OS CONTOS DE FADAS COMO UM MEIO MOTIVADOR NA PRÁTICA EDUCATIVA

Andrea M. Carneiro da Silva [1]

Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação pela Cristian Business School. Formada no curso de Pedagogia e especialista em Metodologia do Ensino Superior pela Universidade Federal de Rondônia – UNIR. profdrea@yahoo.com.br.

[2] Pedagoga, Psicopedagoga, Analista do comportamento Aplicado, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestre em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas – UFAL. rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo propõe apresentar a relevância dos contos de fadas como um meio promovedor ao desenvolvimento da formação de leitores e da produção textual no processo de ensino aprendizagem. Verificou-se que esses contos são um recurso lúdico que contribuem para as defasagens no que cerne a leitura e a escrita na Educação Básica e consequentemente comprometendo as próximas etapas de ensino. Entretanto, cabe a escola buscar soluções que possam resolver essa problemática, e o professor tem um papel essencial nesse processo. Porém, comprovou-se a necessidade que esse profissional esteja preparado e compreenda a importância de estar sempre atualizado em metodologias que levem o aluno ao desenvolvimento das habilidades da leitura e escrita, logo a escola estará contribuindo para sanar as dificuldades apresentadas nesse estudo.

Palavras-chave: Palavras-chave: Contos de fadas. Leitura e escrita. Papel do professor.

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A CRÔNICA COMO GÊNERO LITERÁRIO RELEVANTE NO PROCESSO EDUCATIVO

Andrea M. Carneiro da Silva [1]

Orientadora: Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Discente do curso de Mestrado em Ciências da Educação pela Cristian Business School. Formada no curso de Pedagogia e especialista em Metodologia do Ensino Superior pela Universidade Federal de Rondônia – UNIR. profdrea@yahoo.com.br.

[2] Pedagoga, Psicopedagoga, Analista do comportamento Aplicado, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestre em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas – UFAL. rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo tem como objetivo demonstrar a importância do gênero textual crônica como um recurso promovedor ao desenvolvimento da formação de leitores e da produção da escrita no processo de ensino aprendizagem. Comprovou-se que as crônicas com suas características que envolvem o leitor numa aproximação com o cotidiano da realidade social, contribuem de forma significativa para sanar as defasagens relacionadas a problemática da incapacidade de ler, interpretar e escrever por parte dos alunos. Contudo, cabe ao professor proporcionar o acesso do gênero textual da crônica em sua prática pedagógica, utilizando-se de metodologias inovadoras que priorizem no cotidiano da escola o hábito de ler e escrever.  

Palavras-chave: Palavras-chave: Gênero textual da crônica. Leitura e escrita. Papel do professor.

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INTEGRAÇÃO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS NO ENSINO: ESTUDO SOBRE COMO INSERIR TECNOLOGIAS DIGITAIS DE FORMA EFICAZ NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

Auricélio das Neves Matos [1]

Jorge Luiz Pereira Correia [2]


[1] Orcid: https://orcid.org/0009-0005-7907-3388; Mestre em Ciências da Educação pela Word University Ecumenical ;E-mail :auriceliomatos@gmail.com

[2] Orcid: https://orcid.org/0009-0007-6977-2497; Titulação:Dr.Doutor em Ciências da Educação, professor orientador da Word University Ecumenical,E-mail: correia.jorge57@gmail.com.

RESUMO: Este estudo examina a integração das tecnologias digitais nos processos de ensino-aprendizagem, com o propósito de investigar como o uso desses recursos pode efetivamente qualificar a práxis pedagógica e elevar os resultados educacionais. Parte-se da premissa fundamental de que a mera inserção de aparatos tecnológicos no ambiente escolar é insuficiente para promover inovação; a eficácia da integração depende, inalienavelmente, de uma abordagem dotada de intencionalidade, criticidade e alinhamento estratégico aos objetivos educacionais preconizados. A investigação, conduzida sob uma perspectiva qualitativa, fundamenta-se na análise crítica de práticas pedagógicas, referencial teórico atualizado e experiências educacionais que demonstram a potencialidade significativa do uso dessas tecnologias. Os achados indicam que o sucesso da integração tecnológica está condicionado a fatores determinantes, tais como a oferta de formação continuada aos docentes, o planejamento pedagógico criterioso e a seleção de ferramentas que promovam, de maneira efetiva, a participação ativa dos discentes. Ademais, ressalta-se o papel preponderante das metodologias ativas, a exemplo da aprendizagem baseada em projetos e do ensino híbrido na potencialização da tecnologia como mediadora qualificada do conhecimento. Observou-se, ainda, que o uso crítico e reflexivo das interfaces digitais concorre para o desenvolvimento de competências essenciais, tais como a autonomia, a capacidade de colaboração e o pensamento crítico. Em última análise, conclui-se que a integração das tecnologias digitais exige um esforço que transcende a dimensão infraestrutural; demanda uma reconfiguração profunda das práticas pedagógicas, investimentos perenes em capacitação docente e a adoção de uma visão educacional que privilegie, o protagonismo e a agência do estudante.

Palavras-chave: Palavras-chave: Tecnologias digitais.Ensino-aprendizagem. Inovação pedagógica.

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OS DESAFIOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

Ana Carolina Serrão Gama [1]
Dra. Sandra Milena Camelo Pinilla


[1] Mestranda em Ciências da Educação
[2] Phd, Orientadora

RESUMO: O processo de alfabetização e letramento é essencial para o desenvolvimento educacional, social e cidadão dos indivíduos, pois possibilita não apenas a aquisição   das habilidades básicas de leitura e escrita, mas também a formação de sujeitos críticos e participativos na sociedade. No entanto, no contexto brasileiro, ainda existem inúmeros desafios que comprometem a eficácia desse processo, especialmente nas séries iniciais do Ensino Fundamental, fase decisiva para a consolidação da aprendizagem. Entre esses desafios, destacam-se fatores históricos, econômicos e pedagógicos que influenciam diretamente o desempenho dos alunos. Este artigo tem como objetivo analisar os principais obstáculos enfrentados na alfabetização e no letramento, considerando aspectos como a desigualdade social, a formação docente, as condições estruturais das escolas e as práticas pedagógicas adotadas em sala de aula. A pesquisa foi realizada por meio de revisão bibliográfica, com base em livros, artigos científicos e publicações de instituições especializadas na área da educação, garantindo fundamentação teórica consistente. A escolha do tema justifica-se pelo seu impacto direto na aprendizagem e no pleno exercício da cidadania, uma vez que dificuldades nesse processo podem gerar prejuízos ao longo da vida escolar. A análise evidenciou que enfrentar os entraves na alfabetização requer ações articuladas entre políticas públicas, formação continuada de professores e práticas pedagógicas mais inclusivas, inovadoras e contextualizadas à realidade dos estudantes.

Palavras-chave: Alfabetização. Letramento. Educação Básica.

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RIMANDO E APRENDENDO: A POESIA COMO FERRAMENTA DE ALFABETIZAÇÃO E SOCIALIZAÇÃO NA SALA MULTISSERIADA

Geane dos Santos Silva[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [2]


[1] Mestranda em Ciências da Educação pela Cristian Business School
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: O presente artigo, intitulado “Rimando e aprendendo: A poesia como ferramenta de alfabetização e socialização na sala multisseriada”, tem como objetivo analisar como a produção e exploração de poemas com rimas contribuem para o processo de alfabetização e para o desenvolvimento da socialização entre alunos de diferentes níveis de aprendizagem em uma turma multisseriada dos anos iniciais do Ensino Fundamental, em uma escola da zona rural de Cumaru-PE. O estudo é orientado pela seguinte questão norteadora: como o uso da poesia, enquanto prática pedagógica, contribui para o processo de alfabetização e letramento em uma sala multisseriada? A metodologia adotada fundamenta-se em uma abordagem qualitativa, com observação e acompanhamento das práticas desenvolvidas a partir do poema “A casa e seu dono”, de Elias José. As atividades incluíram roda de conversa, leitura expressiva da professora, leitura coletiva com acompanhamento individual, interpretação oral e escrita, organização de texto fatiado, identificação e associação de rimas, além de atividades em grupos colaborativos formados conforme os níveis de aprendizagem. A experiência foi finalizada com a música “A casa”, de Toquinho e Vinícius de Moraes. Os resultados evidenciaram avanços na consciência fonológica, ampliação do repertório linguístico e fortalecimento da interação social, demonstrando que a poesia potencializa um ensino inclusivo, significativo e prazeroso.

Palavras-chave: Alfabetização. Poesia. Turma Multisseriada. 

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INCLUSÃO ESCOLAR E DIVERSIDADE NO ENSINO FUNDAMENTAL I

Juliana Lubiano Nunes[1]

Janice Leite Silva Santos[2]
Jailson Gilson Nunes Soares[3]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [4]


Autores: Mestrandos do Curso de Mestrado em Ciências da Educação pela Cristian Business School
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: Este artigo discute a inclusão escolar e a diversidade no Ensino Fundamental I, articulando o direito à educação com as exigências de acessibilidade, participação e aprendizagem, bem como com a abordagem curricular das relações étnico-raciais e das diferenças culturais e de gênero. A partir de análise documental e bibliográfica, o texto sistematiza marcos legais e políticas educacionais brasileiras, em diálogo com referenciais internacionais e com propostas de gestão escolar orientadas para a remoção de barreiras. Os resultados apontam que a efetivação da inclusão depende de uma governança pedagógica capaz de alinhar currículo, avaliação e planejamento à heterogeneidade da turma, transformando a cultura escolar e qualificando as práticas de sala de aula. Indica-se, ainda, que a diversidade não deve ser tratada como tópico periférico, mas como eixo estruturante do projeto político-pedagógico, especialmente quando se considera a formação das crianças para a convivência democrática e o reconhecimento de identidades historicamente subalternizadas.

Palavras-chave: Inclusão Escolar. Diversidade. Ensino Fundamental I. 

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PANORAMA HISTÓRICO DO VOLEIBOL: DO SEU SURGIMENTO À ESPETACULARIZAÇÃO ESPORTIVA

Keli Caroline Dos Santos Lacerda[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [2]


[1] Mestranda em Ciências da Educação pela Cristian Business School
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: Neste trabalho procuramos fazer um resgate histórico do vôlei, tendo como objetivo analisar a relevância de certos acontecimentos históricos para esta modalidade bastante difundida e de grande aceitação e gosto popular no cenário contemporâneo brasileiro (e mundial). Em seu transcurso histórico, o voleibol passou por algumas adequações e reconfigurações, principalmente em relação à espetacularização esportiva, na tentativa de se tornar um esporte massificado e popularizado no Brasil. O voleibol, desde seu surgimento, passou por transformações históricas que contribuíram para sua popularização mundial. Ao longo do tempo, adaptações nas regras e a influência da mídia favoreceram sua espetacularização esportiva. No Brasil, o esporte consolidou-se como prática cultural relevante, articulando-se também com a Educação Física escolar e a formação esportiva. Assim, mesmo que de forma introdutória, procuramos pensar sobre esta temática relacionando às possíveis articulações com a formação inicial em Educação Física e as possibilidades deste componente curricular na escola, na relação esporte-mídia. 

Palavras-chave: Voleibol. Histórico. Espetacularização esportiva.

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O ENSINO DO VOLEIBOL NA ESCOLA EM FUNÇÃO DO RENDIMENTO ESPORTIVO DO ALUNO

Keli Caroline Dos Santos Lacerda[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [2]


[1] Mestranda em Ciências da Educação pela Cristian Business School
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: O ensino do voleibol no contexto escolar se notabiliza através das aulas de Educação Física, constatando que o professor deve ser o ponto de partida para o aprendizado do discente, assim como, nas outras disciplinas normativas, estabelecendo sempre critérios disciplinares, motores, cognitivos, didáticos, que são atribuídos nas aulas que podem ser permeadas a este processo, desenvolvendo o discente não apenas com as sistemáticas que a sala de aula prioriza, mas, fatores físicos e cognitivos que devem ser empregados na escola regular. A procura de metodologias de ensino e aprendizagem, terão que sustentar os elementos de fixação do discentes em relação ao emprego dos assuntos ligados ao voleibol e seus instrumentos de atenção para com os discentes. O objetivo do estudo propõe: Verificar como o ensino de voleibol na escola pode influencia no rendimento esportivo do aluno, a problemática que se estabelece no estudo é: De que forma o ensino de voleibol na escola pode influencia no rendimento esportivo do aluno? A metodologia aplicada no estudo se notabiliza através de uma revisão de literatura com aurores especialistas na temática em questão, os resultados esperados se notabilizam através de um maior entendimento a respeito de como o voleibol através da Educação Física pode proporcionar um rendimento esportivo positivo do aluno, a conclusão do estudo se estabeleceu de forma positiva, percebeu-se que o voleibol pode trazer um rendimento esportivo mais aprimorado ao aluno.

Palavras-chave: Voleibol. Escola. Rendimento.

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A AVALIAÇÃO BIOPSICOSSOCIAL NA APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO À PESSOA COM DEFICIÊNCIA: AVANÇOS NORMATIVOS E ENTRAVES PRÁTICOS

Leandro José Tenório da Cunha[1]
Orientadora: Dra. Ana Cristina Estrela  [2]


[1] Discente do Curso de Mestrado em Ciências Jurídicas pela Cristian Business School
[2] Orientadora Christian Business School

RESUMO: A aposentadoria por tempo de contribuição à pessoa com deficiência, prevista na Lei Complementar nº 142/2013, representa relevante avanço no sistema previdenciário brasileiro ao reconhecer desigualdades estruturais enfrentadas por esse grupo social no mercado de trabalho. Nesse contexto, a avaliação biopsicossocial assume papel central ao superar o modelo exclusivamente médico, incorporando fatores sociais, ambientais e pessoais na análise da funcionalidade do segurado. O presente artigo tem por objetivo examinar a avaliação biopsicossocial na aposentadoria da pessoa com deficiência, analisando seus fundamentos normativos, a doutrina especializada e a regulamentação estabelecida pela Portaria Interministerial nº 01/2014, bem como os entraves verificados na prática administrativa do Instituto Nacional do Seguro Social. A pesquisa adotou metodologia qualitativa, de natureza jurídico-dogmática, com abordagem analítico-descritiva, baseada em legislação, doutrina e jurisprudência. Conclui-se que, embora exista arcabouço jurídico protetivo consistente, a efetividade do modelo biopsicossocial ainda enfrenta limitações institucionais, contribuindo para a judicialização das demandas previdenciárias.

Palavras-chave: Aposentadoria da pessoa com deficiência. Avaliação biopsicossocial. Lei Complementar nº 142/2013.

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A EDUCAÇÃO E O TRABALHO DESENVOLVIDO NOS ESPAÇOS ESCOLARES

Katia Rodrigues Martins[1]
Orientadora: Dra Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1] Discente do Curso de Mestrado em Ciências da Educação pela Cristian Business School
[2] PhD, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: A educação inclusiva tem se consolidado como um tema central nas políticas públicas educacionais e nas discussões acadêmicas contemporâneas, sendo reconhecida como instrumento fundamental para a garantia do direito universal à educação e para a promoção de sociedades mais democráticas e equitativas. Nesse contexto, o estudo analisa a educação inclusiva no ambiente escolar, considerando os desafios enfrentados pelas instituições de ensino, as estratégias pedagógicas desenvolvidas, os processos de formação docente e as condições organizacionais necessárias para a implementação de práticas educacionais voltadas ao atendimento da diversidade presente nas salas de aula.Parte-se do princípio de que a educação deve ser assegurada a todos os indivíduos, independentemente de sua origem social, condição econômica, contexto cultural ou da existência de necessidades educacionais específicas. Assim, a inclusão educacional é compreendida como um processo contínuo e dinâmico que busca ampliar as oportunidades de participação no processo de ensino e aprendizagem, promovendo a construção coletiva do conhecimento e o desenvolvimento de sujeitos capazes de atuar de forma crítica e participativa na sociedade.Nesse cenário, destaca-se a relevância da formação continuada dos profissionais da educação, bem como a necessidade de adaptações estruturais, curriculares e administrativas no sistema educacional. Tais mudanças são essenciais para que as instituições de ensino consigam responder adequadamente às múltiplas formas de diversidade presentes no contexto escolar e consolidar práticas pedagógicas efetivamente inclusivas.Do ponto de vista metodológico, a pesquisa caracteriza-se como uma revisão sistemática da literatura, baseada na análise de produções científicas, legislações educacionais e documentos institucionais relacionados à educação inclusiva no Brasil. A investigação buscou identificar contribuições teóricas e empíricas capazes de ampliar a compreensão sobre os fatores que favorecem a construção de ambientes escolares mais inclusivos.Os resultados indicam que a efetivação da inclusão educacional exige transformações que vão além da adoção de métodos pedagógicos específicos, envolvendo mudanças nas concepções educacionais, nas práticas institucionais e nas atitudes dos profissionais da educação, além do fortalecimento da articulação entre escola, família e redes de apoio. Dessa forma, conclui-se que a educação inclusiva representa um compromisso social que demanda ações articuladas para assegurar o acesso, a permanência e o sucesso escolar de todos os estudantes.

Palavras-chave: Educação Especial. Inclusão. Professor.

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