GAMIFICAÇÃO NO ENSINO DE ARQUIVOLOGIA: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E INOVAÇÃO DIDÁTICA

Erlani Diogo De Jesus [1]
Hellinton Staevie dos Santos [2]
Rozineide Iraci Pereira da Silva [3]

[1] Doutoranda em Ciências da Educação, Christian Business School (CBS)
[2] Mestre em Tecnologias Emergentes na Educação pela MUST University. hellinton.staevie@gmail.com.

[3] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo buscou analisar o impacto da gamificação no ensino superior de Arquivologia, alinhando o rigor técnico às demandas por inovação didática das legislações educacionais. Metodologicamente, realiza-se uma pesquisa bibliográfica qualitativa com levantamento na Base de Dados em Ciência da Informação (BRAPCI). Os resultados apontam escassez de literatura na área, destacando o ineditismo do estudo. O debate teórico demonstra que mecânicas de jogos potencializam a fixação de conceitos complexos (como temporalidade e ciclo vital) e preparam o discente para a difusão da informação. Conclui-se que a ludicidade estruturada é uma metodologia ativa viável e eficaz para a autonomia curricular.

Palavras-chave: Gamificação. Ensino de Arquivologia. Metodologias Ativas. 

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FORMAÇÃO DOCENTE E ALFABETIZAÇÃO: CONTRIBUIÇÕES DO LETRAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

Mariana de Fátima Ferreira[1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]

[1]Mestranda em Educação, Christian Business School (CBS)

[2] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo teve como objetivo analisar a formação docente e a alfabetização, destacando as contribuições do letramento para o desenvolvimento das práticas pedagógicas nos anos iniciais do Ensino Fundamental. O estudo parte da compreensão de que alfabetizar não se limita ao ensino de letras, sílabas e palavras, mas envolve a criação de situações em que a criança compreenda a leitura e a escrita como práticas sociais presentes em seu cotidiano. A pesquisa foi desenvolvida por meio de abordagem qualitativa e bibliográfica, fundamentada em estudos sobre formação de professores, alfabetização, letramento e práticas pedagógicas. Os resultados apontaram que a formação docente é essencial para que o professor alfabetizador atue com planejamento, sensibilidade e intencionalidade. Também se observou que o letramento contribui para tornar a alfabetização mais significativa, ao aproximar o ensino da escrita de textos reais, gêneros diversos, leitura compartilhada e produção textual. Conclui-se que práticas pedagógicas orientadas pelo letramento favorecem aprendizagens mais participativas, contextualizadas e inclusivas.

Palavras-chave: Formação docente. Alfabetização. Letramento. Práticas pedagógicas. Anos iniciais.

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ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NA PRÁTICA DOCENTE: DESAFIOS E ESTRATÉGIAS PARA A APRENDIZAGEM NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Mariana de Fátima Ferreira[1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]

[1]Mestranda em Educação, Christian Business School (CBS)

[2] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo teve como objetivo analisar a alfabetização e o letramento na prática docente, destacando os principais desafios e estratégias para a aprendizagem nos anos iniciais do Ensino Fundamental. O estudo partiu da compreensão de que alfabetizar não significa apenas ensinar letras, sílabas e palavras, mas possibilitar que a criança compreenda a leitura e a escrita como práticas sociais presentes em seu cotidiano. A pesquisa foi desenvolvida por meio de abordagem qualitativa e bibliográfica, fundamentada em estudos teóricos sobre alfabetização, letramento, prática docente e aprendizagem escolar. Os resultados apontaram que a alfabetização e o letramento precisam caminhar juntos, pois a aprendizagem se torna mais significativa quando o professor articula o ensino sistemático da escrita com situações reais de uso da linguagem. Também se observou que a heterogeneidade das turmas, as dificuldades de aprendizagem e a falta de recursos pedagógicos são desafios recorrentes. Conclui-se que práticas diversificadas, como leitura compartilhada, produção textual, jogos pedagógicos e uso de diferentes gêneros textuais, contribuem para uma aprendizagem mais participativa, inclusiva e significativa.

Palavras-chave: Alfabetização. Letramento. Prática docente. Anos iniciais. Aprendizagem.

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PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E ESTRATÉGIAS DOCENTES PARA PROMOVER A INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA EM TURMAS REGULARES DOS ANOS INICIAIS

Daniela Luciana Paiffer Mascarenhas [1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1]Mestranda em Educação, Christian Business School (CBS). E-mail: dmascarenhas@sedu.sorocaba.sp.gov.br;

[2] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo analisou práticas pedagógicas e estratégias docentes capazes de promover a inclusão de alunos com deficiência em turmas regulares dos anos iniciais do Ensino Fundamental. O estudo partiu da compreensão de que a inclusão escolar não se limita à matrícula ou à presença física do estudante, mas envolve sua participação nas atividades, o acesso ao currículo, a interação com os colegas e o desenvolvimento da aprendizagem. Metodologicamente, realizou-se uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, fundamentada em levantamento bibliográfico e análise documental de legislações, políticas educacionais e produções científicas relacionadas à educação inclusiva. O referencial teórico discutiu o planejamento pedagógico inclusivo, o Desenho Universal para a Aprendizagem, a flexibilização curricular, a avaliação inclusiva, o Atendimento Educacional Especializado e o trabalho colaborativo. Os resultados indicaram que a diversificação das estratégias, o uso de recursos acessíveis, a avaliação processual e o planejamento compartilhado ampliam as possibilidades de participação e aprendizagem. Concluiu-se que a inclusão depende da articulação entre formação docente, apoio institucional, acessibilidade, colaboração entre profissionais e práticas pedagógicas sensíveis às diferentes formas de aprender.

Palavras-chave: Educação inclusiva. Práticas pedagógicas. Estratégias docentes. Alunos com deficiência. Anos iniciais. 

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OS DESAFIOS DO TRABALHO DOCENTE NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: ENTRE AS NECESSIDADES DOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA E AS DEMANDAS DA TURMA REGULAR

Daniela Luciana Paiffer Mascarenhas [1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1]Mestranda em Educação, Christian Business School (CBS). E-mail: dmascarenhas@sedu.sorocaba.sp.gov.br;

[2] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo analisou os desafios enfrentados pelos professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental para atender alunos com deficiência e, simultaneamente, garantir a participação e a aprendizagem dos demais estudantes da turma regular. O estudo partiu da compreensão de que a educação inclusiva não se limita à matrícula do estudante com deficiência, pois exige condições pedagógicas, estruturais e institucionais que favoreçam seu desenvolvimento. Metodologicamente, foi realizada uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, desenvolvida por meio de levantamento bibliográfico e análise documental das políticas brasileiras de educação inclusiva. A discussão teórica abordou os fundamentos legais da inclusão escolar, o trabalho docente, a formação de professores, o planejamento pedagógico, o Atendimento Educacional Especializado e a importância do trabalho colaborativo. Os resultados indicaram que os principais desafios estão relacionados à distância entre as garantias legais e a realidade das escolas, às turmas numerosas, à falta de recursos, às lacunas na formação docente, ao pouco tempo para planejamento e à fragilidade da articulação entre os profissionais. Concluiu-se que a inclusão escolar precisa ser assumida como responsabilidade coletiva, com formação continuada, acessibilidade, apoio institucional, planejamento compartilhado e práticas pedagógicas flexíveis.

Palavras-chave: Educação inclusiva. Trabalho docente. Alunos com deficiência. Anos iniciais. Políticas de inclusão.

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DESAFIOS E PERSPECTIVAS DA IMPLANTAÇÃO DOS SISTEMAS DE CONTROLE INTERNO NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: UMA ANÁLISE BIBLIOGRÁFICA E DOCUMENTAL

Eliezer Silva Pais[1]

Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1]Autor: Eliezer Silva PaísE-mail: eliezer.pais@gmail.com, graduado em direito pela Universidade: FAAR– Faculdades Associadas de Ariquemes, mestrando Christian Business School-França
2 Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874, e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com

RESUMO: Este artigo buscou analisar os principais desafios e as perspectivas relacionados à implantação dos Sistemas de Controle Interno nos municípios brasileiros. A pesquisa foi desenvolvida por meio de abordagem qualitativa, de natureza bibliográfica e documental, com caráter exploratório e descritivo. Foram analisados artigos científicos, legislações e documentos institucionais relacionados ao controle interno municipal, à governança pública, à transparência, à gestão de riscos e à responsabilidade fiscal. Os resultados demonstraram que a criação formal das unidades de controle não garante seu funcionamento efetivo, sobretudo quando existem limitações de pessoal, ausência de autonomia técnica, insuficiência de capacitação e resistência institucional. Também se verificou que a atuação preventiva, o planejamento das atividades, o monitoramento das recomendações e a utilização de critérios de risco podem ampliar a contribuição dessas estruturas para a gestão municipal. Concluiu-se que o fortalecimento dos Sistemas de Controle Interno depende de apoio da alta administração, qualificação profissional, definição de responsabilidades e integração com os processos de governança, contribuindo para maior eficiência, transparência e adequada aplicação dos recursos públicos

Palavras-chave: Controle interno. Administração municipal. Governança pública.


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LA RESPONSABILITÉ PÉNALE DES PERSONNES MORALES : UNE ÉTUDE COMPARÉE DES CADRES JURIDIQUES FRANÇAIS ET BRÉSILIEN

Luana Aparecida de Abreu Ferraz [1]

Olivier Cahn [2]


[1] Luana Aparecida de Abreu Ferraz. Mestra em Direito (Master en Droit, Économie, Gestion – Mention Droit Pénal et Sciences Criminelles, Parcours Droit Pénal International et Comparé) pela Université Paris Nanterre – Paris X, França (2025). Bacharela em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2021)


[2] Olivier Cahn Professeur de droit pénal Co-directeur du Master Droit pénal international et comparé
CDPC (EA 3982) / CESDIP (CNRS-UMR 8183)


REMERCIEMENTS:

Je tiens tout d’abord à exprimer ma profonde gratitude à ma professeure et directrice de mémoire, Mme. Julie Alix, pour la rigueur intellectuelle, le professionnalisme et la bienveillance dont elle a toujours fait preuve à mon égard.

Je remercie ma douce maman, Luiza, qui a été ma première admiratrice, mon modèle de courage et de persévérance. C’est grâce à toi que j’ai trouvé la force d’aller jusqu’au bout, que j’ai été soutenue lorsque j’ai faibli, et que j’ai toujours eu un lieu sûr où revenir. Ce mémoire incarne l’effort que tu as consenti pour me maintenir en France. Aucun mot ne saurait exprimer pleinement toute ma gratitude pour le confort physique et émotionnel que tu m’as offert au fil de ces années. Ce mémoire est la fin de cette «saudade » qui a habité nos cœurs pendant trois longues années. C’est aussi ma manière de te dire que cela en valait la peine. Àmon cher père, José, qui n’a pas eu l’occasion de connaître l’Europe de son vivant, mais qui, à travers moi, y est désormais présent. À lui qui a tant insisté et investi dans mon éducation, qui m’a appris la valeur du savoir. J’espère qu’un plan spirituel existe et qu’il lui permette de voir jusqu’où sa fille est allée, et que son amour a été mon moteur dans chaque étape de ma vie, même lorsqu’il n’était plus là physiquement. Qu’il sache que je le porte toujours avec moi : dans mon cœur, dans mes gestes etdans mon nom. Si, enfant, il n’avait pas été celui qui me conduisait à l’école chaque jour, je ne serais certainement pas ici aujourd’hui, en train d’achever mon Master.

À mes frères et sœurs, à mes neveux et nièces, qui participent chaque jour, directement ou indirectement, à ce que je suis devenue. Que je sois la première de notre famille à franchir les frontières ne signifie pas que je serai la dernière. À chaque fois que je vais un peu plus loin, je vous emporte avec moi et j’ouvre des chemins qui, autrefois, nous semblaient inexistants. Àprésent, ils sont là pour vous aussi. J’ai réalisé mon rêve, et je souhaite de tout cœur que chacun de vous réalise le sien. Je feraitout ce qui est en mon pouvoir pour vous y aider, comme vous l’avez fait pour moi. À mes amis du Brésil et de la France — certains physiquement présents, d’autres toujours là malgré la distance. Vous avez été essentiels pour alléger mon quotidiendurant ces deux années de Master. Votre présence, vos mots, vos gestes d’affection ont apporté chaleur et équilibre à cette traversée.

Enfin, et non des moindres, à mon Mar. Je suis venue en France chercher un diplôme de Master, mais cette aventure m’a offert bien plus que je n’espérais : elle m’a offert le grand amour de ma vie. À toi, mon amour, je dis merci pour ta patience et tacompréhension face à mes journées difficiles pendant la rédaction de ce mémoire, pour chaque petite attention qui a mis del’amour dans mes journées, et pour ta précieuse participation à la relecture de ce travail. Malgré la fatigue de tes journées déjà bien remplies, tu as trouvé le temps pour cela. Merci de m’avoir offert ton soutien. Ce mémoire est aussi pour notre avenir. Merci de m’avoir accompagnée, d’avoir, avec moi, renoncé à des moments de qualité pour consacrer ce que nous avons de plus précieux à ce mémoire : notre temps.


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