PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS NA ALFABETIZAÇÃO: ESTRATÉGIAS FÔNICAS PARA ESTUDANTES COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

Tatiane Fernanda de Souza Gomes Pimenta[1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

[1] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação, Christian Business School (CBS).
E-mail: tatianefernanda94@hotmail.com

[2]  Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Este artigo analisou as contribuições das práticas pedagógicas inclusivas e das estratégias fônicas para a alfabetização de estudantes com dificuldades de aprendizagem no 1º ano do Ensino Fundamental. O estudo partiu da compreensão de que a aprendizagem da leitura e da escrita ocorre de maneiras e em ritmos diferentes, exigindo intervenções planejadas, flexíveis e sensíveis às necessidades de cada criança. Metodologicamente, foi realizada uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, desenvolvida por meio de levantamento bibliográfico e análise documental. O referencial teórico abordou a alfabetização inclusiva, a consciência fonológica, as relações entre fonemas e grafemas, a ludicidade, a diversificação dos recursos pedagógicos e o acompanhamento contínuo da aprendizagem. Os resultados indicaram que jogos sonoros, letras móveis, imagens, músicas, parlendas, materiais concretos e atividades contextualizadas podem favorecer a compreensão do sistema alfabético. Também se verificou que as estratégias fônicas apresentam limitações quando utilizadas de forma mecânica, repetitiva ou isolada. Concluiu-se que essas práticas devem estar articuladas à leitura, à escrita, à oralidade e ao letramento, garantindo experiências significativas e oportunidades reais de aprendizagem para todos os estudantes.

Palavras-chave: Alfabetização inclusiva. Estratégias fônicas. Consciência fonológica. Dificuldades de aprendizagem. Práticas pedagógicas.


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O MÉTODO FÔNICO NA ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES NEURODIVERGENTES: POSSIBILIDADES E LIMITES PARA O DESENVOLVIMENTO DA CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

Tatiane Fernanda de Souza Gomes Pimenta[1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

[1] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação, Christian Business School (CBS).
E-mail: tatianefernanda94@hotmail.com

[2]  Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Este artigo analisou as possibilidades e os limites do método fônico como estratégia de intervenção pedagógica inclusiva para estudantes neurodivergentes e crianças com dificuldades de aprendizagem no 1º ano do Ensino Fundamental. O estudo discutiu a relação entre alfabetização, consciência fonológica, princípio alfabético e diferentes formas de aprender, considerando que a neurodiversidade exige práticas flexíveis e sensíveis às particularidades dos estudantes. Metodologicamente, foi realizada uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, fundamentada em levantamento bibliográfico e análise documental de produções científicas e documentos educacionais relacionados à alfabetização. Os resultados indicaram que o ensino explícito das correspondências entre fonemas e grafemas pode favorecer a consciência fonológica, a leitura e a escrita, especialmente entre crianças que apresentam dificuldades para compreender o funcionamento do sistema alfabético. Entretanto, verificou-se que o método fônico apresenta limitações quando utilizado de maneira rígida, mecânica ou isolada. Concluiu-se que sua aplicação deve ser articulada a atividades lúdicas, contextualizadas e diversificadas, envolvendo leitura de textos, produção escrita, jogos sonoros, recursos visuais e acompanhamento contínuo das aprendizagens.

Palavras-chave: Alfabetização. Neurodiversidade. Método fônico. Consciência fonológica. Dificuldades de aprendizagem.


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LUDICIDADE E MÉTODO FÔNICO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: ESTRATÉGIAS PARA FAVORECER A LEITURA E A ESCRITA DE ESTUDANTES COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

Ezequias Pereira Pimenta  [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


[1] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação, Christian Business School (CBS).
E-mail: ezequiaspereirapimenta@gmail.com

[2]  Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Este artigo analisou as contribuições da ludicidade e do método fônico para favorecer a leitura e a escrita de estudantes com dificuldades de aprendizagem em contextos de educação inclusiva. O estudo partiu da compreensão de que a alfabetização precisa considerar diferentes ritmos, formas de participação e necessidades pedagógicas, articulando ensino sistemático e experiências significativas de aprendizagem. Metodologicamente, realizou-se uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, desenvolvida por meio de levantamento bibliográfico e análise documental. O referencial teórico discutiu alfabetização inclusiva, consciência fonológica, ensino das relações entre fonemas e grafemas, atividades lúdicas, mediação docente e acessibilidade pedagógica. Os resultados indicaram que jogos, cantigas, rimas, letras móveis, imagens e desafios sonoros podem ampliar o envolvimento dos estudantes e contribuir para a compreensão do sistema de escrita alfabética. Também se verificou que essas estratégias apresentam limitações quando utilizadas de forma mecânica, repetitiva ou isolada. Concluiu-se que a articulação entre ludicidade e método fônico pode fortalecer a alfabetização inclusiva quando integrada à leitura, à produção escrita, à oralidade e ao acompanhamento contínuo das aprendizagens.

Palavras-chave: Ludicidade. Método fônico. Alfabetização inclusiva. Dificuldades de aprendizagem. Leitura e escrita.


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JOGOS PEDAGÓGICOS FÔNICOS E ALFABETIZAÇÃO INCLUSIVA: CONTRIBUIÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DA CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Ezequias Pereira Pimenta  [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


[1] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação, Christian Business School (CBS).
E-mail: ezequiaspereirapimenta@gmail.com

[2]  Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Este artigo analisou as contribuições dos jogos pedagógicos fônicos para o desenvolvimento da consciência fonológica e para a alfabetização inclusiva nos anos iniciais do Ensino Fundamental. O estudo partiu da compreensão de que as crianças aprendem em ritmos e de maneiras diferentes, tornando necessário o uso de estratégias diversificadas, acessíveis e articuladas às práticas de leitura e escrita. Metodologicamente, foi realizada uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, desenvolvida por meio de levantamento bibliográfico e análise documental. O referencial teórico abordou a alfabetização inclusiva, a ludicidade, a consciência fonológica, a mediação docente e a adaptação dos recursos pedagógicos. Os resultados indicaram que jogos com rimas, sílabas, fonemas, imagens e letras móveis podem favorecer a percepção dos sons da fala, a compreensão do sistema alfabético e a participação dos estudantes. Também se verificou que esses recursos apresentam limitações quando utilizados sem planejamento, de forma repetitiva ou afastados de situações significativas de leitura e produção escrita. Concluiu-se que os jogos fônicos podem fortalecer a alfabetização inclusiva quando associados à intencionalidade pedagógica, à acessibilidade, ao acompanhamento contínuo e ao respeito às diferentes formas de aprender.

Palavras-chave: Jogos pedagógicos. Consciência fonológica. Alfabetização inclusiva. Método fônico. Anos iniciais.


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