O PAPEL DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO DESENVOLVIMENTO DA INCLUSÃO ESCOLAR

Gizelly Barroso Passos da Silva [1]

Adriana Lúcia Leal da Silva [2]

Luiz Clebson de Oliveira Silvano [3]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [4]


[1] Doutoranda em Educação – Christian Business School. Mestre em Educação pela Fundação Universitária Ibero-americana; professoraed@hotmail.com.

[2] Doutoranda em Educação – Christian Business School. Mestre em Ensino de Ciências e Humanidades – Universidade Federal do Amazonas/AM; drikaluleal@hotmail.com.

[3] Doutorando em Educação – Christian Business School. Mestre em Ensino de Ciências e Humanidades – Universidade Federal do Amazonas/AM. luizclebson@hotmail.com.

[4] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School, título de doutora em educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas – UFAL; Neide-silva96@hotmail.com.

RESUMO: Esta pesquisa objetivou-se analisar as contribuições da Educação Física para a promoção da inclusão escolar, identificando os principais desafios enfrentados pelos professores e as estratégias que favorecem a participação efetiva de todos os estudantes nas atividades pedagógicas. A pesquisa foi desenvolvida por meio de uma abordagem qualitativa, utilizando a pesquisa bibliográfica como procedimento metodológico, fundamentada na análise de produções científicas relacionadas à Educação Física, inclusão escolar e práticas pedagógicas inclusivas. Os resultados evidenciaram que a Educação Física constitui um importante instrumento para o desenvolvimento da socialização, da cooperação e do respeito às diferenças, contribuindo significativamente para a construção de ambientes escolares mais inclusivos. Entretanto, foram identificados desafios relacionados à formação docente, à adaptação curricular e à disponibilidade de recursos adequados para atender às necessidades dos alunos. Conclui-se que a adoção de metodologias diversificadas, o planejamento inclusivo e a formação continuada dos professores são fatores essenciais para garantir uma participação mais ampla e significativa de todos os estudantes no contexto escolar.

Palavras-chave: Educação Física; Inclusão; Práticas pedagógicas.
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ATIVIDADES LÚDICAS COMO ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA PARA SUPERAÇÃO DE DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NO 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO NA ESCOLA JOSÉ SECUNDO DE MARIA

Timótio Henrique Silva [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Discente, CBS – Christian Business School.

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: O presente artigo analisa as contribuições das atividades lúdicas como estratégia pedagógica voltada à superação das dificuldades de aprendizagem no ciclo de alfabetização, especificamente em uma turma do 2º ano do Ensino Fundamental da Escola de Educação Básica José Secundo de Maria, no município de Itapipoca-CE. O estudo fundamenta-se em uma abordagem qualitativa descritiva do tipo estudo de caso. A coleta de dados transcorreu ao longo de quatro semanas nos meses de março e abril de 2026, por meio de observação participante registrada em diário de campo, entrevista semiestruturada com a professora regente e aplicação de duas oficinas pedagógicas focadas em leitura/escrita e raciocínio lógico-matemático. O suporte teórico apoia-se nas reflexões sobre ludicidade, aprendizagem e desenvolvimento psíquico formuladas por Vygotsky, Piaget, Luckesi, Kishimoto, Freire e Soares. Os resultados demonstram que a inserção intencional de jogos reduz a ansiedade dos discentes diante do erro, estimula a Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) pela mediação entre pares e eleva o engajamento nas tarefas escolares. Conclui-se que o brincar no contexto escolar constitui recurso didático indispensável para a consolidação da alfabetização e do letramento.

Palavras-chave: Ludicidade; Alfabetização; Dificuldades de Aprendizagem.
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BRINCAR E APRENDER: OS JOGOS COM REGRAS NO COTIDIANO DA EDUCAÇÃO INFANTIL

Rosa Maria da Silva Bento [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Discente, Christian Business School. rmsbento@hotmail.com.

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, professora orientadora da Christian Business School-CBS, rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Esse artigo buscou discutir a importância dos jogos com regras no cotidiano da Educação Infantil, destacando sua contribuição para o desenvolvimento integral das crianças e para a construção de aprendizagens significativas. A pesquisa fundamenta-se em revisão bibliográfica, com base em autores que discutem o papel do brincar e das interações no processo educativo, tais como Jean Piaget, Lev Vygotsky, Kishimoto e Brougère. Os estudos evidenciam que os jogos com regras possibilitam às crianças compreender normas, respeitar combinados, desenvolver estratégias, solucionar problemas e exercer a cooperação e a autonomia. Os jogos constituem recursos pedagógicos que articulam aprendizagem e ludicidade, tornando o ambiente educativo mais significativo e acolhedor. Conclui-se que a inserção planejada e intencional dos jogos com regras no cotidiano escolar amplia as oportunidades de aprendizagem e favorece o desenvolvimento integral das crianças.

Palavras-chave: Educação Infantil; Brincar; Jogos com regras.
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“RETIRAR A PRÓPRIA VOZ PARA QUE A VOZ DA CRIANÇA APAREÇA”: MEDIAÇÃO DOCENTE E AUTONOMIA NOS ANOS INICIAIS À LUZ DE EDITH STEIN

Erica Karine Amorim Norbutas [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Mestranda da Christian Business School – CBS. E-mail: karinenorbutas@gmail.com. ORCID: 0009-0006-3436-6985.

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: Este artigo discute a relação entre mediação docente e desenvolvimento progressivo da autonomia da criança nos anos iniciais do Ensino Fundamental, em diálogo com a antropologia filosófica e a concepção de formação de Edith Stein. O objetivo é compreender como o educador pode orientar, ensinar e oferecer apoios sem substituir a atividade própria do educando. Trata-se de pesquisa teórica, bibliográfica e qualitativa, articulada a episódios da prática pedagógica de uma turma de 2º ano de escola pública municipal. Os episódios são utilizados como campo de aproximação e problematização, sem pretensão de comprovação experimental ou generalização. A análise concentra-se em situações de leitura, correção coletiva, alfabetização, Matemática, duplas produtivas e preparação de um jogral, no qual a professora retirou progressivamente sua própria voz à medida que as crianças passaram a sustentar a leitura. Sustenta-se que a autonomia não equivale à ausência do educador ou à realização isolada de tarefas, mas à participação progressivamente mais ativa da criança em sua aprendizagem. Conclui-se que a mediação formativa deve abrir espaço crescente à atividade própria do educando, preservando simultaneamente direção pedagógica, singularidade e liberdade.

Palavras-chave: Edith Stein; Mediação docente; Autonomia.
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