Joélia Maria Silva [1]
Maria Sandra Eli da Silva [2]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [3]
[1] Licenciada em Pedagogia pela Universidade de Pernambuco (UPE), Polo Garanhuns. Pós-graduada em Psicopedagogia pela UPE, Polo Nazaré da Mata. Pós-graduada em Libras Inclusiva pela Faculdade Modelo. Pós-graduada em Orientação e Mobilidade pela Alpha Recife. Possui cursos técnicos em Libras e Braille e curso de extensão em Educação Especial. E-mail: joeliadelson@gmail.com.
[2] Licenciada em Química pelo Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), Campus Barreiros. Pós-graduada em Química Geral e Industrial pela Unyleya. Possui curso técnico em Libras pelo IFPE, Campus Barreiros. E-mail: msandra.esilva@gmail.com.
[3] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.
RESUMO: Este artigo analisa as dificuldades de inclusão e as possibilidades pedagógicas vivenciadas por estudantes com deficiência e neuro divergências no Ensino Médio e em cursos técnicos de nível médio (Edificações, Guia de Turismo e Desenvolvimento de Sistemas) em Barreiros, Zona da Mata Sul de Pernambuco. A partir de uma abordagem qualitativa, articulada ao estudo de caso e à pesquisa-ação, o estudo acompanhou 15 estudantes atípicos e 8 professores em duas escolas da rede estadual de ensino. As ações envolveram conversas reflexivas com o corpo docente, acompanhamento de salas de aula e intervenções na Sala de Atendimento Educacional Especializado (AEE). Os resultados demonstraram que, embora persistam desafios logísticos de transporte público adaptado e de infraestrutura física, a desconstrução de barreiras atitudinais, a adaptação flexível de materiais e o uso de recursos de comunicação garantiram avanços expressivos na autonomia dos alunos, no protagonismo em projetos e na superação do descrédito inicial docente. Conclui-se que a inclusão na Educação Profissional vai além da garantia de matrícula, consolidando-se como preparação efetiva para a cidadania e a inserção no mundo do trabalho.
Palavras-chave: Educação Inclusiva; Ensino Técnico; Atendimento Educacional Especializado; Acessibilidade; Formação Docente.
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