Ana Maria Dias dos Santos[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]
[1] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação na Christian Business School (CBS). E-mail: amds83@yahoo.com.br.
[2] Pedagoga pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), especialista em Educação Especial pela Faculdade de Venda Nova do Imigrante (FAVENI) e pós-graduanda em Educação Socioemocional no Contexto Escolar pela Instituição Evangélica de Novo Hamburgo (IENH). Professora da Educação Especial na Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (SEDUC/AL), com atuação na Sala de Recursos Multifuncionais (SRM) e no Atendimento Educacional Especializado (AEE). Ledora e transcritora do CEBRASPE. E-mail: kissila.melo0029015@souprof.al.gov.br.
[3] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.
RESUMO: Quando a cultura digital permeia o cotidiano escolar, já não se trata apenas de incorporar recursos às aulas, mas de rever escolhas, ritmos, responsabilidades e modos de ensinar. Este artigo teve como objetivo analisar a formação de professores no século XXI, considerando o desenvolvimento das competências digitais e os entraves que condicionam sua integração à prática pedagógica. A pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e orientação interpretativa, reuniu estudos sobre desenvolvimento profissional, intencionalidade pedagógica, infraestrutura, suporte institucional e desigualdades de acesso. O percurso analítico evidenciou que a competência digital docente se constitui por saberes técnicos, critérios pedagógicos, autonomia decisória e atenção às implicações éticas do uso das tecnologias. Formações rápidas e centradas em ferramentas mostraram alcance restrito. Em contextos marcados por conectividade precária, equipamentos insuficientes e ausência de acompanhamento, até propostas promissoras perdem continuidade. Por outro lado, apoio técnico-pedagógico, tempo para planejamento e percursos formativos vinculados à realidade escolar ampliam a consistência das práticas. Concluiu-se que a integração digital depende menos da presença de plataformas e mais da articulação entre formação, condições institucionais e clareza quanto às finalidades educativas.
Palavras-chave: Competências Digitais. Cultura Digital. Desenvolvimento Profissional. Formação de Professores. Prática Docente.

