Sóstenes do Nascimento Silva[1]
Laís Pereira Viana Lopes[2]
Jacimara Nascimento Von Dollmger3
Valdineia Matos de Oliveira4
Orientadora: Profa. Dra. Rozineide Iraci Pereira da Silva5
[1] Graduado em Gestão em Tecnologia da Informação pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Gestão Pública pela Universidade Candido Mendes. Mestrando em Ciencias da Educação pela Cristian Business School. E-mail : sossilva@gmail.com.
[2] Graduada em Pedagogia pela Universidade Paulista – UNIP. Especialista em Atendimento Educacional Especializado e Educação Especial e Neuropiscopedagogia clínica e Institucional. Mestranda em Ciencias da Educação pela Cristian Business School. E-mail : lais87497@gmail.com.
3 Graduada em Letras pela Universidade Federal de Rondônia – Unir. Mestranda em Ciências da Educação pela Christian Business School. E-mail : dollmger@yahoo.com.br.
4 Mestra em Ciências da Educação pela CBS. Licenciada em Pedagogia pela ULBRA. Licenciada em Educação Especial pela UNIFAHE. Especialista em Supervisão, Orientação e Gestão Escolar. Especialista em Psicopedagogia Institucional e Clínica. Especialista em Psicologia Cognitiva e Comportamental. Especialista em MBA em Liderança Sustentável e Coaching Executivo. Especialista em Psicoterapia. Especialista em Gestão Pública e Gestão De Pessoas. Especialista em Neuropsicopedagogia Clínica. Doutoranda em ciências da Educação pela Cristian Business School. E-mail : E email: neya_mattos@seduc.ro.gov.br.
5 Pedagoga, psicopedagoga, Analista do Comportamento Aplicada, Especialista em Escrita Acadêmica Avançada, Mestra em Ciências da Educação, Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL e professora orientadora da Christian Business School-CBS. E-mail : rozineide.pereira1975@gmail.com.
RESUMO: Este artigo buscou analisar a cristalização das arquiteturas digitais enquanto substrato infra estrutural da educação superior na contemporaneidade, perscrutando sua incidência na flexibilização das práticas didáticas, na singularização dos itinerários formativos e na reconfiguração do repertório de competências da docência. O percurso metodológico ancorou-se em uma revisão integrativa de cunho qualitativo, voltada à síntese do estado da arte sobre ecossistemas virtuais, paradigmas de metodologias ativas e as dinâmicas de mediação tecnológica no ambiente universitário. As evidências apontam que a utilização desses ecossistemas digitais intensifica as possibilidades de interatividade, o acompanhamento pormenorizado do desempenho discente e a viabilização de currículos dinâmicos, favorecendo estratégias como o ensino híbrido e a colaboração transnacional via internacionalização virtual. Todavia, a análise também descortinou barreiras estruturais significativas, incluindo a persistência da exclusão digital, a carência de letramento tecnológico docente e limitações de suporte administrativo-institucional. Em última análise, depreende-se que a transposição tecnológica só se traduz em efetiva inovação pedagógica quando articulada a um planejamento intencional e a políticas institucionais que priorizem a equidade e a excelência acadêmica.
Palavras-chave: Ensino Superior. Plataformas Digitais. Usabilidade.
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