Vera Helena Nogueira Carvalhedo[1]
Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]
[1] Discente do curso Mestrado em Educação na Universidade CHRISTIAN BUSINESS SCHOOL. E-mail do autor: verarrmestrado@gmail.com
[2] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.
RESUMO: Este artigo tem por finalidade discutir o Projeto Político-Pedagógico (PPP) como um documento norteador e legal, construído coletivamente pela comunidade escolar para refletir sua identidade, considerando sua realidade objetiva. Nessa perspectiva, a proposta de PPP deve ter como paradigma a emancipação da comunidade escolar através de um processo contínuo, articulando as dimensões administrativa e pedagógica para transformar a escola em um espaço democrático, emancipador e cidadão. Para tanto, usamos como referência teórica para uma pesquisa de natureza bibliográfica os aportes da professora Ilma Passos Alencastro Veiga, Vitor Paro, José Carlos Libâneo, Paulo Freire e a alguns tópicos da legislação brasileira. O texto propõe a superação da gestão escolar burocrática e tradicional por um modelo democrático e participativo, fundamentado na Pedagogia Libertadora. Nesse sentido, o gestor é concebido como um mediador que une competência técnica, formação pedagógica e empatia para orquestrar um ambiente educativo rigoroso e cooperativo. Por fim, o texto revela que o Projeto Político-Pedagógico (PPP) emancipador posiciona o aluno como sujeito ativo e coprodutor do saber, transformando-o no principal beneficiário da educação democrática e não apenas um consumidor de conteúdo, defendendo que o trabalho pedagógico deve valorizar a historicidade e a energia criativa do estudante para fomentar seu empoderamento social e político.
Palavras-chave: Projeto Político-Pedagógico. Escola. Gestão Escolar.

