A INCLUSÃO ESCOLAR PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA

Andreia Cristina Dalessi[1]

Ulisses Costa Simão[2]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[3]


[1] Possui graduação em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas pela Faculdade Integrada de Ariquemes (2011); graduação em Licenciatura Plena em Pedagogia pela Faculdade Internacional Lapa (2018); Pós – Graduada em Educação em Especial pela Faculdade Santo André (2012); Atualmente é servidora pública na Prefeitura Municipal de Ariquemes onde exerce a função de Professora (2020); Tem experiência na área de educação infantil, com ênfase em educação especial, atuando nos seguintes temas; Educação e Biologia. dallesy11@gmail.com

[2] É graduado em Psicologia pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e especialista em Neuroaprendizagem e Práticas Pedagógicas pela Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera. Atualmente é mestrando em Ciências da Educação e atua como Coordenador da Equipe Multiprofissional da SEMED, exercendo a função de psicólogo escolar desde 2012 na mesma instituição, como servidor estatutário. E-mail: psicologista@gmail.com

[3]Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.comhttps://orcid.org/0009-0000-6863-7874

RESUMO: Este artigo buscou analisar a trajetória histórica e educacional da pessoa com deficiência auditiva no Brasil, com foco na transição do Oralismo para o Bilinguismo. Por meio de uma metodologia qualitativa com técnica exploratória, o estudo discute como a repressão da língua de sinais por quase um século impactou o desenvolvimento intelectual e social dos surdos. Os resultados indicam que a adoção de Libras como língua natural é essencial para o desenvolvimento cognitivo e a efetiva inclusão escolar. Conclui-se que a escola deve atuar como um espaço de valorização da identidade surda, garantindo o acesso à comunicação visual-espacial e à interação cultural necessária para a cidadania. 

Palavras-chave: Deficiência auditiva. Oralismo. Bilinguismo. Inclusão escolar. 

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METODOLOGIAS ATIVAS E APRENDIZAGEM NO ENSINO MÉDIO: UM ESTUDO NA ESCOLA MARECHAL RONDON, EM BURITIS/RO

Andreia Cristina Dalessi[1]

Ulisses Costa Simão[2]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[3]


[1] Possui graduação em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas pela Faculdade Integrada de Ariquemes (2011); graduação em Licenciatura Plena em Pedagogia pela Faculdade Internacional Lapa (2018); Pós – Graduada em Educação em Especial pela Faculdade Santo André (2012); Atualmente é servidora pública na Prefeitura Municipal de Ariquemes onde exerce a função de Professora (2020); Tem experiência na área de educação infantil, com ênfase em educação especial, atuando nos seguintes temas; Educação e Biologia. dallesy11@gmail.com

[2] É graduado em Psicologia pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e especialista em Neuroaprendizagem e Práticas Pedagógicas pela Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera. Atualmente é mestrando em Ciências da Educação e atua como Coordenador da Equipe Multiprofissional da SEMED, exercendo a função de psicólogo escolar desde 2012 na mesma instituição, como servidor estatutário. E-mail: psicologista@gmail.com

[3]Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.comhttps://orcid.org/0009-0000-6863-7874

RESUMO: Esta pesquisa analisa os impactos das metodologias ativas no processo de ensino-aprendizagem no ensino médio, com foco na Escola Marechal Rondon, localizada no município de Buritis, Rondônia. Parte-se da problemática relacionada aos baixos índices de desempenho educacional, evidenciados por indicadores como o IDEB, e da necessidade de inovação nas práticas pedagógicas. Adota-se abordagem quali-quantitativa, por meio de estudo de caso, com aplicação de questionários, entrevistas, observação em sala de aula e análise documental. Os resultados indicam que a utilização de metodologias ativas contribui significativamente para o aumento do engajamento dos estudantes, melhoria da aprendizagem e desenvolvimento da autonomia discente. Conclui-se que tais metodologias representam uma alternativa viável para o enfrentamento dos desafios educacionais no ensino médio.

Palavras-chave: Metodologias ativas. Ensino médio. Aprendizagem. Rondônia. Educação pública.

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PROCESSOS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO EM TERRITÓRIOS SOCIALMENTE VULNERÁVEIS: DESAFIOS, ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS E POLÍTICAS EDUCACIONAIS PARA A PROMOÇÃO DA INCLUSÃO, DA CIDADANIA E DO DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DE CRIANÇAS EM CONTEXTOS DE DESIGUALDADE SOCIAL

Ana Cecília Melo de Miranda Losada[1]

Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva²


[1]Discente, Cristian Business School.  E-mail:anacecilia2001@gmail.com

²Orientadora:Pedagoga, Psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em escrita acadêmica avançada, Mestre em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL. e-mail:rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO

Esse artigo buscou analisar os desafios e as possibilidades da alfabetização e do letramento em contextos de vulnerabilidade social, considerando as condições socioeconômicas que impactam o processo de aprendizagem nos anos iniciais da educação básica. O estudo teve como objetivo compreender como práticas pedagógicas contextualizadas podem contribuir para o desenvolvimento das competências leitoras e escritoras de crianças inseridas em territórios marcados por desigualdades. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório, fundamentada em revisão bibliográfica e análise de experiências desenvolvidas em escolas públicas situadas em áreas periféricas urbanas. Foram mobilizadas contribuições teóricas de autores como Magda Soares, Paulo Freire e Emília Ferreiro, que discutem alfabetização, letramento e práticas sociais da linguagem. Os resultados evidenciam que estratégias pedagógicas integradas à realidade sociocultural dos estudantes favorecem maior engajamento, sentido e permanência escolar. Conclui-se que políticas públicas articuladas à formação docente continuada são fundamentais para assegurar o direito à alfabetização plena em contextos socialmente vulneráveis.

Palavras-chave : Alfabetização. Letramento. Vulnerabilidade social.

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