FORMAÇÃO DOCENTE E ALFABETIZAÇÃO: CONTRIBUIÇÕES DO LETRAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

Mariana de Fátima Ferreira[1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]

[1]Mestranda em Educação, Christian Business School (CBS)

[2] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo teve como objetivo analisar a formação docente e a alfabetização, destacando as contribuições do letramento para o desenvolvimento das práticas pedagógicas nos anos iniciais do Ensino Fundamental. O estudo parte da compreensão de que alfabetizar não se limita ao ensino de letras, sílabas e palavras, mas envolve a criação de situações em que a criança compreenda a leitura e a escrita como práticas sociais presentes em seu cotidiano. A pesquisa foi desenvolvida por meio de abordagem qualitativa e bibliográfica, fundamentada em estudos sobre formação de professores, alfabetização, letramento e práticas pedagógicas. Os resultados apontaram que a formação docente é essencial para que o professor alfabetizador atue com planejamento, sensibilidade e intencionalidade. Também se observou que o letramento contribui para tornar a alfabetização mais significativa, ao aproximar o ensino da escrita de textos reais, gêneros diversos, leitura compartilhada e produção textual. Conclui-se que práticas pedagógicas orientadas pelo letramento favorecem aprendizagens mais participativas, contextualizadas e inclusivas.

Palavras-chave: Formação docente. Alfabetização. Letramento. Práticas pedagógicas. Anos iniciais.

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ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NA PRÁTICA DOCENTE: DESAFIOS E ESTRATÉGIAS PARA A APRENDIZAGEM NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Mariana de Fátima Ferreira[1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]

[1]Mestranda em Educação, Christian Business School (CBS)

[2] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo teve como objetivo analisar a alfabetização e o letramento na prática docente, destacando os principais desafios e estratégias para a aprendizagem nos anos iniciais do Ensino Fundamental. O estudo partiu da compreensão de que alfabetizar não significa apenas ensinar letras, sílabas e palavras, mas possibilitar que a criança compreenda a leitura e a escrita como práticas sociais presentes em seu cotidiano. A pesquisa foi desenvolvida por meio de abordagem qualitativa e bibliográfica, fundamentada em estudos teóricos sobre alfabetização, letramento, prática docente e aprendizagem escolar. Os resultados apontaram que a alfabetização e o letramento precisam caminhar juntos, pois a aprendizagem se torna mais significativa quando o professor articula o ensino sistemático da escrita com situações reais de uso da linguagem. Também se observou que a heterogeneidade das turmas, as dificuldades de aprendizagem e a falta de recursos pedagógicos são desafios recorrentes. Conclui-se que práticas diversificadas, como leitura compartilhada, produção textual, jogos pedagógicos e uso de diferentes gêneros textuais, contribuem para uma aprendizagem mais participativa, inclusiva e significativa.

Palavras-chave: Alfabetização. Letramento. Prática docente. Anos iniciais. Aprendizagem.

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PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E ESTRATÉGIAS DOCENTES PARA PROMOVER A INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA EM TURMAS REGULARES DOS ANOS INICIAIS

Daniela Luciana Paiffer Mascarenhas [1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1]Mestranda em Educação, Christian Business School (CBS). E-mail: dmascarenhas@sedu.sorocaba.sp.gov.br;

[2] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo analisou práticas pedagógicas e estratégias docentes capazes de promover a inclusão de alunos com deficiência em turmas regulares dos anos iniciais do Ensino Fundamental. O estudo partiu da compreensão de que a inclusão escolar não se limita à matrícula ou à presença física do estudante, mas envolve sua participação nas atividades, o acesso ao currículo, a interação com os colegas e o desenvolvimento da aprendizagem. Metodologicamente, realizou-se uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, fundamentada em levantamento bibliográfico e análise documental de legislações, políticas educacionais e produções científicas relacionadas à educação inclusiva. O referencial teórico discutiu o planejamento pedagógico inclusivo, o Desenho Universal para a Aprendizagem, a flexibilização curricular, a avaliação inclusiva, o Atendimento Educacional Especializado e o trabalho colaborativo. Os resultados indicaram que a diversificação das estratégias, o uso de recursos acessíveis, a avaliação processual e o planejamento compartilhado ampliam as possibilidades de participação e aprendizagem. Concluiu-se que a inclusão depende da articulação entre formação docente, apoio institucional, acessibilidade, colaboração entre profissionais e práticas pedagógicas sensíveis às diferentes formas de aprender.

Palavras-chave: Educação inclusiva. Práticas pedagógicas. Estratégias docentes. Alunos com deficiência. Anos iniciais. 

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OS DESAFIOS DO TRABALHO DOCENTE NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: ENTRE AS NECESSIDADES DOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA E AS DEMANDAS DA TURMA REGULAR

Daniela Luciana Paiffer Mascarenhas [1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1]Mestranda em Educação, Christian Business School (CBS). E-mail: dmascarenhas@sedu.sorocaba.sp.gov.br;

[2] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo analisou os desafios enfrentados pelos professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental para atender alunos com deficiência e, simultaneamente, garantir a participação e a aprendizagem dos demais estudantes da turma regular. O estudo partiu da compreensão de que a educação inclusiva não se limita à matrícula do estudante com deficiência, pois exige condições pedagógicas, estruturais e institucionais que favoreçam seu desenvolvimento. Metodologicamente, foi realizada uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, desenvolvida por meio de levantamento bibliográfico e análise documental das políticas brasileiras de educação inclusiva. A discussão teórica abordou os fundamentos legais da inclusão escolar, o trabalho docente, a formação de professores, o planejamento pedagógico, o Atendimento Educacional Especializado e a importância do trabalho colaborativo. Os resultados indicaram que os principais desafios estão relacionados à distância entre as garantias legais e a realidade das escolas, às turmas numerosas, à falta de recursos, às lacunas na formação docente, ao pouco tempo para planejamento e à fragilidade da articulação entre os profissionais. Concluiu-se que a inclusão escolar precisa ser assumida como responsabilidade coletiva, com formação continuada, acessibilidade, apoio institucional, planejamento compartilhado e práticas pedagógicas flexíveis.

Palavras-chave: Educação inclusiva. Trabalho docente. Alunos com deficiência. Anos iniciais. Políticas de inclusão.

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DESAFIOS E PERSPECTIVAS DA IMPLANTAÇÃO DOS SISTEMAS DE CONTROLE INTERNO NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: UMA ANÁLISE BIBLIOGRÁFICA E DOCUMENTAL

Eliezer Silva Pais[1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1]Autor: Eliezer Silva PaísE-mail: eliezer.pais@gmail.com, graduado em direito pela Universidade: FAAR– Faculdades Associadas de Ariquemes, mestrando Christian Business School-França
2 Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874, e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com

RESUMO: Este artigo buscou analisar os principais desafios e as perspectivas relacionados à implantação dos Sistemas de Controle Interno nos municípios brasileiros. A pesquisa foi desenvolvida por meio de abordagem qualitativa, de natureza bibliográfica e documental, com caráter exploratório e descritivo. Foram analisados artigos científicos, legislações e documentos institucionais relacionados ao controle interno municipal, à governança pública, à transparência, à gestão de riscos e à responsabilidade fiscal. Os resultados demonstraram que a criação formal das unidades de controle não garante seu funcionamento efetivo, sobretudo quando existem limitações de pessoal, ausência de autonomia técnica, insuficiência de capacitação e resistência institucional. Também se verificou que a atuação preventiva, o planejamento das atividades, o monitoramento das recomendações e a utilização de critérios de risco podem ampliar a contribuição dessas estruturas para a gestão municipal. Concluiu-se que o fortalecimento dos Sistemas de Controle Interno depende de apoio da alta administração, qualificação profissional, definição de responsabilidades e integração com os processos de governança, contribuindo para maior eficiência, transparência e adequada aplicação dos recursos públicos

Palavras-chave: Controle interno. Administração municipal. Governança pública.


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LA RESPONSABILITÉ PÉNALE DES PERSONNES MORALES : UNE ÉTUDE COMPARÉE DES CADRES JURIDIQUES FRANÇAIS ET BRÉSILIEN

Luana Aparecida de Abreu Ferraz [1]

Olivier Cahn [2]


[1] Luana Aparecida de Abreu Ferraz. Mestra em Direito (Master en Droit, Économie, Gestion – Mention Droit Pénal et Sciences Criminelles, Parcours Droit Pénal International et Comparé) pela Université Paris Nanterre – Paris X, França (2025). Bacharela em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2021)


[2] Olivier Cahn Professeur de droit pénal Co-directeur du Master Droit pénal international et comparé
CDPC (EA 3982) / CESDIP (CNRS-UMR 8183)


REMERCIEMENTS:

Je tiens tout d’abord à exprimer ma profonde gratitude à ma professeure et directrice de mémoire, Mme. Julie Alix, pour la rigueur intellectuelle, le professionnalisme et la bienveillance dont elle a toujours fait preuve à mon égard.

Je remercie ma douce maman, Luiza, qui a été ma première admiratrice, mon modèle de courage et de persévérance. C’est grâce à toi que j’ai trouvé la force d’aller jusqu’au bout, que j’ai été soutenue lorsque j’ai faibli, et que j’ai toujours eu un lieu sûr où revenir. Ce mémoire incarne l’effort que tu as consenti pour me maintenir en France. Aucun mot ne saurait exprimer pleinement toute ma gratitude pour le confort physique et émotionnel que tu m’as offert au fil de ces années. Ce mémoire est la fin de cette «saudade » qui a habité nos cœurs pendant trois longues années. C’est aussi ma manière de te dire que cela en valait la peine. Àmon cher père, José, qui n’a pas eu l’occasion de connaître l’Europe de son vivant, mais qui, à travers moi, y est désormais présent. À lui qui a tant insisté et investi dans mon éducation, qui m’a appris la valeur du savoir. J’espère qu’un plan spirituel existe et qu’il lui permette de voir jusqu’où sa fille est allée, et que son amour a été mon moteur dans chaque étape de ma vie, même lorsqu’il n’était plus là physiquement. Qu’il sache que je le porte toujours avec moi : dans mon cœur, dans mes gestes etdans mon nom. Si, enfant, il n’avait pas été celui qui me conduisait à l’école chaque jour, je ne serais certainement pas ici aujourd’hui, en train d’achever mon Master.

À mes frères et sœurs, à mes neveux et nièces, qui participent chaque jour, directement ou indirectement, à ce que je suis devenue. Que je sois la première de notre famille à franchir les frontières ne signifie pas que je serai la dernière. À chaque fois que je vais un peu plus loin, je vous emporte avec moi et j’ouvre des chemins qui, autrefois, nous semblaient inexistants. Àprésent, ils sont là pour vous aussi. J’ai réalisé mon rêve, et je souhaite de tout cœur que chacun de vous réalise le sien. Je feraitout ce qui est en mon pouvoir pour vous y aider, comme vous l’avez fait pour moi. À mes amis du Brésil et de la France — certains physiquement présents, d’autres toujours là malgré la distance. Vous avez été essentiels pour alléger mon quotidiendurant ces deux années de Master. Votre présence, vos mots, vos gestes d’affection ont apporté chaleur et équilibre à cette traversée.

Enfin, et non des moindres, à mon Mar. Je suis venue en France chercher un diplôme de Master, mais cette aventure m’a offert bien plus que je n’espérais : elle m’a offert le grand amour de ma vie. À toi, mon amour, je dis merci pour ta patience et tacompréhension face à mes journées difficiles pendant la rédaction de ce mémoire, pour chaque petite attention qui a mis del’amour dans mes journées, et pour ta précieuse participation à la relecture de ce travail. Malgré la fatigue de tes journées déjà bien remplies, tu as trouvé le temps pour cela. Merci de m’avoir offert ton soutien. Ce mémoire est aussi pour notre avenir. Merci de m’avoir accompagnée, d’avoir, avec moi, renoncé à des moments de qualité pour consacrer ce que nous avons de plus précieux à ce mémoire : notre temps.


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A IMPORTÂNCIA DOS SISTEMAS DE CONTROLE INTERNO PARA A EFICIÊNCIA, A TRANSPARÊNCIA E A GOVERNANÇA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL

Eliezer Silva Pais[1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1]Autor: Eliezer Silva PaísE-mail: eliezer.pais@gmail.com, graduado em direito pela 

Universidade: FAAR– Faculdades Associadas de Ariquemes, mestrando Christian Business School-França
2 Pedagoga pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), especialista em Educação Especial pela Faculdade de Venda Nova do Imigrante (FAVENI) e pós-graduanda em Educação Socioemocional no Contexto Escolar pela Instituição Evangélica de Novo Hamburgo (IENH). Professora da Educação Especial na Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (SEDUC/AL), com atuação na Sala de Recursos Multifuncionais (SRM) e no Atendimento Educacional Especializado (AEE). Ledora e transcritora do CEBRASPE. E-mail: kissila.melo0029015@souprof.al.gov.br.


RESUMO: Este artigo buscou analisar a importância dos Sistemas de Controle Interno para a promoção da eficiência, da transparência e da governança na administração pública municipal. A pesquisa foi desenvolvida por meio de abordagem qualitativa, de natureza bibliográfica e documental, com caráter exploratório e descritivo. Foram analisados artigos científicos, legislações e documentos institucionais relacionados ao controle interno, à responsabilidade fiscal, à gestão de riscos, à governança pública e às contratações administrativas. Os resultados demonstraram que os Sistemas de Controle Interno contribuem para a prevenção de irregularidades, o acompanhamento da execução orçamentária, a melhoria dos processos administrativos e a produção de informações mais confiáveis para a tomada de decisões. Também foram identificados desafios relacionados à insuficiência de profissionais qualificados, à falta de autonomia técnica e à baixa valorização institucional das unidades de controle. Concluiu-se que o fortalecimento desses sistemas favorece a correta aplicação dos recursos públicos, amplia a transparência e contribui para uma gestão municipal mais responsável, eficiente e comprometida com o interesse coletivo.

Palavras-chave: Controle interno. Governança pública. Administração municipal.

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ENSINAR E APRENDER: A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

Maria Cícera da Silva Lima[1]

Ana Paula Gomes dos Santos[2]

Kíssila de Melo Santos[3]

Cícero Ronyel de Araújo4

[1] Doutoranda em Ciências da Educação pela Christian Business School-CBS, Mestra em Educação pela Universidade Aberta do Brasil (UAB), especialista em Processos de Ensino e Aprendizagem pelo CESMAC, pedagoga pela Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL) e licenciada em Letras pelo Instituto Federal de Alagoas (IFAL). E-mail: joseesil2018@gmail.com.

[2] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação pela Christian Business School-CBS, graduada em Letras Espanhol pela Faculdade Cesmac, pós-graduada em Ensino da Língua Portuguesa. E-mail: geosete.paula@gmail.com.

[3] Pedagoga pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), especialista em Educação Especial pela Faculdade de Venda Nova do Imigrante (FAVENI) e pós-graduanda em Educação Socioemocional no Contexto Escolar pela Instituição Evangélica de Novo Hamburgo (IENH). Professora da Educação Especial na Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (SEDUC/AL), com atuação na Sala de Recursos Multifuncionais (SRM) e no Atendimento Educacional Especializado (AEE). Ledora e transcritora do CEBRASPE. E-mail: kissila.melo0029015@souprof.al.gov.br.

4 Mestrando em Ciências da Educação pela Universidade Christian Business School. Especialista em Metodologia do Ensino de Física e Matemática pela Faculdade de Ensino Regional Alternativa – FERAGraduado em Matemática Licenciatura pela UniversidadeFederal de Alagoas – UFAL .E-mail: cicero.araujo@souprof.educ.al.gov.brLattes:  2107419510552378 ORCID: 0009-0003-2329-8778

RESUMO: Este artigo analisa a relação entre ensinar e aprender como eixo da construção do conhecimento na educação escolar. O objetivo foi discutir como a mediação docente, a organização didática e a participação discente articulam saberes historicamente produzidos e experiências vividas pelos estudantes. A metodologia adotada foi qualitativa, de natureza bibliográfica, com leitura analítica de obras clássicas e produções científicas recentes sobre didática, mediação, aprendizagem ativa e formação docente. Os resultados indicam que o ensino não se reduz à apresentação de informações, pois depende de intencionalidade pedagógica, vínculo com o conhecimento, escuta da turma e avaliação formativa. A aprendizagem consolida-se quando o aluno atribui sentido às informações, mobiliza operações de pensamento e participa da elaboração do próprio percurso. O estudo reconhece o professor como mediador ético, técnico e cultural, capaz de transformar conteúdos escolares em experiências formativas. Considera-se que ensinar e aprender constituem uma unidade dinâmica, indispensável à formação humana, à autonomia intelectual e à participação crítica na vida social.

Palavras-chave: Ensino. Aprendizagem. Conhecimento.

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EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Maria Cícera da Silva Lima [1] 
Kíssila de Melo Santos [2] 
Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva [3] 

[1] Doutoranda em Ciências da Educação pela Christian Business School-CBS, Mestra em Educação pela Universidade Aberta do Brasil (UAB), especialista em Processos de Ensino e Aprendizagem pelo CESMAC, pedagoga pela Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL) e licenciada em Letras pelo Instituto Federal de Alagoas (IFAL). E-mail: joseesil2018@gmail.com.[2] Pedagoga pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), especialista em Educação Especial pela Faculdade de Venda Nova do Imigrante (FAVENI) e pós-graduanda em Educação Socioemocional no Contexto Escolar pela Instituição Evangélica de Novo Hamburgo (IENH). Professora da Educação Especial na Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (SEDUC/AL), com atuação na Sala de Recursos Multifuncionais (SRM) e no Atendimento Educacional Especializado (AEE). Ledora e transcritora do CEBRASPE. E-mail: kissila.melo0029015@souprof.al.gov.br.[3] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.



RESUMO: Este artigo discute a educação inclusiva na Educação Infantil, com foco nas condições necessárias para que crianças com deficiência participem das experiências escolares desde os primeiros anos de vida. O objetivo foi analisar fundamentos legais, pedagógicos e institucionais que orientam a inclusão, considerando a articulação entre professor regente, Atendimento Educacional Especializado, família e gestão escolar. A metodologia foi qualitativa, bibliográfica e documental, apoiada em legislações brasileiras, documentos oficiais e artigos científicos de acesso aberto. Os resultados mostram que a matrícula representa apenas o primeiro passo da inclusão, pois a permanência com participação e aprendizagem exige planejamento acessível, recursos pedagógicos, registros qualificados, formação continuada e reorganização dos tempos, espaços e materiais da escola. A discussão evidencia que práticas centradas nas brincadeiras, nas interações, no desenho universal para a aprendizagem e na escuta das crianças ampliam as possibilidades de desenvolvimento. O estudo demonstra que a escola inclusiva se fortalece quando assume a diferença como princípio educativo e organiza respostas pedagógicas para cada criança sem separá-la do grupo.

Palavras-chave: Educação Inclusiva. Educação Infantil. Prática Pedagógica

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A CONSTRUÇÃO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA ESCOLAR E O PAPEL DO DIRETOR NA PROMOÇÃO DO APRENDIZADO COLETIVO

Josilma Braga de Almeida[1] 
Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]

[1]Doutoranda em Ciências da Educação, pela  Christian Business School, Mestra em Educação pela Universidade Metropolitana de Santos-UNIMES,Psicopedagoga, Pedagoga e Professora da rede Pública, email : professorajosilmab@gmail.com

[2] Rozineide Iraci Pereira da Silva, Doutora em Educação pela Cristian Business School.  rozineide.pereira1975@gmail.com


RESUMO: A gestão democrática constitui um dos principais fundamentos da organização escolar contemporânea, por favorecer a participação coletiva, a descentralização das decisões e o fortalecimento das relações entre os diferentes segmentos da comunidade escolar. Este artigo tem como objetivo analisar a construção da gestão democrática no ambiente escolar, destacando a contribuição do diretor como líder pedagógico no desenvolvimento do aprendizado coletivo. A pesquisa caracteriza-se como bibliográfica, de abordagem qualitativa e natureza descritiva, fundamentada em autores como Paro, Libâneo, Luck, Cury, Oliveira e na legislação educacional brasileira, especialmente a Constituição Federal de 1988 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996). O estudo apresenta os conceitos de gestão escolar, seus pilares e princípios, analisa o papel do diretor escolar e discute a gestão democrática como estratégia para fortalecer a participação da comunidade escolar na elaboração, execução e avaliação das ações pedagógicas. Também aborda o Projeto Político-Pedagógico como instrumento fundamental para a consolidação da gestão participativa. Os resultados demonstram que a liderança democrática do diretor favorece a construção de um ambiente colaborativo, fortalece os órgãos colegiados, amplia o compromisso coletivo e contribui significativamente para a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem.

Palavras-chave: Gestão Democrática. Gestão Escolar. Diretor Escolar. Liderança Educacional. Projeto Político-Pedagógico.

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