Doutorado em Ciências da Educação, Christian Business School. shirleidyd@hotmail.com

[2]  Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Esse artigo buscou analisar as contribuições da neurodiversidade, do Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) e das adaptações curriculares para a promoção da educação inclusiva de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), bem como discutir de que maneira esses referenciais subsidiam a construção de práticas pedagógicas mais acessíveis, flexíveis e responsivas à diversidade presente nas salas de aula. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter exploratório, desenvolvida por meio da análise de produções científicas nacionais e internacionais, documentos oficiais e legislação educacional brasileira, priorizando publicações produzidas entre 2015 e 2026, complementadas por obras clássicas consideradas fundamentais para a fundamentação teórica. Os resultados evidenciaram que a neurodiversidade constitui um paradigma que desloca o foco das limitações individuais para a valorização da diversidade humana, enquanto o DUA orienta o planejamento de ambientes de aprendizagem acessíveis desde sua concepção. Além disso, verificou-se que as adaptações curriculares permanecem indispensáveis para atender às necessidades específicas dos estudantes quando planejadas de forma colaborativa. Conclui-se que a articulação entre neurodiversidade, DUA e adaptações curriculares fortalece práticas pedagógicas inclusivas, amplia as oportunidades de aprendizagem e favorece a consolidação de uma educação comprometida com a equidade, a participação e o desenvolvimento de todos os estudantes. 

Palavras-chave: Neurodiversidade. Transtorno do Espectro Autista. Desenho Universal para a Aprendizagem.

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DESAFIOS DA FORMAÇÃO DE LEITORES NA ESCOLA PÚBLICA: ENTRE A CULTURA DIGITAL E A PRÁTICA DOCENTE

Laís Pereira Viana Lopes1

Artur Romão Rocha2

Sóstenes do Nascimento Silva3

Helen Maura Lucidia Ribeiro de Oliveira Vicentin4

Rozineide Iraci Pereira da Silva 5


[1]Graduada em Pedagogia pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Atendimento Educacional Especializado e Educação Especial e Neuropiscopedagogia clínica e Institucional. Mestranda em Ciências da Educação pela Cristian Business School. E-mail: lais87497@gmail.com.

[2] Graduado em Ciências Contábeis pela Universidade Norte do Paraná, Especialista em Docência do Ensino Superior pela Universidade Norte do Paraná, Mestre em Ciências da Educação pela Amazônia Christian University. E-mail: arturromaorocha@gmail.com.

3 Graduado em Gestão em Tecnologia da Informação pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Gestão Pública pela Universidade Candido Mendes. Mestrando em Ciências da Educação pela Cristian Business School. E-mail: sossilva@gmail.com.

4 Graduada em História pela Universidade Norte do Paraná – UNOPAR. Especialista em Docência do Ensino Superior na universidade São Braz. Mestrando em Ciências da Educação pela Cristian Business School.  E-mail: hellenribeiro38@outlook.com.

5 Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Este estudo tem como objetivo analisar os desafios enfrentados por educadores na formação de leitores críticos no contexto da escola pública, considerando a interseção entre o avanço da cultura digital e as práticas docentes tradicionais. A metodologia empregada consistiu em uma pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa, fundamentada nas contribuições teóricas de Michèle Petit, Rildo Cosson e Angela Kleiman. Os principais resultados encontrados apontam que a escassez de recursos tecnológicos nas instituições e a ausência de um ensino metodológico sistemático das competências leitoras reduzem a leitura a um mero ato compulsório ou de simples entretenimento. Além disso, a transição entre o livro físico e os suportes digitais é frequentemente negligenciada no planejamento pedagógico. Conclui-se que a superação do fracasso escolar na alfabetização plena exige a ressignificação do papel do professor como mediador ativo e afetivo, demandando políticas públicas urgentes voltadas à formação continuada docente e à democratização do acesso digital, de modo a transformar a sala de aula em um espaço legítimo de emancipação social e letramento literário.

Palavras-chave: Formação de leitores. Escola pública. Cultura digital. Prática docente.

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A LEITURA COMO PRÁTICA DE CONSTRUÇÃO DE SENTIDO NOS ANOS INICIAIS: ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS PARA FORMAÇÃO DE LEITORES CRÍTICOS

Laís Pereira Viana Lopes1

Artur Romão Rocha2

Sóstenes do Nascimento Silva3

Helen Maura Lucidia Ribeiro de Oliveira Vicentin4

Rozineide Iraci Pereira da Silva 5


[1]Graduada em Pedagogia pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Atendimento Educacional Especializado e Educação Especial e Neuropiscopedagogia clínica e Institucional. Mestranda em Ciências da Educação pela Cristian Business School. E-mail: lais87497@gmail.com.

[2] Graduado em Ciências Contábeis pela Universidade Norte do Paraná, Especialista em Docência do Ensino Superior pela Universidade Norte do Paraná, Mestre em Ciências da Educação pela Amazônia Christian University. E-mail: arturromaorocha@gmail.com.

3 Graduado em Gestão em Tecnologia da Informação pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Gestão Pública pela Universidade Candido Mendes. Mestrando em Ciências da Educação pela Cristian Business School. E-mail: sossilva@gmail.com.

4 Graduada em História pela Universidade Norte do Paraná – UNOPAR. Especialista em Docência do Ensino Superior na universidade São Braz. Mestrando em Ciências da Educação pela Cristian Business School.  E-mail: hellenribeiro38@outlook.com.

5 Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Este estudo objetiva investigar como as estratégias pedagógicas nos anos iniciais do Ensino Fundamental podem transcender a decodificação mecânica, promovendo a formação de leitores críticos e autônomos. A metodologia adotada caracteriza-se como uma pesquisa bibliográfica de natureza qualitativa, fundamentada em autores como Freire, Kleiman, Soares e Koch, analisando práticas docentes que favorecem a interação entre o conhecimento prévio do aluno e o texto. Os principais resultados indicam que a construção de sentido é potencializada quando o professor atua como mediador, utilizando gêneros textuais diversos e estratégias de pré-leitura, inferência e monitoramento. Observou-se que o ensino isolado de gramática e a leitura sem propósito social limitam o desenvolvimento da criticidade. Nesse sentido, é possível concluir que a formação de um leitor crítico exige que a escola trate a leitura como uma prática social viva. A eficácia pedagógica não reside apenas no domínio do código, mas na capacidade de o estudante dialogar com o texto, questionar intenções autorais e aplicar o saber em sua realidade, consolidando o letramento como ferramenta de cidadania.

Palavras-chave:  Leitura crítica; Mediação docente e Letramento.

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DETERMINANTES SOCIOAMBIENTAIS DA PERSISTÊNCIA DA MALÁRIA NA AMAZÔNIA BRASILEIRA: UMA REVISÃO NARRATIVA

Joslaine Barros Orlandini Lopes[1]

Mauro Lopes da Silveira Filho[2]

Maria Helena de Jesus Balbino[3]

Clediane Molina de Sales[4]

Diego Santos Fagundes[5]

Rozineide Iraci Pereira da Silva [6]


[1]Médica, Especialista em Atendimento de Emergência Hospitalar pela Faculdade dos Vales- FACUVALE. E-mail: josy_jaru@hotmail.com. https://orcid.org/0009-0002-1695-9913

[2] Médico, Especialista em Atenção Básica e Saúde da Família pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul-UFMS. E-mail: mauro.lopes.filho@hotmail.com. https://orcid.org/0009-0002-4385-9336

[3] Enfermeira, Especialista em Urgência e Emergência com ênfase em UTI. Ariquemes, Rondônia, Brasil. E-mail: helena.40balbino@gmail.com. https://orcid.org/0009-0007-1669-7411

[4] Fisioterapeuta, Mestre em Administração em Saúde pela Universidade da Amazônia-UNAMA. E-mail: clediane_molina88@hotmail.com. https://orcid.org/0000-0002-4609-8643

[5] Doutor em Farmacologia e Fisiologia pela Universidad de Zaragoza – Espanha. Centro Universitário-UNIFAEMA. E-mail: diegofagundes@hotmail.com. http://orcid.org/0000-0002-6447-2387

[6] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo buscou analisar os principais determinantes socioambientais associados à persistência da malária na Amazônia brasileira, enfatizando a influência das transformações ambientais, das vulnerabilidades socioeconômicas, da mobilidade populacional e das limitações dos serviços de saúde na manutenção da transmissão da doença. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, de abordagem qualitativa, realizada por meio de levantamento bibliográfico nas bases PubMed/MEDLINE, SciELO, LILACS, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Web of Science, complementado por documentos oficiais do Ministério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Os resultados evidenciaram que o desmatamento, a expansão das atividades minerárias e agropecuárias, a ocupação desordenada do território, as desigualdades sociais e as fragilidades da vigilância epidemiológica constituem fatores interdependentes que favorecem a persistência da malária na Amazônia. Conclui-se que o enfrentamento da doença requer estratégias intersetoriais que integrem vigilância epidemiológica, fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, conservação ambiental, ordenamento territorial e redução das desigualdades sociais, contribuindo para o avanço das políticas públicas de controle e eliminação da malária na região.

Palavras-chave: Malária. Amazônia brasileira. Determinantes socioambientais.

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GAMIFICAÇÃO NO ENSINO DE ARQUIVOLOGIA: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E INOVAÇÃO DIDÁTICA

Erlani Diogo De Jesus [1]
Hellinton Staevie dos Santos [2]
Rozineide Iraci Pereira da Silva [3]

[1] Doutoranda em Ciências da Educação, Christian Business School (CBS)
[2] Mestre em Tecnologias Emergentes na Educação pela MUST University. hellinton.staevie@gmail.com.

[3] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo buscou analisar o impacto da gamificação no ensino superior de Arquivologia, alinhando o rigor técnico às demandas por inovação didática das legislações educacionais. Metodologicamente, realiza-se uma pesquisa bibliográfica qualitativa com levantamento na Base de Dados em Ciência da Informação (BRAPCI). Os resultados apontam escassez de literatura na área, destacando o ineditismo do estudo. O debate teórico demonstra que mecânicas de jogos potencializam a fixação de conceitos complexos (como temporalidade e ciclo vital) e preparam o discente para a difusão da informação. Conclui-se que a ludicidade estruturada é uma metodologia ativa viável e eficaz para a autonomia curricular.

Palavras-chave: Gamificação. Ensino de Arquivologia. Metodologias Ativas. 

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