FAMÍLIA, SOCIEDADE E ESCOLA: DESAFIOS DA PARCERIA NO PROCESSO EDUCATIVO

Pamela Kawanaka dos Santos [1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Discente, Christian Business School-CBS. E-mail: pamelakawanaka@gmail.com.

[2] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: Esse artigo buscou abordar a relação entre família, escola e sociedade, que apesar de ocupar lugar importante no processo educativo, continua marcada por tensões, expectativas distintas e condições desiguais de participação. Este artigo discute esses desafios a partir de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter exploratório-descritivo, sustentada por estudos nacionais e internacionais sobre envolvimento familiar, desigualdades educacionais, diversidade das configurações familiares, comunicação e gestão democrática. A análise mostrou que a aproximação entre família e escola não pode ser medida apenas pela presença dos responsáveis em reuniões ou atividades institucionais, pois o acompanhamento também se manifesta em práticas cotidianas realizadas fora da escola. Os estudos examinados revelam ainda que diferenças sociais, culturais e institucionais interferem nas possibilidades de participação e na forma como esse envolvimento é reconhecido. Outro aspecto recorrente diz respeito à qualidade da comunicação e à abertura efetiva dos espaços de decisão. A parceria tende a se fortalecer quando há diálogo, reconhecimento da diversidade familiar, clareza de responsabilidades e condições mais acessíveis de participação. Desse modo, a relação entre família, sociedade e escola precisa ser compreendida como uma construção compartilhada, e não como responsabilidade isolada de uma das partes.

Palavras-chave: relação família-escola; envolvimento familiar; participação social; processo educativo; gestão democrática.
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AVALIAÇÃO FORMATIVA E AVALIAÇÃO SOMATIVA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: CONCEPÇÕES, PRÁTICAS, DESAFIOS E POTENCIALIDADES

Nanci dos Santos Amabili [1]

Ana Maria Soares Gonçalves [2]

Regina Paula de Souza Freitas Sanches [3]

Rosangela Zavan Firmiano [4]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [5]


[1] Discente, CBS – Christian Business School.

[2] Discente, CBS – Christian Business School.

[3] Discente, CBS – Christian Business School.

[4] Discente, CBS – Christian Business School.

[5] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: Este artigo tem por objetivo analisar, por meio de pesquisa bibliográfica, as concepções, as práticas, os desafios e as potencialidades da avaliação formativa e da avaliação somativa no contexto da educação básica brasileira. Parte-se do pressuposto de que avaliar é, antes de tudo, um ato de compreender para intervir, e não apenas de medir e classificar. Para tanto, foi construído um corpus de seis produções científicas nacionais e internacionais, publicadas entre 2008 e 2026, que discutem a avaliação da aprendizagem em diferentes etapas e componentes curriculares, do 1º ano do Ensino Fundamental ao ensino de Matemática. A pesquisa, de natureza qualitativa e caráter bibliográfico, foi orientada pelas contribuições teóricas de Luckesi, Hadji, Perrenoud, Hoffmann, Black e Wiliam, entre outros estudiosos da avaliação educacional. Os achados evidenciam que a avaliação somativa, quando utilizada de forma isolada e classificatória, tende a reforçar desigualdades e a reduzir o processo educativo a números; já a avaliação formativa, ao acompanhar continuamente o aluno, favorece a regulação do ensino e a aprendizagem significativa. Constata-se, contudo, que ambas as modalidades não são excludentes, mas complementares, e que sua articulação constitui um dos maiores desafios e também uma das maiores potencialidades da prática pedagógica contemporânea. Conclui-se que repensar a avaliação é, em última instância, repensar o próprio sentido de educar.

Palavras-chave: Avaliação formativa; Avaliação somativa; Aprendizagem; Prática pedagógica; Pesquisa bibliográfica.
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FORMAÇÃO NECESSÁRIA AO PROFESSOR PARA ATUAR COM ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS (NEE) NAS SALAS REGULARES DE ENSINO

Corina Delboni Lóss [1]

Célia Delboni [2]

Umberto Carlos Vicentino Junior [3]

Waldemar Vicentino Neto [4]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [5]


[1] Discente da Christian Business School. corinadeloss@hotmail.com. Pedagoga, Licenciatura em Pedagogia.

[2] Discente da Christian Business School. profaceliasardel@yahoo.com.br. Supervisora Escolar, Licenciatura em Pedagogia.

[3] Discente da Christian Business School. umbertocvicentino@gmail.com. Professor, Licenciatura em Letras, Português/Inglês.

[4] Discente da Christian Business School. waldemar.oficial27@gmail.com. Professor, Licenciatura em Letras, Português/Inglês.

[5] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.

RESUMO: Esse artigo buscou analisar até que ponto a formação do professor das salas regulares de ensino possibilita o desenvolvimento integral do aluno com necessidades educativas especiais, respeitando suas especificidades, garantindo seu aprendizado de acordo com seu ritmo, assim como abordar sobre a preparação da escola, que, apesar das inserções nessa área, deverá passar por uma reconstrução no processo ensino-aprendizagem, efetivando-se como ambiente acolhedor no qual a diferença faça parte de um processo mais amplo: a inclusão. A discussão abordou a trajetória da educação especial inclusiva, seus marcos legais, a formação docente e a necessidade de práticas pedagógicas diferenciadas. Adotou-se pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa, fundamentada em Sacristán, Mantoan e Perrenoud, entre outros autores. Sacristán fundamenta a valorização da diversidade no contexto educativo; Mantoan destaca a transformação da escola como condição para a inclusão; e Perrenoud ressalta o desenvolvimento de competências docentes para atender às diferentes necessidades de aprendizagem. Conclui-se que a inclusão exige compromisso dos educadores e da escola com a aprendizagem, o respeito à diversidade e a garantia de participação, autonomia e igualdade de oportunidades.

Palavras-chave: Formação de professores. Inclusão. Necessidades Educativas Especiais.
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