EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E AS POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS

CÉLIA TOLEDO VIEIRA [1]

[1] Mestra em. Ciências da Educação, Christian Business School


RESUMO: Diante das mudanças ocorridas no mundo, até mesmo pelo seu caráter dinâmico, a tecnologia passou a ocupar um importante espaço dentro da sociedade. Tem um papel fundamental no desenvolvimento das relações sociais estando presente na maioria de nossas atividades do cotidiano. Percebe-se, que cada vez mais, crianças antes de serem alfabetizadas conseguem manusear os aparelhos eletrônicos, computadores, tablets, androides, atitudes que são vistas como positivas pelos pais, no entanto, pode se tornar uma ferramenta de aprendizagem duvidosa e perigosa para as crianças. As crianças passaram a ter preferências por brinquedos e jogos eletrônicos e frequentarem espaços destinados a proporcionar lazer com esses objetos específicos. Nessa perspectiva, esta pesquisa buscou entender em que medida a mídia influência nas escolhas de brinquedos das crianças? Quais efeitos os jogos e brinquedos eletrônicos proporcionam no brincar, considerando a saúde física dos menores e sua relação social com outras crianças? O tema em discussão permitiu analisar e refletir sobre as atitudes e decisões tomadas diante as escolhas e comportamento das crianças. O brincar, mais que um ato de lazer é direito assegurado às crianças e quando retirado esse momento do cotidiano pode ocasionar consequências quanto no seu desenvolvimento físico, quanto na questão do desenvolvimento da sociabilidade. Porém, o mundo digital tem levado crianças a perderem o contato com os grupos sociais e se afastarem cada vez mais da interação social, fator este de importância para viver bem em sociedade. Não há como negar que as crianças expostas ao uso das tecnologias, por vezes, tendem a ser mais desenvolvidas diante do acesso as diversas fontes nas redes sociais, sendo assim é preciso orientação quanto à sua utilização para que sirva como mecanismo no processo de desenvolvimento da aprendizagem. Entretanto, além dos impactos no seu desenvolvimento, notam-se influências negativas e tem causado impactos no processo da leitura e da escrita. Esta monografia utilizou-se da pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa, classificada como pesquisa exploratória. O resultado da pesquisa proporcionou compreender o quão pode ser importante a utilização da tecnologia na Educação Infantil desde que feito sob planejamento e supervisão de pais e professores e ainda deve-se dar o devido incentivo às práticas lúdicas na escola para que por meio da interação desenvolva-se o processo de aprendizagem.

Palavras-chave: Brincar. Educação. Jogos. Ludicidade. Tecnologia. 


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INCLUSÃO DE ALUNOS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAÇÃO E PRÁTICA PEDAGÓGICA DOS DOCENTES

FRANCISCA VANUZA CALIXTO DE OLIVEIRA [1]

[1] Mestra em. Ciências da Educação, Christian Business School


RESUMO: Esta dissertação investigou as práticas pedagógicas adotadas por docentes da Educação Infantil no processo de inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), com foco na formação docente, nas estratégias metodológicas e nos desafios enfrentados. A pesquisa foi desenvolvida em uma unidade escolar da rede pública municipal de Porto Velho – RO, com a participação de cinco professoras que atuam com alunos diagnosticados com TEA. A abordagem foi qualitativa, com delineamento exploratório-descritivo. Como instrumentos de coleta de dados, foram utilizados um questionário semiestruturado e entrevistas individuais. Os dados foram organizados e analisados por meio da técnica de análise de conteúdo, com base nos referenciais de Bardin. Os resultados revelaram fragilidades na formação inicial e continuada das participantes quanto à inclusão, bem como a ausência de suporte institucional, especialmente do Atendimento Educacional Especializado (AEE). Apesar das dificuldades, observou-se o uso de estratégias como rotinas visuais, materiais adaptados, atividades sensoriais e organização do espaço pedagógico, que demonstraram compromisso ético das docentes com a inclusão. Constatou-se, ainda, que as práticas pedagógicas inclusivas são marcadas pela criatividade e sensibilidade, embora careçam de planejamento sistemático e respaldo técnico. A pesquisa conclui que a efetivação da inclusão de crianças com TEA na Educação Infantil depende de formação docente consistente, apoio institucional e políticas públicas articuladas.

Palavras-chave: Educação Infantil. Transtorno do Espectro Autista. Educação Inclusiva. Formação Docente. Práticas Pedagógicas.


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