Shirleidy de Sousa Freire1
Orientadora: Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]
[1] Discente do curso Doutorado em Educação na Universidade CHRISTIAN BUSINESS SCHOOL. E-mail do autor: shirleidyd@hotmail.com
[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. https://orcid.org/0009-0000-6863-7874
RESUMO: : A crescente presença de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas escolas regulares tem impulsionado debates sobre a necessidade de práticas pedagógicas mais inclusivas e responsivas à diversidadehumana. Nesse contexto, o paradigma da neurodiversidade emerge como uma perspectiva que reconhece as diferenças neurológicas como manifestações legítimas da diversidade humana, superando abordagens centradas exclusivamente em déficits e limitações. O presente artigo tem como objetivo analisar as contribuições do Desenho Universal para Aprendizagem (DUA) e das adaptações curriculares para a inclusão escolar de estudantes com TEA.Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter exploratório, fundamentada em literatura científica, legislações e documentos oficiais publicados entre 2020 e 2026. Os resultados evidenciam que a articulação entre neurodiversidade, DUA e adaptação curricular favorece a participação, a aprendizagem e o desenvolvimento socioemocional dos estudantes autistas. Conclui-se que a efetivação da inclusão escolar requer currículos flexíveis, formação docente continuada, gestão escolar comprometida e eliminação de barreiras quelimitam o acesso ao conhecimento.
Palavras-chave: Neurodiversidade. Transtorno do Espectro Autista. Inclusão Escolar.
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