Camila Cristina Reis da Silva[1],
Marina Flaminio Reche[2],
Nilza Freires Inson[3]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva[4]
[1]Discente Christian Business School camilareis4@yahoo.com.br.
[2] Discente, Marina Flaminio Reche. marinareche07@gmail.com
[3] Discente, Nilza Freires Inson. nilza.inson@gmail.com
[2] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.
RESUMO:Este artigo teve como objetivo analisar as contribuições e os desafios da inserção da neurociência na formação de professores, destacando seus impactos na prática docente e nos processos de aprendizagem. Para isso, foi realizada uma revisão de literatura de caráter teórico e exploratório, com base em publicações científicas nacionais e internacionais dos últimos anos, selecionadas em bases como SciELO, Scopus e Google Scholar. A metodologia consistiu na análise crítica de artigos, livros e documentos que tratam da interface entre neurociência, cognição e educação, com foco na formação inicial e continuada de professores. Os resultados apontam que, apesar do crescente interesse por parte da comunidade educacional, a integração efetiva da neurociência na formação docente ainda é incipiente e frequentemente marcada por abordagens fragmentadas ou tecnicistas. Além disso, destaca-se a necessidade de combater os chamados neuromitos e promover uma formação que articule, de forma crítica e interdisciplinar, os conhecimentos neurocientíficos com os saberes pedagógicos. A conclusão reforça que a neurociência, quando inserida com intencionalidade, criticidade e sensibilidade à complexidade do contexto educacional, pode enriquecer significativamente a prática pedagógica, promovendo ambientes de aprendizagem mais eficazes, inclusivos e humanizados, capazes de responder às demandas da contemporaneidade.
Palavras-chave: Neurociência; formação de professores; prática pedagógica.


