A INCLUSÃO ESCOLAR E O TRABALHO PEDAGÓGICO: CAMINHOS PARA A APRENDIZAGEM DE ESTUDANTES DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

Ana Paula Gomes dos Santos [1]

Pedro Márcio da Silva [2]

Maria Cícera da Silva Lima [3]

Rozineide Iraci Pereira da Silva [4]

1 Discente do curso Mestrado – Ciências da Educação na/ EUA/ FRANÇA na Universidade Christian Business School-CBS, graduada em letras espanhol Faculdade Cesmac, pós-graduada em ensino da língua portuguesa. E-mail geosete.paula@gmail.com .  https://lattes.cnpq.br/6252165651602027

[1] Discente, Christian Business School- Doutorando em Ciências da Educação pela Universidade Christian Business School, Mestre em ciências da educação pela Universidade Christian Business School. Graduado em filosofia pela universidade Federal de Alagoas . Graduado em Pedagogia pela Faculdade Campos Elisios -FCE. Especialista em neupsicopedagogia pela Faculdade Venda Nova do Imigrante-FAVENI E-mail :  marcio.1filol@gmail.com

3Discente do curso de Doutorado em Ciências da Educação pela Christian Business School-CBS, Mestra em Educação pela Universidade Aberta do Brasil, Especialista em Processos de Ensino e Aprendizagem, Pedagoga e Licenciada em Letras. E- mail:joseesil2018@gmail.com.

[4]  Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: O acesso às salas de aula regulares para os alunos que são o público-alvo da Educação Especial é mais do que apenas uma questão de matrícula. O verdadeiro problema no debate educacional atual é como garantir que as pessoas no mundo real possam estar envolvidas, participar, aprender e sentir que pertencem. O presente artigo, portanto, examina de que modo a produção acadêmica tem concebido as práticas pedagógicas no processo de inclusão de alunos que possuem deficiência, transtorno do espectro autista (TEA), ou altas habilidades e superdotação. O texto aborda as barreiras práticas da rotina escolar, passando pela acessibilidade do currículo, metodologias docentes, formas de avaliação e a integração de todos os envolvidos no processo. A pesquisa, de caráter qualitativo, foi construída a partir de um levantamento bibliográfico e documental em bases de dados e portais institucionais. O que a análise evidencia é que a mera inserção física do estudante na turma não é suficiente para incluir de verdade. Esse processo demanda intencionalidade pedagógica, professores com formação sólida, flexibilidade no planejamento, trabalho em equipe e, principalmente, uma avaliação que respeite as diferentes formas de aprender. Os estudos revisados também reforçam que o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e a sala regular devem funcionar em plena sintonia, e não como responsabilidades isoladas. Concluí- se, portanto, que a Pedagogia é o alicerce para que a educação inclusiva aconteça na prática. É por meio das escolhas didáticas e da mediação docente que o direito à educação deixa de ser apenas uma teoria no papel e se transforma em vivências reais de desenvolvimento para esses alunos.

Palavras-chave: Educação Especial. Educação Inclusiva. Atuação pedagógica. Acessibilidade curricular.

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ARTICULAÇÕES ENTRE NEURODIVERSIDADE, DESENHO UNIVERSAL PARA A APRENDIZAGEM E ADAPTAÇÕES CURRICULARES: IMPLICAÇÕES PARA A EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE ESTUDANTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

Shirleidy de Sousa Freire[1]

Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1]Discente Doutorado em Ciências da Educação, Christian Business School. shirleidyd@hotmail.com

[2]  Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Esse artigo buscou analisar as contribuições da neurodiversidade, do Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) e das adaptações curriculares para a promoção da educação inclusiva de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), bem como discutir de que maneira esses referenciais subsidiam a construção de práticas pedagógicas mais acessíveis, flexíveis e responsivas à diversidade presente nas salas de aula. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter exploratório, desenvolvida por meio da análise de produções científicas nacionais e internacionais, documentos oficiais e legislação educacional brasileira, priorizando publicações produzidas entre 2015 e 2026, complementadas por obras clássicas consideradas fundamentais para a fundamentação teórica. Os resultados evidenciaram que a neurodiversidade constitui um paradigma que desloca o foco das limitações individuais para a valorização da diversidade humana, enquanto o DUA orienta o planejamento de ambientes de aprendizagem acessíveis desde sua concepção. Além disso, verificou-se que as adaptações curriculares permanecem indispensáveis para atender às necessidades específicas dos estudantes quando planejadas de forma colaborativa. Conclui-se que a articulação entre neurodiversidade, DUA e adaptações curriculares fortalece práticas pedagógicas inclusivas, amplia as oportunidades de aprendizagem e favorece a consolidação de uma educação comprometida com a equidade, a participação e o desenvolvimento de todos os estudantes. 

Palavras-chave: Neurodiversidade. Transtorno do Espectro Autista. Desenho Universal para a Aprendizagem.

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DESAFIOS DA FORMAÇÃO DE LEITORES NA ESCOLA PÚBLICA: ENTRE A CULTURA DIGITAL E A PRÁTICA DOCENTE

Laís Pereira Viana Lopes1

Artur Romão Rocha2

Sóstenes do Nascimento Silva3

Helen Maura Lucidia Ribeiro de Oliveira Vicentin4

Rozineide Iraci Pereira da Silva 5


[1]Graduada em Pedagogia pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Atendimento Educacional Especializado e Educação Especial e Neuropiscopedagogia clínica e Institucional. Mestranda em Ciências da Educação pela Cristian Business School. E-mail: lais87497@gmail.com.

[2] Graduado em Ciências Contábeis pela Universidade Norte do Paraná, Especialista em Docência do Ensino Superior pela Universidade Norte do Paraná, Mestre em Ciências da Educação pela Amazônia Christian University. E-mail: arturromaorocha@gmail.com.

3 Graduado em Gestão em Tecnologia da Informação pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Gestão Pública pela Universidade Candido Mendes. Mestrando em Ciências da Educação pela Cristian Business School. E-mail: sossilva@gmail.com.

4 Graduada em História pela Universidade Norte do Paraná – UNOPAR. Especialista em Docência do Ensino Superior na universidade São Braz. Mestrando em Ciências da Educação pela Cristian Business School.  E-mail: hellenribeiro38@outlook.com.

5 Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Este estudo tem como objetivo analisar os desafios enfrentados por educadores na formação de leitores críticos no contexto da escola pública, considerando a interseção entre o avanço da cultura digital e as práticas docentes tradicionais. A metodologia empregada consistiu em uma pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa, fundamentada nas contribuições teóricas de Michèle Petit, Rildo Cosson e Angela Kleiman. Os principais resultados encontrados apontam que a escassez de recursos tecnológicos nas instituições e a ausência de um ensino metodológico sistemático das competências leitoras reduzem a leitura a um mero ato compulsório ou de simples entretenimento. Além disso, a transição entre o livro físico e os suportes digitais é frequentemente negligenciada no planejamento pedagógico. Conclui-se que a superação do fracasso escolar na alfabetização plena exige a ressignificação do papel do professor como mediador ativo e afetivo, demandando políticas públicas urgentes voltadas à formação continuada docente e à democratização do acesso digital, de modo a transformar a sala de aula em um espaço legítimo de emancipação social e letramento literário.

Palavras-chave: Formação de leitores. Escola pública. Cultura digital. Prática docente.

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A LEITURA COMO PRÁTICA DE CONSTRUÇÃO DE SENTIDO NOS ANOS INICIAIS: ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS PARA FORMAÇÃO DE LEITORES CRÍTICOS

Laís Pereira Viana Lopes1

Artur Romão Rocha2

Sóstenes do Nascimento Silva3

Helen Maura Lucidia Ribeiro de Oliveira Vicentin4

Rozineide Iraci Pereira da Silva 5


[1]Graduada em Pedagogia pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Atendimento Educacional Especializado e Educação Especial e Neuropiscopedagogia clínica e Institucional. Mestranda em Ciências da Educação pela Cristian Business School. E-mail: lais87497@gmail.com.

[2] Graduado em Ciências Contábeis pela Universidade Norte do Paraná, Especialista em Docência do Ensino Superior pela Universidade Norte do Paraná, Mestre em Ciências da Educação pela Amazônia Christian University. E-mail: arturromaorocha@gmail.com.

3 Graduado em Gestão em Tecnologia da Informação pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Gestão Pública pela Universidade Candido Mendes. Mestrando em Ciências da Educação pela Cristian Business School. E-mail: sossilva@gmail.com.

4 Graduada em História pela Universidade Norte do Paraná – UNOPAR. Especialista em Docência do Ensino Superior na universidade São Braz. Mestrando em Ciências da Educação pela Cristian Business School.  E-mail: hellenribeiro38@outlook.com.

5 Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Este estudo objetiva investigar como as estratégias pedagógicas nos anos iniciais do Ensino Fundamental podem transcender a decodificação mecânica, promovendo a formação de leitores críticos e autônomos. A metodologia adotada caracteriza-se como uma pesquisa bibliográfica de natureza qualitativa, fundamentada em autores como Freire, Kleiman, Soares e Koch, analisando práticas docentes que favorecem a interação entre o conhecimento prévio do aluno e o texto. Os principais resultados indicam que a construção de sentido é potencializada quando o professor atua como mediador, utilizando gêneros textuais diversos e estratégias de pré-leitura, inferência e monitoramento. Observou-se que o ensino isolado de gramática e a leitura sem propósito social limitam o desenvolvimento da criticidade. Nesse sentido, é possível concluir que a formação de um leitor crítico exige que a escola trate a leitura como uma prática social viva. A eficácia pedagógica não reside apenas no domínio do código, mas na capacidade de o estudante dialogar com o texto, questionar intenções autorais e aplicar o saber em sua realidade, consolidando o letramento como ferramenta de cidadania.

Palavras-chave:  Leitura crítica; Mediação docente e Letramento.

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GAMIFICAÇÃO NO ENSINO DE ARQUIVOLOGIA: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E INOVAÇÃO DIDÁTICA

Erlani Diogo De Jesus [1]
Hellinton Staevie dos Santos [2]
Rozineide Iraci Pereira da Silva [3]

[1] Doutoranda em Ciências da Educação, Christian Business School (CBS)
[2] Mestre em Tecnologias Emergentes na Educação pela MUST University. hellinton.staevie@gmail.com.

[3] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo buscou analisar o impacto da gamificação no ensino superior de Arquivologia, alinhando o rigor técnico às demandas por inovação didática das legislações educacionais. Metodologicamente, realiza-se uma pesquisa bibliográfica qualitativa com levantamento na Base de Dados em Ciência da Informação (BRAPCI). Os resultados apontam escassez de literatura na área, destacando o ineditismo do estudo. O debate teórico demonstra que mecânicas de jogos potencializam a fixação de conceitos complexos (como temporalidade e ciclo vital) e preparam o discente para a difusão da informação. Conclui-se que a ludicidade estruturada é uma metodologia ativa viável e eficaz para a autonomia curricular.

Palavras-chave: Gamificação. Ensino de Arquivologia. Metodologias Ativas. 

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FORMAÇÃO DOCENTE E ALFABETIZAÇÃO: CONTRIBUIÇÕES DO LETRAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

Mariana de Fátima Ferreira[1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]

[1]Mestranda em Educação, Christian Business School (CBS)

[2] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo teve como objetivo analisar a formação docente e a alfabetização, destacando as contribuições do letramento para o desenvolvimento das práticas pedagógicas nos anos iniciais do Ensino Fundamental. O estudo parte da compreensão de que alfabetizar não se limita ao ensino de letras, sílabas e palavras, mas envolve a criação de situações em que a criança compreenda a leitura e a escrita como práticas sociais presentes em seu cotidiano. A pesquisa foi desenvolvida por meio de abordagem qualitativa e bibliográfica, fundamentada em estudos sobre formação de professores, alfabetização, letramento e práticas pedagógicas. Os resultados apontaram que a formação docente é essencial para que o professor alfabetizador atue com planejamento, sensibilidade e intencionalidade. Também se observou que o letramento contribui para tornar a alfabetização mais significativa, ao aproximar o ensino da escrita de textos reais, gêneros diversos, leitura compartilhada e produção textual. Conclui-se que práticas pedagógicas orientadas pelo letramento favorecem aprendizagens mais participativas, contextualizadas e inclusivas.

Palavras-chave: Formação docente. Alfabetização. Letramento. Práticas pedagógicas. Anos iniciais.

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ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NA PRÁTICA DOCENTE: DESAFIOS E ESTRATÉGIAS PARA A APRENDIZAGEM NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Mariana de Fátima Ferreira[1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]

[1]Mestranda em Educação, Christian Business School (CBS)

[2] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo teve como objetivo analisar a alfabetização e o letramento na prática docente, destacando os principais desafios e estratégias para a aprendizagem nos anos iniciais do Ensino Fundamental. O estudo partiu da compreensão de que alfabetizar não significa apenas ensinar letras, sílabas e palavras, mas possibilitar que a criança compreenda a leitura e a escrita como práticas sociais presentes em seu cotidiano. A pesquisa foi desenvolvida por meio de abordagem qualitativa e bibliográfica, fundamentada em estudos teóricos sobre alfabetização, letramento, prática docente e aprendizagem escolar. Os resultados apontaram que a alfabetização e o letramento precisam caminhar juntos, pois a aprendizagem se torna mais significativa quando o professor articula o ensino sistemático da escrita com situações reais de uso da linguagem. Também se observou que a heterogeneidade das turmas, as dificuldades de aprendizagem e a falta de recursos pedagógicos são desafios recorrentes. Conclui-se que práticas diversificadas, como leitura compartilhada, produção textual, jogos pedagógicos e uso de diferentes gêneros textuais, contribuem para uma aprendizagem mais participativa, inclusiva e significativa.

Palavras-chave: Alfabetização. Letramento. Prática docente. Anos iniciais. Aprendizagem.

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PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E ESTRATÉGIAS DOCENTES PARA PROMOVER A INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA EM TURMAS REGULARES DOS ANOS INICIAIS

Daniela Luciana Paiffer Mascarenhas [1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1]Mestranda em Educação, Christian Business School (CBS). E-mail: dmascarenhas@sedu.sorocaba.sp.gov.br;

[2] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo analisou práticas pedagógicas e estratégias docentes capazes de promover a inclusão de alunos com deficiência em turmas regulares dos anos iniciais do Ensino Fundamental. O estudo partiu da compreensão de que a inclusão escolar não se limita à matrícula ou à presença física do estudante, mas envolve sua participação nas atividades, o acesso ao currículo, a interação com os colegas e o desenvolvimento da aprendizagem. Metodologicamente, realizou-se uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, fundamentada em levantamento bibliográfico e análise documental de legislações, políticas educacionais e produções científicas relacionadas à educação inclusiva. O referencial teórico discutiu o planejamento pedagógico inclusivo, o Desenho Universal para a Aprendizagem, a flexibilização curricular, a avaliação inclusiva, o Atendimento Educacional Especializado e o trabalho colaborativo. Os resultados indicaram que a diversificação das estratégias, o uso de recursos acessíveis, a avaliação processual e o planejamento compartilhado ampliam as possibilidades de participação e aprendizagem. Concluiu-se que a inclusão depende da articulação entre formação docente, apoio institucional, acessibilidade, colaboração entre profissionais e práticas pedagógicas sensíveis às diferentes formas de aprender.

Palavras-chave: Educação inclusiva. Práticas pedagógicas. Estratégias docentes. Alunos com deficiência. Anos iniciais. 

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OS DESAFIOS DO TRABALHO DOCENTE NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: ENTRE AS NECESSIDADES DOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA E AS DEMANDAS DA TURMA REGULAR

Daniela Luciana Paiffer Mascarenhas [1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1]Mestranda em Educação, Christian Business School (CBS). E-mail: dmascarenhas@sedu.sorocaba.sp.gov.br;

[2] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo analisou os desafios enfrentados pelos professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental para atender alunos com deficiência e, simultaneamente, garantir a participação e a aprendizagem dos demais estudantes da turma regular. O estudo partiu da compreensão de que a educação inclusiva não se limita à matrícula do estudante com deficiência, pois exige condições pedagógicas, estruturais e institucionais que favoreçam seu desenvolvimento. Metodologicamente, foi realizada uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, desenvolvida por meio de levantamento bibliográfico e análise documental das políticas brasileiras de educação inclusiva. A discussão teórica abordou os fundamentos legais da inclusão escolar, o trabalho docente, a formação de professores, o planejamento pedagógico, o Atendimento Educacional Especializado e a importância do trabalho colaborativo. Os resultados indicaram que os principais desafios estão relacionados à distância entre as garantias legais e a realidade das escolas, às turmas numerosas, à falta de recursos, às lacunas na formação docente, ao pouco tempo para planejamento e à fragilidade da articulação entre os profissionais. Concluiu-se que a inclusão escolar precisa ser assumida como responsabilidade coletiva, com formação continuada, acessibilidade, apoio institucional, planejamento compartilhado e práticas pedagógicas flexíveis.

Palavras-chave: Educação inclusiva. Trabalho docente. Alunos com deficiência. Anos iniciais. Políticas de inclusão.

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ENSINAR E APRENDER: A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

Maria Cícera da Silva Lima[1]

Ana Paula Gomes dos Santos[2]

Kíssila de Melo Santos[3]

Cícero Ronyel de Araújo4

[1] Doutoranda em Ciências da Educação pela Christian Business School-CBS, Mestra em Educação pela Universidade Aberta do Brasil (UAB), especialista em Processos de Ensino e Aprendizagem pelo CESMAC, pedagoga pela Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL) e licenciada em Letras pelo Instituto Federal de Alagoas (IFAL). E-mail: joseesil2018@gmail.com.

[2] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação pela Christian Business School-CBS, graduada em Letras Espanhol pela Faculdade Cesmac, pós-graduada em Ensino da Língua Portuguesa. E-mail: geosete.paula@gmail.com.

[3] Pedagoga pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), especialista em Educação Especial pela Faculdade de Venda Nova do Imigrante (FAVENI) e pós-graduanda em Educação Socioemocional no Contexto Escolar pela Instituição Evangélica de Novo Hamburgo (IENH). Professora da Educação Especial na Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (SEDUC/AL), com atuação na Sala de Recursos Multifuncionais (SRM) e no Atendimento Educacional Especializado (AEE). Ledora e transcritora do CEBRASPE. E-mail: kissila.melo0029015@souprof.al.gov.br.

4 Mestrando em Ciências da Educação pela Universidade Christian Business School. Especialista em Metodologia do Ensino de Física e Matemática pela Faculdade de Ensino Regional Alternativa – FERAGraduado em Matemática Licenciatura pela UniversidadeFederal de Alagoas – UFAL .E-mail: cicero.araujo@souprof.educ.al.gov.brLattes:  2107419510552378 ORCID: 0009-0003-2329-8778

RESUMO: Este artigo analisa a relação entre ensinar e aprender como eixo da construção do conhecimento na educação escolar. O objetivo foi discutir como a mediação docente, a organização didática e a participação discente articulam saberes historicamente produzidos e experiências vividas pelos estudantes. A metodologia adotada foi qualitativa, de natureza bibliográfica, com leitura analítica de obras clássicas e produções científicas recentes sobre didática, mediação, aprendizagem ativa e formação docente. Os resultados indicam que o ensino não se reduz à apresentação de informações, pois depende de intencionalidade pedagógica, vínculo com o conhecimento, escuta da turma e avaliação formativa. A aprendizagem consolida-se quando o aluno atribui sentido às informações, mobiliza operações de pensamento e participa da elaboração do próprio percurso. O estudo reconhece o professor como mediador ético, técnico e cultural, capaz de transformar conteúdos escolares em experiências formativas. Considera-se que ensinar e aprender constituem uma unidade dinâmica, indispensável à formação humana, à autonomia intelectual e à participação crítica na vida social.

Palavras-chave: Ensino. Aprendizagem. Conhecimento.

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