Shirleidy de Sousa Freire[1]
Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]
[1]Discente Doutorado em Ciências da Educação, Christian Business School. shirleidyd@hotmail.com
[2] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.
RESUMO: Esse artigo buscou analisar as contribuições da neurodiversidade, do Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) e das adaptações curriculares para a promoção da educação inclusiva de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), bem como discutir de que maneira esses referenciais subsidiam a construção de práticas pedagógicas mais acessíveis, flexíveis e responsivas à diversidade presente nas salas de aula. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter exploratório, desenvolvida por meio da análise de produções científicas nacionais e internacionais, documentos oficiais e legislação educacional brasileira, priorizando publicações produzidas entre 2015 e 2026, complementadas por obras clássicas consideradas fundamentais para a fundamentação teórica. Os resultados evidenciaram que a neurodiversidade constitui um paradigma que desloca o foco das limitações individuais para a valorização da diversidade humana, enquanto o DUA orienta o planejamento de ambientes de aprendizagem acessíveis desde sua concepção. Além disso, verificou-se que as adaptações curriculares permanecem indispensáveis para atender às necessidades específicas dos estudantes quando planejadas de forma colaborativa. Conclui-se que a articulação entre neurodiversidade, DUA e adaptações curriculares fortalece práticas pedagógicas inclusivas, amplia as oportunidades de aprendizagem e favorece a consolidação de uma educação comprometida com a equidade, a participação e o desenvolvimento de todos os estudantes.
Palavras-chave: Neurodiversidade. Transtorno do Espectro Autista. Desenho Universal para a Aprendizagem.

