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ENVELHECIMENTO E SAÚDE MENTAL: FATORES ASSOCIADOS À DEPRESSÃO E AO ISOLAMENTO SOCIAL EM IDOSOS EM CONTEXTOS URBANOS E RURAIS NO BRASIL

Thiago de Moura Barbosa[1]

Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

[1]Thiago de Moura Barboza, Cristian Business School, thiagodemourabarbosabarbosa@gmail.com. 
Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: O envelhecimento populacional no Brasil tem ocorrido de forma acelerada, trazendo importantes desafios para a Saúde Pública, especialmente no campo da saúde mental. Entre os agravos mais prevalentes na população idosa, destacam-se a depressão e o isolamento social, condições que apresentam impactos significativos na qualidade de vida, na funcionalidade e na mortalidade. Este estudo tem como objetivo analisar os fatores associados à depressão e ao isolamento social em idosos residentes em contextos urbanos e rurais no Brasil, considerando determinantes individuais, sociais e ambientais. Trata-se de uma investigação de abordagem epidemiológica, com delineamento transversal analítico, baseada em dados primários ou secundários de inquéritos populacionais de saúde. Serão avaliadas variáveis sociodemográficas (idade, sexo, escolaridade, renda), condições de saúde (doenças crônicas, incapacidade funcional, autopercepção de saúde), rede de apoio social e acesso aos serviços de saúde. A depressão poderá ser identificada por instrumentos validados, como a Escala de Depressão Geriátrica (GDS), enquanto o isolamento social será mensurado por indicadores de participação social e frequência de interação social. Espera-se identificar diferenças significativas entre idosos de áreas urbanas e rurais, considerando desigualdades no acesso a serviços de saúde, infraestrutura social e suporte comunitário. A hipótese central é que idosos em áreas rurais apresentam maior vulnerabilidade ao isolamento social, enquanto fatores como baixa renda, comorbidades e ausência de suporte familiar estão associados tanto à depressão quanto ao isolamento em ambos os contextos. Os resultados poderão subsidiar políticas públicas voltadas à promoção da saúde mental na atenção primária, com ênfase em estratégias de fortalecimento da rede de apoio social, prevenção do isolamento e identificação precoce de sintomas depressivos na população idosa.

Palavras-chave: Envelhecimento; Depressão; Isolamento Social; Saúde Mental; Idoso; Saúde Pública; Desigualdades em Saúde; Atenção Primária à Saúde.

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