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IMPACTOS DA COVID-19 NA CAPACIDADE ASSISTENCIAL DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE DA REGIÃO NORTE DO BRASIL 

Mauro Lopes da Silveira Filho[1]
Joslaine Barros Orlandini Lopes[2]
Maria Helena de Jesus Balbino[3]
Clediane Molina de Sales[4]

Diego Santos Fagundes[5]
Rozineide Iraci Pereira da Silva [6]




1 Médico, Especialista em Atenção Básica e Saúde da Familía pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul-UFMS. E-mail : mauro.lopes.filho@hotmail.com.  https://orcid.org/0009-0002-4385-9336

2Médica, Especialista em Atendimento de Emergência Hospitalar pela Faculdade dos Vales- FACUVALE. E-mail: josy_jaru@hotmail.com. https://orcid.org/0009-0002-1695-9913
3Enfermeira, Especialista em Urgência e Emergência com ênfase em UTI. Ariquemes, Rondônia, Brasil. E-mail: helena.40balbino@gmail.com. https://orcid.org/0009-0007-1669-7411
4Fisioterapeuta, Mestre em Administração em Saúde pela Universidade da Amazônia-UNAMA. E-mail: clediane_molina88@hotmail.com.  https://orcid.org/0000-0002-4609-8643
5Doutor em Farmacologia e Fisiologia pela Universidad de Zaragoza – Espanha. E-mail: diegofagundes@hotmail.com. Centro Universitário-UNIFAEMA. http://orcid.org/0000-0002-6447-2387 
 [6] Phd, Orientadora Christian Business School

RESUMO: A pandemia da COVID-19 evidenciou e intensificou desigualdades históricas em saúde na Região Norte do Brasil, ampliando vulnerabilidades sociais e desafios para o Sistema Único de Saúde (SUS). Este estudo teve como objetivo analisar as iniquidades em saúde evidenciadas durante a pandemia e suas repercussões sociais e assistenciais. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, conduzida conforme as recomendações do PRISMA 2020. As buscas foram realizadas nas bases Scientific Electronic Library Online (SciELO), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e PubMed/MEDLINE, incluindo publicações entre 2020 e 2025. Foram identificados 215 estudos, dos quais 15 atenderam aos critérios de elegibilidade e compuseram a amostra final. Os resultados demonstraram que pobreza, deficiência de saneamento básico, isolamento geográfico e dificuldades de acesso aos serviços de saúde agravaram os impactos da pandemia, especialmente entre povos indígenas, comunidades ribeirinhas e populações residentes em áreas remotas da Amazônia. Conclui-se que a COVID-19 reforçou desigualdades estruturais e evidenciou a necessidade de fortalecer políticas públicas voltadas à equidade em saúde e à capacidade de resposta do SUS frente a futuras emergências sanitárias.

Palavras-chave: COVID-19; Capacidade Assistencial; Região Norte.

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