MÉTODO TEACCH: A IMPORTÂNCIA DO ENSINO ESTRUTURADO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE CRIANÇAS COM AUTISMO

Mayra Alvarenga Barros[1],

Orientadora Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]


[1 Mayra Alvarenga Barros, Mestranda, Christian Business School.

[2]  Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


[1]Discente, Gabday Batista Dias Nascimento.  gabdaypardo@gmail.com.


RESUMO: RESUMO O autismo possui a definição de Transtorno Invasivo do desenvolvimento e apresenta comprometimentos na tríade de desenvolvimento humano: socialização, imaginação e comunicação, apresentando como consequência graves dificuldades de aprendizagem e limitações. O presente trabalho tem como objetivo analisar sob um olhar psicopedagógico, o uso do método TEACCH como instrumento de trabalho, avaliação e reabilitação de crianças com TEA. Esta pesquisa é de caráter qualitativa, ou seja, baseada na coleta de dados através de pesquisa bibliográfica por meio de literatura especializada e análise documental através de mídias impressa e eletrônica. Tendo como principal foco, evidenciar os estudos sobre autismo e educação especial inclusiva. Pelo presente estudo é possível perceber que a abordagem focada no ensino estruturado, assim como a utilização de recursos e algumas práticas podem contribuir bastante para a evolução e o cotidiano de crianças com TEA, possibilitando assim sua independência e desenvolvimento, facilitando seu processo de inclusão.

Palavras-chave:TEA. Modelo TEACCH. Inclusão

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METODOLOGIAS ATIVAS NA GESTÃO ESCOLAR INCLUSIVA: UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE O BRASIL E PORTUGAL

Angélica Aparecida Bertelli de Moraes[1]
Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]

RESUMO

A crescente demanda por práticas pedagógicas inclusivas nas escolas tem impulsionado o debate sobre o papel da gestão escolar e o uso de metodologias ativas como estratégias de promoção da equidade educacional. No Brasil e em Portugal, esse cenário se desenha a partir de contextos distintos, mas com um objetivo comum: garantir o acesso, a permanência e o sucesso escolar de todos os estudantes, independentemente de suas condições pessoais, sociais ou cognitivas. Este artigo tem como objetivo analisar comparativamente como as metodologias ativas vêm sendo incorporadas pelas gestões escolares nos dois países como ferramentas de inclusão, partindo da hipótese de que Portugal apresenta maior estruturação e efetividade nesse processo. Para tanto, foi realizada uma pesquisa qualitativa com base em revisão bibliográfica de artigos científicos, legislações e documentos institucionais publicados entre 2020 e 2025. A análise centrou-se em quatro eixos: fundamentos das metodologias ativas na inclusão, desafios da gestão escolar no Brasil, conquistas em Portugal e análise comparativa. Os resultados indicam que, enquanto o Brasil enfrenta obstáculos relacionados à escassez de formação docente e recursos, Portugal avança com políticas bem estruturadas, equipes multidisciplinares e autonomia curricular, o que favorece a implementação consistente das metodologias ativas. Conclui-se que a efetivação de uma educação inclusiva requer uma gestão escolar comprometida, formação docente continuada, práticas pedagógicas inovadoras e políticas públicas que sustentem a transformação institucional. Os achados podem subsidiar ações concretas no campo da formação de professores e da elaboração de políticas educacionais voltadas à inclusão.

Palavras-chave: metodologias ativas, gestão escolar, educação inclusiva, equidade educacional, Brasil, Portugal.

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