ADOLESCENTES LGBTQIA+ NAS REDES SOCIAIS: PERTENCIMENTO, IDENTIDADE E VULNERABILIDADE NA CULTURA DIGITAL


Vander Sebastião Martins[1]
Victor Martins Fontoura[2]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[3]


[1]Doutorando em Ciências da Educação pela Christian Business School – CBS. Mestre em Filosofia pela Pontificia Università Gregoriana. ORCID: https://orcid.org/0009-0003-9224-2225, e-mail: vandermartins57@yahoo.com.br

[2]Mestre em Ensino de Ciências da Saúde e do Ambiente (PROCISA/FADIP). Licenciado em Ciências Biológicas (FUNIP), Letras – Português e Inglês (PROMINAS), Química (FUNIP), História (FUNIP) e Geografia (FUNIP). Bacharel em Enfermagem (FADIP). Especialista em Educação Integral (Faculdade Bookplay/SP). Pesquisador em Políticas Públicas e Formação dos Profissionais da Educação (GEPPFOR/UFV). ORCID: https://orcid.org/0000-0003-3037-9595, e-mail: victorfontoura2000@hotmail.com

[3] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874, e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com


RESUMO: Esse artigo buscou analisar a situação dos adolescentes LGBTQIA+ no ambiente digital, investigando os desafios, vulnerabilidades e potencialidades associados ao uso das redes sociais e demais plataformas digitais. A pesquisa foi desenvolvida por meio de revisão bibliográfica de caráter qualitativo, fundamentada em estudos contemporâneos das áreas da Psicologia do Desenvolvimento, Ciências da Educação, Sociologia e Saúde Mental, com destaque para autores como Steinberg L (2017), Twenge JM (2018), Haidt J (2024), Foulkes L (2024), Galinsky E (2024), Meyer IH (2003) e Crenshaw K (1989), além de pesquisas recentes sobre juventude e mídias digitais. Os resultados evidenciam que as redes sociais desempenham papel ambivalente na vida desses adolescentes. Por um lado, constituem espaços de pertencimento, apoio social, construção identitária e acesso a informações que muitas vezes não estão disponíveis em seus contextos familiares ou comunitários. Por outro, podem ampliar a exposição ao cyberbullying, ao discurso de ódio, à discriminação e a diferentes formas de violência simbólica, intensificando fatores de risco para ansiedade, depressão e sofrimento psicológico. Conclui-se que a compreensão da experiência digital dos adolescentes LGBTQIA+ exige uma abordagem interseccional e multidimensional, capaz de reconhecer simultaneamente as potencialidades e os riscos das plataformas digitais, contribuindo para a promoção da saúde mental, da inclusão social e do desenvolvimento humano integral.

Palavras-chave: Adolescência. LGBTQIA+. Redes sociais.

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PLATAFORMAS DIGITAIS COMO INFRAESTRUTURA PEDAGÓGICA: NOVAS DINÂMICAS NA EDUCAÇÃO UNIVERSITÁRIA


Sóstenes do Nascimento Silva[1]
Laís Pereira Viana Lopes[2]
Jacimara Nascimento Von Dollmger3
Valdineia Matos de Oliveira4
Orientadora: Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva5

[1] Graduado em Gestão em Tecnologia da Informação pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Gestão Pública pela Universidade Candido Mendes. Mestrando em Ciencias da Educação pela Cristian Business School.  E-mail : sossilva@gmail.com
[2] Graduada em Pedagogia pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Atendimento Educacional Especializado e Educação Especial e Neuropiscopedagogia clínica e Institucional. Mestranda em Ciencias da Educação pela Cristian Business School. E-mail : lais87497@gmail.com.
3 Graduada em Letras pela Universidade Federal de Rondônia – Unir. Mestranda em Ciências da Educação pela Christian Business School. E-mail : dollmger@yahoo.com.br.
4 Mestra em Ciências da Educação pela  CBS. Licenciada em Pedagogia pela ULBRA. ⁠Licenciada em Educação Especial pela UNIFAHE. Especialista em Supervisão, Orientação e Gestão Escolar. Especialista em Psicopedagogia Institucional e Clínica. Especialista em Psicologia Cognitiva e Comportamental. Especialista em MBA em Liderança Sustentável e Coaching Executivo. Especialista em Psicoterapia. Especialista em Gestão Pública e Gestão De Pessoas. Especialista em Neuropsicopedagogia Clínica. Doutoranda em ciências da Educação pela Cristian Business School. E-mail : E email: neya_mattos@seduc.ro.gov.br.
5 Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo buscou analisar a cristalização das arquiteturas digitais enquanto substrato infra estrutural da educação superior na contemporaneidade, perscrutando sua incidência na flexibilização das práticas didáticas, na singularização dos itinerários formativos e na reconfiguração do repertório de competências da docência. O percurso metodológico ancorou-se em uma revisão integrativa de cunho qualitativo, voltada à síntese do estado da arte sobre ecossistemas virtuais, paradigmas de metodologias ativas e as dinâmicas de mediação tecnológica no ambiente universitário. As evidências apontam que a utilização desses ecossistemas digitais intensifica as possibilidades de interatividade, o acompanhamento pormenorizado do desempenho discente e a viabilização de currículos dinâmicos, favorecendo estratégias como o ensino híbrido e a colaboração transnacional via internacionalização virtual. Todavia, a análise também descortinou barreiras estruturais significativas, incluindo a persistência da exclusão digital, a carência de letramento tecnológico docente e limitações de suporte administrativo-institucional. Em última análise, depreende-se que a transposição tecnológica só se traduz em efetiva inovação pedagógica quando articulada a um planejamento intencional e a políticas institucionais que priorizem a equidade e a excelência acadêmica.

Palavras-chave: Ensino Superior. Plataformas Digitais. Usabilidade.

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DESERTO FORMATIVO DIGITAL E A LACUNA NA CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA DOCENTE EM REGIÕES PERIFÉRICAS: UMA ANÁLISE TEÓRICA

Sóstenes do Nascimento Silva[1]
Laís Pereira Viana Lopes[2]
Sandra Maria Daveli Sampaio3
Aliana Daveli de Oliveira4
Orientadora: Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva5


[1] Graduado em Gestão em Tecnologia da Informação pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Gestão Pública pela Universidade Candido Mendes. Mestrando em Ciencias da Educação pela Cristian Business School. E-mail : sossilva@gmail.com
[2] Graduada em Pedagogia pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Atendimento Educacional Especializado e Educação Especial e Neuropiscopedagogia clínica e Institucional. Mestranda em Ciencias da Educação pela Cristian Business School. E-mail : lais87497@gmail.com.
3 Graduada em Pedagogia pelo Centro Universitário-Faveni. Especialista em Pedagogia Empresarial,Educação Especial e Inclusiva.Mestranda em ciências  da Educação  pela Cristian Business School. E-mail : sandra.sampaio@edu.mt.gov.br.
4 Graduada em Pedagogia pela Faculdade de Educação de Tangará da Serra – UNISERRA. Especialista em AEE – Atendimento Educacional Especializado e Salas de Recursos Multifuncionais. Mestranda em Ciências da Educação pela Cristian Business School. E-mail : daveli12aliana@hotmail.com.
5 Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Este artigo buscou analisar como o letramento digital e a chegada dos modelos híbridos de ensino têm mexido com o cotidiano da docência, sem perder de vista o peso das desigualdades socioeconômicas nesse processo. O que se pretende aqui é entender de que maneira a habilidade individual com as tecnologias acaba ditando se o professor vai abraçar ou resistir ao uso das TICs no ambiente universitário. Para dar conta dessa discussão, optou-se por uma pesquisa bibliográfica exploratória, com uma pegada qualitativa e narrativa, mergulhando na análise crítica do que tem sido publicado em periódicos e portais acadêmicos sobre o assunto. Os principais achados revelam uma correlação direta e inversamente proporcional entre o letramento digital e a resistência docente, evidenciando que o déficit formativo gera ansiedade e distanciamento tecnológico. Identificou-se que a hibridização, embora permita a personalização de ritmos, pode agravar desigualdades em contextos periféricos desprovidos de mediação social. Conclui-se que a formação docente, centrada no letramento como prática social e ideológica, é o fator central para o sucesso da hibridização e para a promoção da equidade educacional, superando o fenômeno do deserto formativo digital mediante uma intencionalidade pedagógica robusta e crítica.

Palavras-chave:  Letramento Digital; Ensino Híbrido; Formação Docente; Deserto Formativo; Equidade Educacional.

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