RIMANDO E APRENDENDO: A POESIA COMO FERRAMENTA DE ALFABETIZAÇÃO E SOCIALIZAÇÃO NA SALA MULTISSERIADA

Geane dos Santos Silva[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [2]


[1] Mestranda em Ciências da Educação pela Cristian Business School
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: O presente artigo, intitulado “Rimando e aprendendo: A poesia como ferramenta de alfabetização e socialização na sala multisseriada”, tem como objetivo analisar como a produção e exploração de poemas com rimas contribuem para o processo de alfabetização e para o desenvolvimento da socialização entre alunos de diferentes níveis de aprendizagem em uma turma multisseriada dos anos iniciais do Ensino Fundamental, em uma escola da zona rural de Cumaru-PE. O estudo é orientado pela seguinte questão norteadora: como o uso da poesia, enquanto prática pedagógica, contribui para o processo de alfabetização e letramento em uma sala multisseriada? A metodologia adotada fundamenta-se em uma abordagem qualitativa, com observação e acompanhamento das práticas desenvolvidas a partir do poema “A casa e seu dono”, de Elias José. As atividades incluíram roda de conversa, leitura expressiva da professora, leitura coletiva com acompanhamento individual, interpretação oral e escrita, organização de texto fatiado, identificação e associação de rimas, além de atividades em grupos colaborativos formados conforme os níveis de aprendizagem. A experiência foi finalizada com a música “A casa”, de Toquinho e Vinícius de Moraes. Os resultados evidenciaram avanços na consciência fonológica, ampliação do repertório linguístico e fortalecimento da interação social, demonstrando que a poesia potencializa um ensino inclusivo, significativo e prazeroso.

Palavras-chave: Alfabetização. Poesia. Turma Multisseriada. 

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INCLUSÃO ESCOLAR E DIVERSIDADE NO ENSINO FUNDAMENTAL I

Juliana Lubiano Nunes[1]

Janice Leite Silva Santos[2]
Jailson Gilson Nunes Soares[3]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [4]


Autores: Mestrandos do Curso de Mestrado em Ciências da Educação pela Cristian Business School
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: Este artigo discute a inclusão escolar e a diversidade no Ensino Fundamental I, articulando o direito à educação com as exigências de acessibilidade, participação e aprendizagem, bem como com a abordagem curricular das relações étnico-raciais e das diferenças culturais e de gênero. A partir de análise documental e bibliográfica, o texto sistematiza marcos legais e políticas educacionais brasileiras, em diálogo com referenciais internacionais e com propostas de gestão escolar orientadas para a remoção de barreiras. Os resultados apontam que a efetivação da inclusão depende de uma governança pedagógica capaz de alinhar currículo, avaliação e planejamento à heterogeneidade da turma, transformando a cultura escolar e qualificando as práticas de sala de aula. Indica-se, ainda, que a diversidade não deve ser tratada como tópico periférico, mas como eixo estruturante do projeto político-pedagógico, especialmente quando se considera a formação das crianças para a convivência democrática e o reconhecimento de identidades historicamente subalternizadas.

Palavras-chave: Inclusão Escolar. Diversidade. Ensino Fundamental I. 

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PANORAMA HISTÓRICO DO VOLEIBOL: DO SEU SURGIMENTO À ESPETACULARIZAÇÃO ESPORTIVA

Keli Caroline Dos Santos Lacerda[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [2]


[1] Mestranda em Ciências da Educação pela Cristian Business School
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: Neste trabalho procuramos fazer um resgate histórico do vôlei, tendo como objetivo analisar a relevância de certos acontecimentos históricos para esta modalidade bastante difundida e de grande aceitação e gosto popular no cenário contemporâneo brasileiro (e mundial). Em seu transcurso histórico, o voleibol passou por algumas adequações e reconfigurações, principalmente em relação à espetacularização esportiva, na tentativa de se tornar um esporte massificado e popularizado no Brasil. O voleibol, desde seu surgimento, passou por transformações históricas que contribuíram para sua popularização mundial. Ao longo do tempo, adaptações nas regras e a influência da mídia favoreceram sua espetacularização esportiva. No Brasil, o esporte consolidou-se como prática cultural relevante, articulando-se também com a Educação Física escolar e a formação esportiva. Assim, mesmo que de forma introdutória, procuramos pensar sobre esta temática relacionando às possíveis articulações com a formação inicial em Educação Física e as possibilidades deste componente curricular na escola, na relação esporte-mídia. 

Palavras-chave: Voleibol. Histórico. Espetacularização esportiva.

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O ENSINO DO VOLEIBOL NA ESCOLA EM FUNÇÃO DO RENDIMENTO ESPORTIVO DO ALUNO

Keli Caroline Dos Santos Lacerda[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [2]


[1] Mestranda em Ciências da Educação pela Cristian Business School
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: O ensino do voleibol no contexto escolar se notabiliza através das aulas de Educação Física, constatando que o professor deve ser o ponto de partida para o aprendizado do discente, assim como, nas outras disciplinas normativas, estabelecendo sempre critérios disciplinares, motores, cognitivos, didáticos, que são atribuídos nas aulas que podem ser permeadas a este processo, desenvolvendo o discente não apenas com as sistemáticas que a sala de aula prioriza, mas, fatores físicos e cognitivos que devem ser empregados na escola regular. A procura de metodologias de ensino e aprendizagem, terão que sustentar os elementos de fixação do discentes em relação ao emprego dos assuntos ligados ao voleibol e seus instrumentos de atenção para com os discentes. O objetivo do estudo propõe: Verificar como o ensino de voleibol na escola pode influencia no rendimento esportivo do aluno, a problemática que se estabelece no estudo é: De que forma o ensino de voleibol na escola pode influencia no rendimento esportivo do aluno? A metodologia aplicada no estudo se notabiliza através de uma revisão de literatura com aurores especialistas na temática em questão, os resultados esperados se notabilizam através de um maior entendimento a respeito de como o voleibol através da Educação Física pode proporcionar um rendimento esportivo positivo do aluno, a conclusão do estudo se estabeleceu de forma positiva, percebeu-se que o voleibol pode trazer um rendimento esportivo mais aprimorado ao aluno.

Palavras-chave: Voleibol. Escola. Rendimento.

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A AVALIAÇÃO BIOPSICOSSOCIAL NA APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO À PESSOA COM DEFICIÊNCIA: AVANÇOS NORMATIVOS E ENTRAVES PRÁTICOS

Leandro José Tenório da Cunha[1]
Orientadora: Dra. Ana Cristina Estrela  [2]


[1] Discente do Curso de Mestrado em Ciências Jurídicas pela Cristian Business School
[2] Orientadora Christian Business School

RESUMO: A aposentadoria por tempo de contribuição à pessoa com deficiência, prevista na Lei Complementar nº 142/2013, representa relevante avanço no sistema previdenciário brasileiro ao reconhecer desigualdades estruturais enfrentadas por esse grupo social no mercado de trabalho. Nesse contexto, a avaliação biopsicossocial assume papel central ao superar o modelo exclusivamente médico, incorporando fatores sociais, ambientais e pessoais na análise da funcionalidade do segurado. O presente artigo tem por objetivo examinar a avaliação biopsicossocial na aposentadoria da pessoa com deficiência, analisando seus fundamentos normativos, a doutrina especializada e a regulamentação estabelecida pela Portaria Interministerial nº 01/2014, bem como os entraves verificados na prática administrativa do Instituto Nacional do Seguro Social. A pesquisa adotou metodologia qualitativa, de natureza jurídico-dogmática, com abordagem analítico-descritiva, baseada em legislação, doutrina e jurisprudência. Conclui-se que, embora exista arcabouço jurídico protetivo consistente, a efetividade do modelo biopsicossocial ainda enfrenta limitações institucionais, contribuindo para a judicialização das demandas previdenciárias.

Palavras-chave: Aposentadoria da pessoa com deficiência. Avaliação biopsicossocial. Lei Complementar nº 142/2013.

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