ENVELHECIMENTO E SAÚDE MENTAL: FATORES ASSOCIADOS À DEPRESSÃO E AO ISOLAMENTO SOCIAL EM IDOSOS EM CONTEXTOS URBANOS E RURAIS NO BRASIL

Thiago de Moura Barbosa[1]

Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

[1]Thiago de Moura Barboza, Cristian Business School, thiagodemourabarbosabarbosa@gmail.com. 
Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: O envelhecimento populacional no Brasil tem ocorrido de forma acelerada, trazendo importantes desafios para a Saúde Pública, especialmente no campo da saúde mental. Entre os agravos mais prevalentes na população idosa, destacam-se a depressão e o isolamento social, condições que apresentam impactos significativos na qualidade de vida, na funcionalidade e na mortalidade. Este estudo tem como objetivo analisar os fatores associados à depressão e ao isolamento social em idosos residentes em contextos urbanos e rurais no Brasil, considerando determinantes individuais, sociais e ambientais. Trata-se de uma investigação de abordagem epidemiológica, com delineamento transversal analítico, baseada em dados primários ou secundários de inquéritos populacionais de saúde. Serão avaliadas variáveis sociodemográficas (idade, sexo, escolaridade, renda), condições de saúde (doenças crônicas, incapacidade funcional, autopercepção de saúde), rede de apoio social e acesso aos serviços de saúde. A depressão poderá ser identificada por instrumentos validados, como a Escala de Depressão Geriátrica (GDS), enquanto o isolamento social será mensurado por indicadores de participação social e frequência de interação social. Espera-se identificar diferenças significativas entre idosos de áreas urbanas e rurais, considerando desigualdades no acesso a serviços de saúde, infraestrutura social e suporte comunitário. A hipótese central é que idosos em áreas rurais apresentam maior vulnerabilidade ao isolamento social, enquanto fatores como baixa renda, comorbidades e ausência de suporte familiar estão associados tanto à depressão quanto ao isolamento em ambos os contextos. Os resultados poderão subsidiar políticas públicas voltadas à promoção da saúde mental na atenção primária, com ênfase em estratégias de fortalecimento da rede de apoio social, prevenção do isolamento e identificação precoce de sintomas depressivos na população idosa.

Palavras-chave: Envelhecimento; Depressão; Isolamento Social; Saúde Mental; Idoso; Saúde Pública; Desigualdades em Saúde; Atenção Primária à Saúde.

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A DUPLA VULNERABILIDADE PREVIDENCIÁRIA: A PROTEÇÃO DO TRABALHADOR COM DEFICIÊNCIA EXPOSTO A AGENTES NOCIVOS

Leandro José Tenório da Cunha[1]
Orientadora: Dra. Ana Cristina Estrela  [2]


[1] Discente do Curso de Mestrado em Ciências Jurídicas pela Cristian Business School
[2] Doutora em Ciências Jurídicas pela Business Christian School Corporation (CBS), Brasil, com pesquisa intitulada O papel da mediação comunitária na prevenção da violência urbana: uma abordagem de direitos humanos (2025), sob orientação do Prof. Dr. Mazukyevicz Ramon Santos do Nascimento Silva. Mestra em Direitos Humanos, Cidadania e Políticas Públicas pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com dissertação Mediação comunitária: contexto de aprendizagens em direitos humanos (2021), sob orientação do Prof. Dr. Fernando Cézar Bezerra de Andrade. Especialista em Direito Civil e Processo Civil pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB). Graduada em Direito pelo Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ). Orientadora da Christian Business School. Atua na área de Direito, com ênfase em Direitos Humanos e mediação de conflitos.

RESUMO:  A proteção previdenciária da pessoa com deficiência no Regime Geral de Previdência Social, especialmente a partir da Lei Complementar nº 142/2013, representa importante avanço na concretização da igualdade material e da justiça social. Contudo, o ordenamento jurídico brasileiro ainda não enfrenta de forma adequada situações em que o segurado acumula a condição de pessoa com deficiência e a exposição a agentes nocivos à saúde ou à integridade física, típicos da aposentadoria especial. Nesse contexto, emerge a noção de dupla vulnerabilidade previdenciária, caracterizada pela sobreposição de fatores de risco que intensificam o desgaste laboral e agravam a desigualdade estrutural enfrentada pelo trabalhador. O presente artigo tem por objetivo analisar a proteção jurídica conferida a esses segurados, examinando os fundamentos constitucionais, a legislação previdenciária aplicável e a construção doutrinária acerca da matéria. A pesquisa adota metodologia qualitativa, de natureza jurídico-dogmática, com abordagem analítico-descritiva, baseada em legislação, doutrina e jurisprudência. Conclui-se que a negativa de reconhecimento dessa dupla vulnerabilidade, especialmente pela vedação indevida à conversão do tempo especial, configura discriminação indireta e compromete a efetividade do direito fundamental à previdência social.

Palavras-chave:  Pessoa com deficiência. Aposentadoria especial. Dupla vulnerabilidade. Direito Previdenciário.

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DESAFIOS DA INCLUSÃO ESCOLAR E A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES

Gilcejane da Silva Pinto1 
Rozineide Iraci Pereirada Silva2

1Licenciada em Normal Superior. Pós-graduação em Supervisão Escolar. Mestra em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University, Doutoranda em Ciências da Educação na Christian Business School – CBS. E-mail: gilcejanejf@gmail.com
[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874, e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com


RESUMO: Este estudo teve como objetivo compreender de que maneira a formação continuada pode contribuir para a capacitação dos professores no enfrentamento dos desafios da educação inclusiva, com foco nas dificuldades vivenciadas no cotidiano escolar. Buscou-se, ainda, analisar como barreiras de natureza estrutural, pedagógica e cultural impactam a prática docente. A pesquisa adotou abordagem qualitativa, de caráter exploratória. Os resultados evidenciam que, apesar dos avanços nas políticas públicas voltadas à inclusão, a formação inicial dos professores ainda se mostra insuficiente para atender à diversidade presente em sala de aula. Tal cenário reflete-se na limitaçãode estratégias pedagógicas, na carência de recursos didáticos adequados e na persistência de resistências culturais. Além disso, destaca-se a importância da formação continuada como elemento essencial para o desenvolvimento de práticas pedagógicas mais inclusivas, bem como a necessidade de ampliar o uso de tecnologias assistivas como suporte ao processo de ensino e aprendizagem. Conclui-se que a efetivação da educação inclusiva depende de um esforço coletivo que envolva o poder público, as instituições de ensino e a comunidade escolar, visando à construção de um ambiente educacional acessível, equitativo e comprometido com a garantia dos direitos de todos os alunos, independentemente de suas especificidades.

Palavras-chave: Educação inclusiva. Formação docente. Tecnologias assistivas.

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ADOLESCENTES LGBTQIA+ NAS REDES SOCIAIS: PERTENCIMENTO, IDENTIDADE E VULNERABILIDADE NA CULTURA DIGITAL


Vander Sebastião Martins[1]
Victor Martins Fontoura[2]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[3]


[1]Doutorando em Ciências da Educação pela Christian Business School – CBS. Mestre em Filosofia pela Pontificia Università Gregoriana. ORCID: https://orcid.org/0009-0003-9224-2225, e-mail: vandermartins57@yahoo.com.br

[2]Mestre em Ensino de Ciências da Saúde e do Ambiente (PROCISA/FADIP). Licenciado em Ciências Biológicas (FUNIP), Letras – Português e Inglês (PROMINAS), Química (FUNIP), História (FUNIP) e Geografia (FUNIP). Bacharel em Enfermagem (FADIP). Especialista em Educação Integral (Faculdade Bookplay/SP). Pesquisador em Políticas Públicas e Formação dos Profissionais da Educação (GEPPFOR/UFV). ORCID: https://orcid.org/0000-0003-3037-9595, e-mail: victorfontoura2000@hotmail.com

[3] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874, e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com


RESUMO: Esse artigo buscou analisar a situação dos adolescentes LGBTQIA+ no ambiente digital, investigando os desafios, vulnerabilidades e potencialidades associados ao uso das redes sociais e demais plataformas digitais. A pesquisa foi desenvolvida por meio de revisão bibliográfica de caráter qualitativo, fundamentada em estudos contemporâneos das áreas da Psicologia do Desenvolvimento, Ciências da Educação, Sociologia e Saúde Mental, com destaque para autores como Steinberg L (2017), Twenge JM (2018), Haidt J (2024), Foulkes L (2024), Galinsky E (2024), Meyer IH (2003) e Crenshaw K (1989), além de pesquisas recentes sobre juventude e mídias digitais. Os resultados evidenciam que as redes sociais desempenham papel ambivalente na vida desses adolescentes. Por um lado, constituem espaços de pertencimento, apoio social, construção identitária e acesso a informações que muitas vezes não estão disponíveis em seus contextos familiares ou comunitários. Por outro, podem ampliar a exposição ao cyberbullying, ao discurso de ódio, à discriminação e a diferentes formas de violência simbólica, intensificando fatores de risco para ansiedade, depressão e sofrimento psicológico. Conclui-se que a compreensão da experiência digital dos adolescentes LGBTQIA+ exige uma abordagem interseccional e multidimensional, capaz de reconhecer simultaneamente as potencialidades e os riscos das plataformas digitais, contribuindo para a promoção da saúde mental, da inclusão social e do desenvolvimento humano integral.

Palavras-chave: Adolescência. LGBTQIA+. Redes sociais.

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PLATAFORMAS DIGITAIS COMO INFRAESTRUTURA PEDAGÓGICA: NOVAS DINÂMICAS NA EDUCAÇÃO UNIVERSITÁRIA


Sóstenes do Nascimento Silva[1]
Laís Pereira Viana Lopes[2]
Jacimara Nascimento Von Dollmger3
Valdineia Matos de Oliveira4
Orientadora: Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva5

[1] Graduado em Gestão em Tecnologia da Informação pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Gestão Pública pela Universidade Candido Mendes. Mestrando em Ciencias da Educação pela Cristian Business School.  E-mail : sossilva@gmail.com
[2] Graduada em Pedagogia pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Atendimento Educacional Especializado e Educação Especial e Neuropiscopedagogia clínica e Institucional. Mestranda em Ciencias da Educação pela Cristian Business School. E-mail : lais87497@gmail.com.
3 Graduada em Letras pela Universidade Federal de Rondônia – Unir. Mestranda em Ciências da Educação pela Christian Business School. E-mail : dollmger@yahoo.com.br.
4 Mestra em Ciências da Educação pela  CBS. Licenciada em Pedagogia pela ULBRA. ⁠Licenciada em Educação Especial pela UNIFAHE. Especialista em Supervisão, Orientação e Gestão Escolar. Especialista em Psicopedagogia Institucional e Clínica. Especialista em Psicologia Cognitiva e Comportamental. Especialista em MBA em Liderança Sustentável e Coaching Executivo. Especialista em Psicoterapia. Especialista em Gestão Pública e Gestão De Pessoas. Especialista em Neuropsicopedagogia Clínica. Doutoranda em ciências da Educação pela Cristian Business School. E-mail : E email: neya_mattos@seduc.ro.gov.br.
5 Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo buscou analisar a cristalização das arquiteturas digitais enquanto substrato infra estrutural da educação superior na contemporaneidade, perscrutando sua incidência na flexibilização das práticas didáticas, na singularização dos itinerários formativos e na reconfiguração do repertório de competências da docência. O percurso metodológico ancorou-se em uma revisão integrativa de cunho qualitativo, voltada à síntese do estado da arte sobre ecossistemas virtuais, paradigmas de metodologias ativas e as dinâmicas de mediação tecnológica no ambiente universitário. As evidências apontam que a utilização desses ecossistemas digitais intensifica as possibilidades de interatividade, o acompanhamento pormenorizado do desempenho discente e a viabilização de currículos dinâmicos, favorecendo estratégias como o ensino híbrido e a colaboração transnacional via internacionalização virtual. Todavia, a análise também descortinou barreiras estruturais significativas, incluindo a persistência da exclusão digital, a carência de letramento tecnológico docente e limitações de suporte administrativo-institucional. Em última análise, depreende-se que a transposição tecnológica só se traduz em efetiva inovação pedagógica quando articulada a um planejamento intencional e a políticas institucionais que priorizem a equidade e a excelência acadêmica.

Palavras-chave: Ensino Superior. Plataformas Digitais. Usabilidade.

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IMPACTOS DA COVID-19 NA CAPACIDADE ASSISTENCIAL DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE DA REGIÃO NORTE DO BRASIL 

Mauro Lopes da Silveira Filho[1]
Joslaine Barros Orlandini Lopes[2]
Maria Helena de Jesus Balbino[3]
Clediane Molina de Sales[4]

Diego Santos Fagundes[5]
Rozineide Iraci Pereira da Silva [6]




1 Médico, Especialista em Atenção Básica e Saúde da Familía pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul-UFMS. E-mail : mauro.lopes.filho@hotmail.com.  https://orcid.org/0009-0002-4385-9336

2Médica, Especialista em Atendimento de Emergência Hospitalar pela Faculdade dos Vales- FACUVALE. E-mail: josy_jaru@hotmail.com. https://orcid.org/0009-0002-1695-9913
3Enfermeira, Especialista em Urgência e Emergência com ênfase em UTI. Ariquemes, Rondônia, Brasil. E-mail: helena.40balbino@gmail.com. https://orcid.org/0009-0007-1669-7411
4Fisioterapeuta, Mestre em Administração em Saúde pela Universidade da Amazônia-UNAMA. E-mail: clediane_molina88@hotmail.com.  https://orcid.org/0000-0002-4609-8643
5Doutor em Farmacologia e Fisiologia pela Universidad de Zaragoza – Espanha. E-mail: diegofagundes@hotmail.com. Centro Universitário-UNIFAEMA. http://orcid.org/0000-0002-6447-2387 
 [6] Phd, Orientadora Christian Business School

RESUMO: A pandemia da COVID-19 evidenciou e intensificou desigualdades históricas em saúde na Região Norte do Brasil, ampliando vulnerabilidades sociais e desafios para o Sistema Único de Saúde (SUS). Este estudo teve como objetivo analisar as iniquidades em saúde evidenciadas durante a pandemia e suas repercussões sociais e assistenciais. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, conduzida conforme as recomendações do PRISMA 2020. As buscas foram realizadas nas bases Scientific Electronic Library Online (SciELO), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e PubMed/MEDLINE, incluindo publicações entre 2020 e 2025. Foram identificados 215 estudos, dos quais 15 atenderam aos critérios de elegibilidade e compuseram a amostra final. Os resultados demonstraram que pobreza, deficiência de saneamento básico, isolamento geográfico e dificuldades de acesso aos serviços de saúde agravaram os impactos da pandemia, especialmente entre povos indígenas, comunidades ribeirinhas e populações residentes em áreas remotas da Amazônia. Conclui-se que a COVID-19 reforçou desigualdades estruturais e evidenciou a necessidade de fortalecer políticas públicas voltadas à equidade em saúde e à capacidade de resposta do SUS frente a futuras emergências sanitárias.

Palavras-chave: COVID-19; Capacidade Assistencial; Região Norte.

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COVID-19 E INIQUIDADES EM SAÚDE NA REGIÃO NORTE DO BRASIL: REPERCUSSÕES SOCIAIS E DESAFIOS PARA O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 

Mauro Lopes da Silveira Filho[1]
Joslaine Barros Orlandini Lopes[2]
Maria Helena de Jesus Balbino[3]
Clediane Molina de Sales[4]

Diego Santos Fagundes[5]
Rozineide Iraci Pereira da Silva [6]




1 Médico, Especialista em Atenção Básica e Saúde da Familía pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul-UFMS. E-mail : mauro.lopes.filho@hotmail.com.  https://orcid.org/0009-0002-4385-9336

2Médica, Especialista em Atendimento de Emergência Hospitalar pela Faculdade dos Vales- FACUVALE. E-mail: josy_jaru@hotmail.com. https://orcid.org/0009-0002-1695-9913
3Enfermeira, Especialista em Urgência e Emergência com ênfase em UTI. Ariquemes, Rondônia, Brasil. E-mail: helena.40balbino@gmail.com. https://orcid.org/0009-0007-1669-7411
4Fisioterapeuta, Mestre em Administração em Saúde pela Universidade da Amazônia-UNAMA. E-mail: clediane_molina88@hotmail.com.  https://orcid.org/0000-0002-4609-8643
5Doutor em Farmacologia e Fisiologia pela Universidad de Zaragoza – Espanha. E-mail: diegofagundes@hotmail.com. Centro Universitário-UNIFAEMA. http://orcid.org/0000-0002-6447-2387 
 [6] Phd, Orientadora Christian Business School

RESUMO: A pandemia da COVID-19 evidenciou desigualdades históricas em saúde e agravou vulnerabilidades sociais existentes na Região Norte do Brasil. Este estudo teve como objetivo analisar as iniquidades em saúde evidenciadas durante a pandemia e suas repercussões sociais e assistenciais para o Sistema Único de Saúde (SUS). Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada nas bases Scientific Electronic Library Online (SciELO), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e PubMed/MEDLINE, incluindo publicações entre 2020 e 2025. Inicialmente, foram identificados 215 registros. Após a remoção de 35 duplicatas e a aplicação dos critérios de elegibilidade, 36 estudos compuseram a amostra final. Os resultados demonstraram que fatores como pobreza, deficiência de saneamento, barreiras geográficas e desigualdades no acesso aos serviços de saúde intensificaram os impactos da pandemia, especialmente entre povos indígenas, comunidades ribeirinhas e populações residentes em áreas remotas da Amazônia. Também foram identificadas repercussões para o SUS, incluindo sobrecarga assistencial, limitações estruturais e escassez de recursos humanos e materiais. Conclui-se que a pandemia ampliou desigualdades históricas na Região Norte, reforçando a necessidade de fortalecer políticas públicas voltadas à equidade em saúde e à capacidade de resposta do SUS diante de futuras emergências sanitárias.

Palavras-chave: COVID-19. Iniquidades em Saúde. Sistema Único de Saúde.

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ORIENTAÇÃO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA E CANCELAMENTOS CIRÚRGICOS: SUSPENSÃO DE FÁRMACOS ANTIDIABÉTICOS E ANTICOAGULANTES 

Gustavo Almeida Jacinto do Nascimento  [1]
Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1]Gustavo Almeida Jacinto do Nascimento  Mestrando em Saúde Pública Cristian Business School, 
[2] Phd, Orientadora Christian Business School

RESUMO: Muitos dos cancelamentos de cirurgias estão diretamente associados com o controle inadequado da glicemia, o uso incorreto de anticoagulantes e a falta de orientações durante o preparo pré-operatório. O estudo presente buscou analisar a Atenção Primária à Saúde (APS) na orientação em relação a suspensão programada desses medicamentos antes de procedimentos cirúrgicos eletivos, porque as causas evitáveis continuam sendo um problema frequente nos serviços de saúde. Os resultados mostram que o no caso de acompanhamento realizado pela Atenção Primária, ou até mesmo junto com as ações de educação em saúde, contribui para um preparo cirúrgico muito mais seguro. A comunicação entre a APS e os serviços hospitalares ainda apresenta certas falhas que acaba então dificultando a continuidade do cuidado. A pesquisa adotou a abordagem qualitativa, baseada na revisão bibliográfica sobre segurança do paciente, manejo perioperatório e os fatores relacionados à suspensão das cirurgias. Esses achados apresentados demonstram a importância de fortalecer a atuação da APS para logo reduzir esses cancelamentos e aumentar a segurança do paciente nesse período.

Palavras-chave:  Atenção Primária à Saúde; Cancelamento cirúrgico; Anticoagulantes

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DESERTO FORMATIVO DIGITAL E A LACUNA NA CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA DOCENTE EM REGIÕES PERIFÉRICAS: UMA ANÁLISE TEÓRICA

Sóstenes do Nascimento Silva[1]
Laís Pereira Viana Lopes[2]
Sandra Maria Daveli Sampaio3
Aliana Daveli de Oliveira4
Orientadora: Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva5


[1] Graduado em Gestão em Tecnologia da Informação pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Gestão Pública pela Universidade Candido Mendes. Mestrando em Ciencias da Educação pela Cristian Business School. E-mail : sossilva@gmail.com
[2] Graduada em Pedagogia pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Atendimento Educacional Especializado e Educação Especial e Neuropiscopedagogia clínica e Institucional. Mestranda em Ciencias da Educação pela Cristian Business School. E-mail : lais87497@gmail.com.
3 Graduada em Pedagogia pelo Centro Universitário-Faveni. Especialista em Pedagogia Empresarial,Educação Especial e Inclusiva.Mestranda em ciências  da Educação  pela Cristian Business School. E-mail : sandra.sampaio@edu.mt.gov.br.
4 Graduada em Pedagogia pela Faculdade de Educação de Tangará da Serra – UNISERRA. Especialista em AEE – Atendimento Educacional Especializado e Salas de Recursos Multifuncionais. Mestranda em Ciências da Educação pela Cristian Business School. E-mail : daveli12aliana@hotmail.com.
5 Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Este artigo buscou analisar como o letramento digital e a chegada dos modelos híbridos de ensino têm mexido com o cotidiano da docência, sem perder de vista o peso das desigualdades socioeconômicas nesse processo. O que se pretende aqui é entender de que maneira a habilidade individual com as tecnologias acaba ditando se o professor vai abraçar ou resistir ao uso das TICs no ambiente universitário. Para dar conta dessa discussão, optou-se por uma pesquisa bibliográfica exploratória, com uma pegada qualitativa e narrativa, mergulhando na análise crítica do que tem sido publicado em periódicos e portais acadêmicos sobre o assunto. Os principais achados revelam uma correlação direta e inversamente proporcional entre o letramento digital e a resistência docente, evidenciando que o déficit formativo gera ansiedade e distanciamento tecnológico. Identificou-se que a hibridização, embora permita a personalização de ritmos, pode agravar desigualdades em contextos periféricos desprovidos de mediação social. Conclui-se que a formação docente, centrada no letramento como prática social e ideológica, é o fator central para o sucesso da hibridização e para a promoção da equidade educacional, superando o fenômeno do deserto formativo digital mediante uma intencionalidade pedagógica robusta e crítica.

Palavras-chave:  Letramento Digital; Ensino Híbrido; Formação Docente; Deserto Formativo; Equidade Educacional.

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