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PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E ESTRATÉGIAS DOCENTES PARA PROMOVER A INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA EM TURMAS REGULARES DOS ANOS INICIAIS

Daniela Luciana Paiffer Mascarenhas [1]
Orientadora: Rozineide Iraci Pereira da Silva [2]


[1]Mestranda em Educação, Christian Business School (CBS). E-mail: dmascarenhas@sedu.sorocaba.sp.gov.br;

[2] Ph.D. e Doutora em Educação pela Christian Business School (CBS), com título de Doutora em Educação reconhecido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Mestre em Educação pela CBS, com título reconhecido pela UFAL; especialista em Escrita Acadêmica Avançada e Psicopedagogia. Graduada em Pedagogia, professora da Educação Básica e pesquisadora na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Professora, orientadora e examinadora científica, com atuação em Educação Especial, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Neuropsicopedagogia e Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Orientadora da Christian Business School (França) e docente/tutora em programas de formação superior e pós-graduação. Diretora Cultural da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), quadriênio 2022–2026. e-mail: rozineide.pereira1975@gmail.com.


RESUMO: Este artigo analisou práticas pedagógicas e estratégias docentes capazes de promover a inclusão de alunos com deficiência em turmas regulares dos anos iniciais do Ensino Fundamental. O estudo partiu da compreensão de que a inclusão escolar não se limita à matrícula ou à presença física do estudante, mas envolve sua participação nas atividades, o acesso ao currículo, a interação com os colegas e o desenvolvimento da aprendizagem. Metodologicamente, realizou-se uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, fundamentada em levantamento bibliográfico e análise documental de legislações, políticas educacionais e produções científicas relacionadas à educação inclusiva. O referencial teórico discutiu o planejamento pedagógico inclusivo, o Desenho Universal para a Aprendizagem, a flexibilização curricular, a avaliação inclusiva, o Atendimento Educacional Especializado e o trabalho colaborativo. Os resultados indicaram que a diversificação das estratégias, o uso de recursos acessíveis, a avaliação processual e o planejamento compartilhado ampliam as possibilidades de participação e aprendizagem. Concluiu-se que a inclusão depende da articulação entre formação docente, apoio institucional, acessibilidade, colaboração entre profissionais e práticas pedagógicas sensíveis às diferentes formas de aprender.

Palavras-chave: Educação inclusiva. Práticas pedagógicas. Estratégias docentes. Alunos com deficiência. Anos iniciais. 

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