PROGRAMA FORMATIVO PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONSTRUÇÃO, IMPLEMENTAÇÃO E CONTRIBUIÇÕES PARA A QUALIFICAÇÃO DO BRINCAR COMO PRÁTICA EDUCATIVA

Gisele Adriane Simão Calixto[1]
Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


 [1] Discente Mestrado em Ciências da Educação – Christian Business School
 [2] PhD, Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação, Especialista em Escrita Avançada, Psicopedagoga, Pedagoga, Professora e Orientadora da Christian Business School – CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com

RESUMO: Este artigo apresenta e discute um programa formativo direcionado a professores da Educação Infantil, com foco na qualificação do brincar como prática educativa. O objetivo foi descrever a construção e a implementação do programa e identificar, a partir dos registros produzidos no percurso, contribuições para o planejamento, a organização do ambiente e a mediação docente nas brincadeiras. O estudo foi desenvolvido por meio de abordagem qualitativa, articulando revisão bibliográfica narrativa e análise documental de materiais do processo formativo, como planejamentos, roteiros de encontros, sínteses coletivas e registros pedagógicos. Os resultados evidenciaram maior presença do brincar e das interações nos planejamentos, com linguagem mais alinhada aos direitos de aprendizagem e aos campos de experiência, além de registros de reorganização de espaços, detalhamento de materiais e ajustes no tempo destinado às brincadeiras. Observou-se também aumento de registros de observação e maior uso da documentação pedagógica como base para retomadas e replanejamento. Conclui-se que o programa formativo contribuiu para qualificar o brincar no cotidiano escolar, fortalecendo práticas menos escolarizantes e mais coerentes com a identidade da Educação Infantil.

Palavras-chave: Formação continuada. Educação Infantil. Brincar.DOWNLOAD EM PDF (AQUI)

FORMAÇÃO DOCENTE E O BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FUNDAMENTOS TEÓRICOS E IMPACTOS NAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

Gisele Adriane Simão Calixto[1]
Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


 [1] Discente Mestrado em Ciências da Educação – Christian Business School
 [2] PhD, Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação, Especialista em Escrita Avançada, Psicopedagoga, Pedagoga, Professora e Orientadora da Christian Business School – CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com

RESUMO: Este artigo analisa a relação entre formação docente e brincar na Educação Infantil, destacando fundamentos teóricos que sustentam o lúdico como eixo do desenvolvimento e da aprendizagem das crianças e discutindo impactos desse entendimento no cotidiano pedagógico. Trata-se de uma revisão bibliográfica narrativa, com leitura e interpretação de produções acadêmicas e documentos orientadores da área, buscando compreender como a mediação do professor, a organização dos tempos e espaços e a intencionalidade educativa influenciam a qualidade das experiências de brincadeira na escola. Os resultados indicam que o brincar ganha potência quando é planejado como direito e linguagem da infância, com ambientes ricos, materiais abertos, escuta das crianças e intervenções pontuais do professor, evitando práticas escolarizantes e dirigidas que esvaziam a autoria infantil. Evidencia-se, ainda, que processos formativos que valorizam observação, registro e reflexão coletiva contribuem para práticas mais coerentes com a identidade da Educação Infantil e com a construção de aprendizagens significativas. Conclui-se que investir na formação docente para o brincar fortalece um currículo mais humano, inclusivo e alinhado às necessidades reais das crianças.

Palavras-chave: Formação docente. Brincar. Educação Infantil.

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VÍNCULOS AFETIVOS E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONTRIBUIÇÕES DAS RELAÇÕES SOCIOEMOCIONAIS PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL

Carmem Maria de Souza Rodrigues[1]
Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


 [1] Discente Mestrado em Ciências da Educação – Christian Business School
 [2] PhD, Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação, Especialista em Escrita Avançada, Psicopedagoga, Pedagoga, Professora e Orientadora da Christian Business School – CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com

RESUMO: Esse artigo buscou analisar as contribuições dos vínculos afetivos e das relações socioemocionais para o desenvolvimento infantil e para a aprendizagem na Educação Infantil. O estudo foi desenvolvido por meio de pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa, com base na análise de livros, artigos científicos e documentos oficiais que discutem a afetividade, o desenvolvimento infantil, a relação professor-criança e as práticas pedagógicas na primeira infância. Os resultados encontrados indicaram que os vínculos afetivos estão presentes em diferentes momentos da rotina escolar, como acolhimento, brincadeiras, cuidado, escuta, mediação de conflitos e organização das experiências pedagógicas. Observou-se também que as relações socioemocionais favorecem a segurança emocional, a autonomia, a linguagem, a socialização e a participação da criança nas atividades educativas. Conclui-se que a afetividade não deve ser compreendida apenas como demonstração de carinho, mas como dimensão essencial da prática pedagógica, pois contribui para uma Educação Infantil mais acolhedora, humanizada e comprometida com o desenvolvimento integral da criança.

Palavras-chave: Afetividade. Educação Infantil. Desenvolvimento Infantil.

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O PAPEL DAS PRÁTICAS DE ENSINO BEM-SUCEDIDAS NA MOTIVAÇÃO DE ALUNOS DE INGLÊS COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA

Ana Carolina Serrão Gama [1]
Dra. Sandra Milena Camelo Pinilla


[1] Mestra em Linguística Aplicada ao Ensino da Língua Inglesa como Língua Estrangeira pela Universidad Europea del Atlántico. E-mail: carolinavedder@gmail.com.
[2] Phd, Orientadora

RESUMO: O ensino da Língua Inglesa possui significativa relevância no contexto educacional contemporâneo, especialmente diante das transformações sociais, tecnológicas e culturais que exigem maior interação com diferentes formas de comunicação global. Entretanto, muitos estudantes ainda demonstram desinteresse pelas aulas em razão da utilização de metodologias tradicionais e pouco contextualizadas. Nesse sentido, o presente estudo teve como objetivo analisar de que maneira práticas pedagógicas exitosas podem enriquecer as aulas de Língua Inglesa e despertar o interesse dos alunos pelo aprendizado do idioma. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, desenvolvida por meio de revisão bibliográfica, utilizando artigos científicos, trabalhos acadêmicos e sites especializados na área da educação e do ensino de línguas estrangeiras. Os resultados evidenciaram que metodologias participativas, associadas ao uso de recursos tecnológicos, músicas, jogos, filmes e práticas interativas, favorecem maior envolvimento discente, tornando o processo de aprendizagem mais significativo e dinâmico. Além disso, observou-se que práticas inovadoras contribuem para o fortalecimento da autonomia dos estudantes e para a construção de ambientes educacionais mais motivadores. Conclui-se que a adoção de estratégias pedagógicas diferenciadas representa importante alternativa para superar desafios presentes no ensino da Língua Inglesa e promover maior interesse e participação dos alunos no contexto escolar.

Palavras-chave: Ensino de Língua Inglesa. Práticas Pedagógicas. Aprendizagem Significativa.

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AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELAÇÕES EMOCIONAIS E DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM NA PRIMEIRA INFÂNCIA

Carmem Maria de Souza Rodrigues[1]
Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


 [1] Discente Mestrado em Ciências da Educação – Christian Business School
 [2] PhD, Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação, Especialista em Escrita Avançada, Psicopedagoga, Pedagoga, Professora e Orientadora da Christian Business School – CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com

RESUMO: Esse artigo buscou analisar a importância da afetividade na Educação Infantil, considerando suas relações com o desenvolvimento emocional e a aprendizagem na primeira infância. O estudo foi desenvolvido por meio de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa, com análise de livros, artigos científicos e documentos oficiais relacionados ao desenvolvimento infantil, às práticas pedagógicas, ao vínculo professor-criança e às experiências emocionais no contexto escolar. Os resultados encontrados indicaram que a afetividade está presente nas práticas de cuidado, nas brincadeiras, na escuta, no acolhimento e na mediação das relações, contribuindo para que a criança se sinta segura, participe com mais confiança e desenvolva autonomia no ambiente educativo. Também foi observado que as relações emocionais favorecem a socialização, a expressão dos sentimentos e o envolvimento da criança nas experiências de aprendizagem. Conclui-se que a afetividade não deve ser compreendida como algo separado da prática pedagógica, mas como uma dimensão essencial da Educação Infantil, pois fortalece vínculos, humaniza o processo educativo e contribui para o desenvolvimento integral da criança pequena.

Palavras-chave: Afetividade. Educação Infantil. Aprendizagem.

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