Nanci dos Santos Amabili [1]
Ana Maria Soares Gonçalves [2]
Regina Paula de Souza Freitas Sanches [3]
Rosangela Zavan Firmiano [4]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [5]
[1] Discente, CBS – Christian Business School.
[2] Discente, CBS – Christian Business School.
[3] Discente, CBS – Christian Business School.
[4] Discente, CBS – Christian Business School.
[5] Ph.D. Doutora em Ciências da Educação, Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL, Psicopedagoga, Pedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Professora do Ensino Superior e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874.
RESUMO: Este artigo tem por objetivo analisar, por meio de pesquisa bibliográfica, as concepções, as práticas, os desafios e as potencialidades da avaliação formativa e da avaliação somativa no contexto da educação básica brasileira. Parte-se do pressuposto de que avaliar é, antes de tudo, um ato de compreender para intervir, e não apenas de medir e classificar. Para tanto, foi construído um corpus de seis produções científicas nacionais e internacionais, publicadas entre 2008 e 2026, que discutem a avaliação da aprendizagem em diferentes etapas e componentes curriculares, do 1º ano do Ensino Fundamental ao ensino de Matemática. A pesquisa, de natureza qualitativa e caráter bibliográfico, foi orientada pelas contribuições teóricas de Luckesi, Hadji, Perrenoud, Hoffmann, Black e Wiliam, entre outros estudiosos da avaliação educacional. Os achados evidenciam que a avaliação somativa, quando utilizada de forma isolada e classificatória, tende a reforçar desigualdades e a reduzir o processo educativo a números; já a avaliação formativa, ao acompanhar continuamente o aluno, favorece a regulação do ensino e a aprendizagem significativa. Constata-se, contudo, que ambas as modalidades não são excludentes, mas complementares, e que sua articulação constitui um dos maiores desafios e também uma das maiores potencialidades da prática pedagógica contemporânea. Conclui-se que repensar a avaliação é, em última instância, repensar o próprio sentido de educar.
Palavras-chave: Avaliação formativa; Avaliação somativa; Aprendizagem; Prática pedagógica; Pesquisa bibliográfica.
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