Thiago de Moura Barbosa[1]
Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva[2]
[1]Thiago de Moura Barboza, Cristian Business School, thiagodemourabarbosabarbosa@gmail.com.
2 Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.
RESUMO: A hipertensão arterial é uma das principais condições crônicas responsáveis por morbimortalidade no mundo, constituindo um importante problema de saúde pública, especialmente em países de baixa e média renda. Evidências mostram que sua incidência, prevalência e mortalidade não ocorrem de forma homogênea na população, sendo fortemente influenciadas por determinantes sociais da saúde, como renda, escolaridade, raça/cor, gênero, condições de moradia e acesso aos serviços de saúde. Este estudo tem como objetivo analisar as desigualdades sociais associadas à incidência e mortalidade por hipertensão arterial, considerando diferentes estratos socioeconômicos e demográficos. Serão utilizados dados secundários provenientes de sistemas de informação em saúde e inquéritos populacionais, com análise quantitativa das taxas de incidência, prevalência e mortalidade segundo variáveis sociais. Espera-se identificar padrões de desigualdade que evidenciem maior carga da doença em populações socialmente vulneráveis, bem como diferenças no acesso ao diagnóstico, tratamento e controle da hipertensão. Os resultados poderão contribuir para o aprimoramento de políticas públicas voltadas à equidade em saúde, reforçando a importância de intervenções intersetoriais e do fortalecimento da atenção primária no enfrentamento das doenças crônicas.
Palavras-chave: Hipertensão arterial; desigualdades sociais; determinantes sociais da saúde; doenças crônicas não transmissíveis.
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