ORIENTAÇÃO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA E CANCELAMENTOS CIRÚRGICOS: SUSPENSÃO DE FÁRMACOS ANTIDIABÉTICOS E ANTICOAGULANTES 

Gustavo Almeida Jacinto do Nascimento  [1]
Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1]Gustavo Almeida Jacinto do Nascimento  Mestrando em Saúde Pública Cristian Business School, 
[2] Phd, Orientadora Christian Business School

RESUMO: Muitos dos cancelamentos de cirurgias estão diretamente associados com o controle inadequado da glicemia, o uso incorreto de anticoagulantes e a falta de orientações durante o preparo pré-operatório. O estudo presente buscou analisar a Atenção Primária à Saúde (APS) na orientação em relação a suspensão programada desses medicamentos antes de procedimentos cirúrgicos eletivos, porque as causas evitáveis continuam sendo um problema frequente nos serviços de saúde. Os resultados mostram que o no caso de acompanhamento realizado pela Atenção Primária, ou até mesmo junto com as ações de educação em saúde, contribui para um preparo cirúrgico muito mais seguro. A comunicação entre a APS e os serviços hospitalares ainda apresenta certas falhas que acaba então dificultando a continuidade do cuidado. A pesquisa adotou a abordagem qualitativa, baseada na revisão bibliográfica sobre segurança do paciente, manejo perioperatório e os fatores relacionados à suspensão das cirurgias. Esses achados apresentados demonstram a importância de fortalecer a atuação da APS para logo reduzir esses cancelamentos e aumentar a segurança do paciente nesse período.

Palavras-chave:  Atenção Primária à Saúde; Cancelamento cirúrgico; Anticoagulantes

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DESERTO FORMATIVO DIGITAL E A LACUNA NA CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA DOCENTE EM REGIÕES PERIFÉRICAS: UMA ANÁLISE TEÓRICA

Sóstenes do Nascimento Silva[1]
Laís Pereira Viana Lopes[2]
Sandra Maria Daveli Sampaio3
Aliana Daveli de Oliveira4
Orientadora: Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva5


[1] Graduado em Gestão em Tecnologia da Informação pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Gestão Pública pela Universidade Candido Mendes. Mestrando em Ciencias da Educação pela Cristian Business School. E-mail : sossilva@gmail.com. 
[2] Graduada em Pedagogia pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Atendimento Educacional Especializado e Educação Especial e Neuropiscopedagogia clínica e Institucional. Mestranda em Ciencias da Educação pela Cristian Business School. E-mail : lais87497@gmail.com.
3 Graduada em Pedagogia pelo Centro Universitário-Faveni. Especialista em Pedagogia Empresarial,Educação Especial e Inclusiva.Mestranda em ciências  da Educação  pela Cristian Business School. E-mail : sandra.sampaio@edu.mt.gov.br.
4 Graduada em Pedagogia pela Faculdade de Educação de Tangará da Serra – UNISERRA. Especialista em AEE – Atendimento Educacional Especializado e Salas de Recursos Multifuncionais. Mestranda em Ciências da Educação pela Cristian Business School. E-mail : daveli12aliana@hotmail.com.
5 Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.

RESUMO: Este artigo buscou analisar como o letramento digital e a chegada dos modelos híbridos de ensino têm mexido com o cotidiano da docência, sem perder de vista o peso das desigualdades socioeconômicas nesse processo. O que se pretende aqui é entender de que maneira a habilidade individual com as tecnologias acaba ditando se o professor vai abraçar ou resistir ao uso das TICs no ambiente universitário. Para dar conta dessa discussão, optou-se por uma pesquisa bibliográfica exploratória, com uma pegada qualitativa e narrativa, mergulhando na análise crítica do que tem sido publicado em periódicos e portais acadêmicos sobre o assunto. Os principais achados revelam uma correlação direta e inversamente proporcional entre o letramento digital e a resistência docente, evidenciando que o déficit formativo gera ansiedade e distanciamento tecnológico. Identificou-se que a hibridização, embora permita a personalização de ritmos, pode agravar desigualdades em contextos periféricos desprovidos de mediação social. Conclui-se que a formação docente, centrada no letramento como prática social e ideológica, é o fator central para o sucesso da hibridização e para a promoção da equidade educacional, superando o fenômeno do deserto formativo digital mediante uma intencionalidade pedagógica robusta e crítica.

Palavras-chave:  Letramento Digital; Ensino Híbrido; Formação Docente; Deserto Formativo; Equidade Educacional.

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