METODOLOGIAS ATIVAS E AUTONOMIA DISCENTE NO ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Jorge Rodrigo Assis Moreira[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [2]


[1]Discente, Christian Business School-CBS,  prof_rodrigo_moreira@yahoo.com.br [1]
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School


RESUMO: Este artigo apresenta uma revisão de literatura sobre a relação entre metodologias ativas e o desenvolvimento da autonomia discente no ensino de Ciências da Natureza. Foram analisadas publicações nacionais e internacionais, incluindo artigos científicos, livros, documentos oficiais e revisões publicadas entre 1985 e 2024. A literatura indica que estratégias como Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL), Aprendizagem por Investigação, Sala de Aula Invertida, Peer Instruction, aprendizagem cooperativa e projetos interdisciplinares favorecem o protagonismo estudantil, a autorregulação, a motivação autônoma e o pensamento crítico. Os estudos convergem ao apontar que metodologias ativas promovem autonomia cognitiva, social e metacognitiva, embora desafios estruturais, culturais e formativos ainda dificultem sua implementação, sobretudo em redes públicas. Conclui-se que tais metodologias constituem ferramentas essenciais para fortalecer a autonomia discente e promover uma educação científica crítica, significativa e alinhada às competências contemporâneas.

Palavras-chave: Metodologias ativas; Autonomia discente; Ciências da Natureza.

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A INCLUSÃO NAS ESCOLAS PÚBLICAS BRASILEIRAS: AVANÇOS, LIMITES E DESAFIOS

Gilcejane da Silva Pinto[1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva  [2]


[1] 1Licenciada em Normal Superior. Pós-graduação em Supervisão Escolar. Mestra em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University, Doutoranda em Ciências da Educação na Christian Business School – CBS. E-mail: gilcejanejf@gmail.com
[2] Phd, Orientadora da Christian Business School

RESUMO: Este artigo teve como objetivo analisar os avanços legais, as políticas públicas, bem como os limites e desafios da inclusão nas escolas brasileiras. Para isso, adotou-se uma abordagem qualitativa de caráter exploratório, utilizando a revisão bibliográfica como principal procedimento metodológico, por meio da análise de livros, artigos científicos e legislações, o que possibilitou uma compreensão mais aprofundada do tema. Os resultados evidenciam que a inclusão ainda enfrenta obstáculos significativos, não se restringindo ao acesso do aluno com deficiência à escola, mas exigindo condições efetivas de participação, aprendizagem e desenvolvimento. Entre os principais desafios, destacam-se a formação insuficiente dos professores, a precariedade da infraestrutura, a falta de recursos pedagógicos e tecnológicos, além de barreiras atitudinais. O estudo também aponta que, embora o professor desempenhe papel central, a inclusão requer uma atuação coletiva entre escola, família, poder público e sociedade. Nesse contexto, práticas pedagógicas inclusivas e a aprendizagem colaborativa mostram-se fundamentais. Conclui-se que a efetivação da educação inclusiva depende de mudanças estruturais, pedagógicas e culturais, com investimento em formação continuada, suporte institucional e participação ativa da família.

Palavras-chave: Inclusão. Políticas Púbicas. Educação.

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